29 novembro 2017

2ª Maratona BTT Azerveira

Já muitos anos que não participava num evento de BTT no mês de Novembro e seguintes.., mas infelizmente com estado do tempo seco, sem chuva nem frio, acabou por me incentivar a participar na 2ª prova BTT da Azerveira, aldeia no concelho de Coruche, a mim como mais cerca de trezentos atletas, talvez o evento onde participei este ano com mais participantes
Aproveitando a folga da minha esposa,  tive como companhia de viagem.

A manhã começou cerca das 06:30h na sonap, local onde juntamos a comitiva SDT, composta pela participação do Guerra, A. B. Neves, Nélio, Acácio e Tânia.


Achegada com uma manhã fria a Azerveira fora perto das oito, onde já muitos betetistas enchiam a única rua da Aldeia. Levantamos os frontais, onde fomos brindados com um bom pequeno almoço de chá e fatias paridas entre outos.
Apesar de haver já muito pessoal equipado, conseguimos ficar junto a fita da box da meia-maratona de 40km, distância ao qual todos os SDT estávamos inscritos. Com alternativa tínhamos os 75km (duas voltas da meia-maratona) e ainda o passeio ainda de 20km.

Saída dentro das 9:00h algo lenta e atrapalhada, já que a box dos 75km estava na nossa frente e um minuto antes da saída ficamos todos juntos na mesma manga.

Com alguma demora lá consegui escapar-me e começar a ultrapassar muitos atletas ainda no alcatrão embora de forma tímida. 
Á saída entramos numa zona de alqueve em fila indiana o que me continuou a roubar tempo para a frente da corrida. Frente essa que já não avistava.
Com entrada nos estados comecei finalmente a passar atletas atrás de atletas, ora da minha distância, ora da distância maior.
O percurso já era esperado com zonas de muita areia, estradoes e pouco diversificado, ficando com a sensação de estar a passar duas vezes no mesmo local, no entanto notou se trabalho e vontade da organização.

Apartir dos vinte quilômetros estava isolado com mais três atletas, atletas esses que me mantive até final, ora passava, um, ora outro. Entretanto ainda tive tempo para me perder, parar apanhar um bidão, parar para colocar a corrente encravada e ficar com o alicate de picagem encalhado no meu frontal.
Mesmo assim e sem qualquer ambição ao pódio, mas sim manter ritmo, entre cerca de duas centenas de participantes a terminar os 40km com cerca de 600m desnivel, conseguir terminar em 8ª lugar a geral e 6º no meu escalão, mais uma vez prova que o meu escalão é o mais concorrido.

Foi a banho enquanto havia água quente e chuveiro livres, ficando aguardar pelos meus companheiros.

O almoço mais mais abaixo, num restaurante em coruche onde aconteceu a minha parte, o convívio relatos dos acontecimentos.

Fica os meus parabéns para a associação cultural e desportiva 3 da Azerveira que muito as gentes da terra trabalharam  para que este evento fosse um sucesso e marcando no mapa a prova os mais de 300 atletas que saíram com vontade de voltar. 

16 setembro 2017

Rota BTT do Cromeleques

Após uma paragem de uma mês e meio nos eventos de BTT, no passado domingo retomei as lides desta vez em Évora no BTT Rota dos Cromeleques.

Como representantes do SDT e de Estremoz estiveram o P. Guerra e o P. Figueiredo.
À chegada a Évora dirigimos para o secretariado junto arena que funcionou forma rápida e sem confusões, mas também não eram esperados muitos participantes, no total cerca de uma centena e meia divididos na maioria na distância mais curta de 35km e uma menor percentagem nos 55km.

Cerca de 20min antes já estávamos no local da partida/chegada Praça do Giraldo onde aguardados pelas 9:00h.

Saída pouco passava da hora onde atrás de uma viatura da organização percorremos cerca de 5km até a saída de Évora, onde se formou de imediato um pequeno grupo de cerca de 6 atletas. Com um início muito rápido e eu inscrito na distância mais pequena não hesitei em passar para a frente do grupo e puxar algumas vezes até a divisão do percurso, cerca do quilómetro 15.
Na divisão segui para a distância mais curta onde fiquei isolado.. Nao abrandei o ritmo e continuei a tudo o gaz entre grandes estradoes por entre quintas e herdades sempre sozinho e sem avistar o segundo atleta, até que mais ou menos a meio do percurso, cerca do quilómetro 20, na passagem de um ribeiro as fitas não estavam visíveis e eu continuei por um trilho encostado a esse mesmo ribeiro, onde alguns metros na ausência das fitas me fez pensar estar enganado.. Voltei novamente para trás até as

últimas fitas, onde me encontrei com o segundo atleta e onde num cabeço lá estava uma fita enrolada numa árvore que mal se via devido estar contra o sol..

Chateado por ter perdido a distância que tinha ganho para o segundo atleta, nao baixei o ritmo e na zona mais a subir fui por entre estradoes e muitos quilômetros ao lado da linha contra vento ganhei novamente preciosos segundos.
Acerca de 4 km da chegada, á entrada de évora quando já me “cheirava” a vitória deparo novamente na falta de fitas.. Desta vez já não voltei a trás, segui pela estradas de alcatrão entre o trânsito automóvel até a última rotunda antes da praça do giraldo, quando me dirigia para um policia que ali estava para perguntar se sabia de alguma coisa, o segundo classificado vindo de outra estrada, me chamou e direcionou-me pela estrada correcta até á praça onde com grande espírito de fair play deixou-me concluir a prova no merecido primeiro lugar do quase 40km com tempo de 01h:23m.

A conversar com pessoal da organização o problema da nao existência de fitas ma cidade de évora era porque já era para estar pessoal da organização e o trânsito cortado, só que fomos tão rápidos que chegamos primeiro que os staffs

Por ali aguardei a chegada do pessoal SDT que fora participar nos 55km e pela entrega de prémios.

O almoço foi por nossa conta no excelente buffet (comida e bebida) até rebentar na cozinha da graciete.

Em suma achei muito fraco o evento em geral, não só pelas marcações, bem como o percurso, falta de animação e pouco staff. Principalmente numa terra que é capital distrito..

03 agosto 2017

9º Maratona BTT Aguiar

Aproveitando a maior realização de eventos de nesta altura do ano nos arredores, voltei mais um ano a esta simpática Vila de Aguiar, concelho de Viana do Alentejo e á muito conhecida pelo famoso relógio.

Este ano voltei a ter a companhia da minha esposa e da minha filha, além da família este ano o SDT contou com o Beja Neves e o Pedro Guerra.

Cerca de três centenas de atletas confirmados no total das três distancia e concorrência a mais alto nível, obrigou-nos a sair de Estremoz antes das 7h da matina para que ficássemos o mais perto da manga.


Chegada antes das 8h esta aldeia, rapidamente fizemos o levantamento do frontal sem quais quer demoras, equipam-mos e tiramos a celebre fotos de “família”. Perto das 8:30h eu e Pedro Guerra eramos dos primeiros a passar o controlo 0, ficando mesmo junto a linha de saída, coisa que já muito tempo não me lembro de acontecer. Deixamos a bikes a marcar o lugar e fomos passando o tempo como forme podíamos.

A ultima badalada foi dada a partida, onde alguns "chicos espertos" que tem a mania que são mais importantes que os outros, faltam ao respeito, saído na frente da fita.  
O calor já era algum e a concorrência ainda maior nos 45km, pois mais uma vez os campeões das distancias maiores estavam a disputar a minha distancia onde eu e todos os meus companheiros SDT .

Saída muito rápida onde a caracterista principal desta zona era rolar, exceção este ano para a meio dos percurso haver duas autenticas paredes.. Ate ao quilómetro sete não descolei do pelotão da frente da corrida compostos per cerca de vinte atletas, onde os esticões eram um constante… Apesar disso estava motivado e sentia-me bem,ate a corrente saltar e ficar encravada entre o quadro e o pedaleiro.. Escusado será dizer que numa zona rolante parar e perder cerca de um minuto dificilmente iria chegar a frente. Não desisti e rapidamente recompôs e voltei a ganhar mais uns lugares que tinha perdido com a paragem forçada. 
Ainda fui avistando o pelotão até cerca do quilómetro 15, onde lentamente fui perdendo ao alento e companhia. Com o surgimento da subida inclinada em S. Bartolomeu do Outeiro e logo depois mais uma parede em single consegui juntar-me a dois companheiros onde juntos percorrermos os restantes quilómetros. 
A chegada a Aguiar calmante, antes de cortar a meta ainda fiz mais uma pausa a espera de encontrar a minha filha para cortar a meta com ela, pois ela sim é o meu melhor troféu

Conclui este evento que mais uma vez não tenho sido muito feliz em termos de resultados na 14º á geral e 8º no escalo com o tempo de 01:38h e apesar da excelente media conclui os 40km com um acumulado de cerca 600m.

Fui ao banho e após a comitiva Estremocense ter concluído a prova ainda bebermos umas cervejas e colocamos a conversa em dia.

Almoço foi mesmo em família em Reguengos de Monsaraz e restante tarde repartida pelas recém inauguradas praias fluviais de Mourão e Monsaraz.


Em relação a organização, mais um ano cinco estrelas, percurso muito bem marcado e assistido, com destaque para os muitos singles track e alteração para melhor no percurso em relação aos anos anteriores..

13 julho 2017

I Maratona Isuzu AMatosCar – B.A.T. Clube Ciclista da Igrejinha

Aqui mesmo ao lado, na Aldeia da Igrejinha voltou-se a realizar um evento de BTT, desta vez com o nome alterado, mas organizado pela mesma associação.
Sendo eu um dos participantes detentores de pódios nesta simpática aldeia, desta vez voltei novamente a tentar manter a tradição. 
Como companheiros do SDT neste evento, tive o Pedro Guerra e o António Beja Neves. 

Em relação a presença familiar levei a minha esposa e a minha Maria Leonardo.
Saída de Estremoz um pouco atrasada, já passava das 7:30h, onde meia hora despois já estávamos na Igrejinha. Fomos levantar os frontais com um saco cheio, principalmente de brindes farmacêuticos..

Com o tempo a passar, rapidamente me tentei apresar, onde cerca de um quarto de hora antes das nove já estava na manga de saída, manga essa onde já tinha cerca de uma centena de participantes á minha frente. Prova esta que contou com cerca de duas centenas de inscritos, divididos pelas distancias de 35km e 65km..

Inscrito na meia distancia de 35km onde o acumulado era cerca de 300m, era a minha praia, so que a concorrência mais uma vez estava muito apertada, pois sei dar valor e respeitar aqueles que bons resultado o fazem inclusive em distancias grandes.. Mesmo assim iria dar o máximo como sempre. Assim foi apos a rápida saída pelas ruas da aldeia em alta velocidade atrás de o veicula da organização.

Consegui subir muitos lugares nos primeiros quilómetros, onde me senti muito bem, só não consegui chegar á frente da corrida. 
Deste cerca do quilómetro cinco fiquei solitário com a vista a cerca de 100m o grupo da frente composto por 6 elementos. Grupo esse que nunca consegui chegar e mantive a essa distância cerca de 20km. 

Antes ainda tive tempo para cair logo apos o abastecimento numa marcação confusa, sem gravidade física, apenas algumas escoriações, a manete voltada ao contrario, a corrente saída e um dos sapatos largos, após de partir o aperto da fivela, só sérvio para perder mais uns segundos/minuto para a frente.

Mais uns quilómetros a solo e ainda tive tempo para perder mais uns segundos num engano/marcação confusa no percurso.

Perto da chegada quando já tinha acontecido divisão de percursos onde por sinal estava um elemento da organização que foi muito arrogante e antipático na maneira como me chamou para a picagem, ainda tive tempo para as cambrias e ficar descalço.

Apesar dos azares finais e desconhecendo eu a minha posição ao fim dos 35km de prova, estava o meu melhor troféu, a minha filhota e a minha esposa á minha espera onde consegui o 3º á geral, conseguindo o meu objectivo que era a manter a tradição de subir ao pódio na Igrejinha.

Após o banho ainda dei tempo apara tirar um petisco num café da aldeia encanto aguardava a chegada do guerra que fora aos 65km e da entrega dos prémios.

O almoço fora mais uma vez em Estremoz, pois além da distância curta a tarde tinha compromisso na colaboração da organização da corrida Fun Running á tarde.


Apos dois anos em ter falhado este evento fica uma nota muito positiva para o percurso mais diversificado em relação a anos anteriores, bem como maior apoio de patrocínios e trofeus mais requintados, uma nota negativa vai para a falta de marcação em pó branco no chão, pois a fitas algumas delas estavam em locais escondidos e confusos. 

27 junho 2017

9ª Maratona BTT de Montemor-o-Novo

Passados quatro anos te ter participado pela primeira vez nesta maratona de Montemor-o-Novo, este ano com uma maior disponibilidade voltei novamente a participar.
Saída de casa em direcção a Montemor dentro das 7h com o companheiro Pedro Guerra, os únicos representantes de associações locais de Estremoz.
Chega perto das 8h, onde o calor já se acentuava e se esperava com principal dificuldade.

Levantamento dos frontais de forma ordenas e sem confusões, até porque não se esperava muitos atletas, cerca de uma centena e meia entre as três distâncias. Poucos, mas dos melhores, pois alguns dos nomes fortes de este ano estavam inscritos na maratona de 80km, o que fez que outros nomes ganhadores das distancias maiores se mudassem para a meia maratona..

Saída as 9h onde percorremos atrás da viatura da GNR algumas das ruas da cidade. 
Nos primeiros quilómetros motive-me junta a frente da corrida, cerca de 8km, só que o um inicio fora percorrido entre muita entrada alcatrão e saídas repentinas de para terrenas com muitas curvas e contra curvas, onde a frente forra só aos “esticões”. Mantive a vista da frente ate cerca de 8 km de corrida, so que depois em estrada mais apertadas acabei por “escolher” duas péssimas rodas” que me fizerem atrasar e perder o contacto com a frente, tanto físico com visual.. 
Mas como ainda havia muitos quilómetros e nem a divisão tínhamos chegado tinha esperança de recuperar alguns lugares e fazer pódio no escalão..

Cerca de 15km percorridos e surgi-o a subida mais dura e inclinada do percurso, ao castelo e a descida em single onde tive sempre uma “sombra”, por sinal muito simpático e humilde, ora puxava um, oura puxava outro.

Assim nos mantivemos ate separação, cerca do quilómetro 25km onde ainda conseguimos recuperar e agarrar um atleta, só que este fora para a distância maior.
Cerca do 35km, numa zona a subir e em single, apesar da cambrias estarem começar a dar “picos” senti-me mais forte dos que os primeiros quilómetros (como tem acontecido nos últimos 10km de prova), descolei e ganhei cerca de dois minutos no final, só que já não consegui recuperar nenhum lugar, pois os cinco primeiros atletas a terminaram a minha frente chegaram praticamente todos juntos..
Mesmo assim não consegui o objectivo do top três nos escalões, terminando em 6ª geral e no 4º escalão em 01h:55m num desnível de 800..
Dei o máximo que consegui, representei a minha associação a minha cidade, não cai e fiz que mais gosto, andar de bicicleta apesar de me sentir injustiçado por os “tubarões” que vieram limpar o cu a “meninos” como eu, com medo da concorrência dos 80km..  




Em relação ao evento principalmente e ao percurso, gostei mais este ano que a minha primeira vez. Muitos singles, estradões, subidas, zonas históricas, com muita diversidade paisagística, ate passagem por uma pista de motos, todo ele muito bem marcado e assistido por muito pessoal da organização, quase que arriscava a dizer que era mais o staff do que os participantes. Pois este evento tem excelentes condições e merece mais participantes..

08 junho 2017

XIII RAID POR TERRAS DE MATO

Passados cinco anos voltei a confirmar minha presença num dos mais referenciados eventos BTT do Alentejo, Ferrobico, na Aldeia de Cabeça Gorda.

Aproveitando a folga da minha mulher, saímos de Estremoz já passava das 06h:30m. 
Antes de chegar a esta simpática aldeia, o A. Beja Neves estava a minha espera a saída de Beja e entregou-me o frontal, o que me pouparia alguns preciosos minutos no secretariado e arranjaria mais tempo para ficar o mais perto da manga de saida, pois para este eventos eram esperados cerca de 600 atletas.

A chegada aldeia pouco passava das oito da matina, já circulavam muitos atletas para baixo e para cima de bike, até muitos pernoitaram em tendas de campismo a noite antecipada ao evento. Assim aconteceu com três companheiros do SDT que foram de véspera.

Cerca de 20min antes das 9h já me encontrava junto da manga de partida, onde antes assistimos a um dança do grupo da aldeia e algumas palavras das "vedetas convidadas".
Saída pontual, em grande velocidade atrás de uma viatura da organização, onde consegui agarrar a cauda do grupo da frente e posicionar mais perto. Tive pernas para me manter durante cerca de 15 quilómetros junto a esse grupo onde as médias eram acima dos 30km/h.
Estava com um bom pressentimento que ia fazer um bom resultado na distancia dos 45km (mas ainda faltavam cerca de 30km) para fim e estava muito bem posicionado e estava a pensar apostar nas subidas e singles que ainda faltavam.

Entre o quilometro 17 e 30  surgi-o a maior dificuldade, uma seria de sobe e desces, uns rápidos outros

com uma maior inclinação de subida, onde ate nos muitos singles tracks onde costumo ganhar terreno comecei a perde-lo lentamente, com as pernas não corresponder e a senti-las a pesar quilos.., fruto da falta descanso dos últimos dias e mas recuperçoes. 
Mas não havia nada a fazer a não ser esperar de não perder lugares, pois durante aqueles quilómetros estive sempre sozinho. 

Cerca de 7 quilómetros para o final onde já tinha ocorrido a separação, desconhecendo a minha posição tinha nas costas algumas centenas de metros atras um atleta a "morder-me os calcanhares", com que fez com que voltasse acelerar novamente onde o terreno voltara a ser mais rolante.

Consegui manter o lugar, cortando a meta no 5º da geral com o tempo de 01:42m e um acumulado de 800m entre cerca de trezentos inscritos, sentido capacidade para melhor.,

Fui ao banho e ante de ir para o campo de futebol, local do almoço, ainda tive nu café junto a chegada.

Almoço á fartazana, com muita entrada, cerveja e grelhados ao som do grande animador Jorge Nice onde a comitiva SDT confertisinou e fez o rescaldo pessoal..

Em geral só me resta deixar os parabéns para estas gentes que deram tudo o que tinham e não tinam para este evento (e nos receberam de braços abertos), com muito trabalho no campo (singles), muito staff espalhado, escuteiros, bem como abastecimentos e almoço em fartura, diversidade e animações. 



Destaque para um percurso todo ele marcado sem fitas, apenas com traços no chão e placas onde não tive qualquer dúvida. 
Uma nota boa negativa, na minha opinião foi a “fadiga”, graxa, em entrevistas, entrega de lembranças, trocas de galhardetes entre as vedetas convidadas e organização, enquanto nos, os que pagamos para participar e não é pouco..

Acho que devia dar mais valor a quem paga e participa pela grande qualidade


do evento e nao pela presença das vedetas que so vou trazem despesa..

24 maio 2017

9º Maratona Coruche

Pausa de quinze dias e para não perder ritmo fiz a inscrição e confirmação na 9º Maratona de Coruche, evento este onde nunca tinha participado, assim juntava o útil, ao agradável.

Para este evento o SDT apenas teve a participação do A. Beja Neves e em cima da hora a do L. Bilro que me acompanho deste as 6:45h, hora da saída em direcção a Coruche.

Chegada perto da 8h, onde fizemos o levantamento dos frontais sem qualquer engarrafamento ou demora. Como brinde um saco plástico cheio, com dois quilos de arroz, uma garrafa de vinho, uns aperitivos e um carregador usb para isqueiro do automóvel. Tudo coisas úteis e consumíveis.

Descontraidamente e com tempo para a saída que estava marcada para as 09:15h fomos nos equipando.
Antes das nove entrei no controle 0, onde me entregaram uma pulseira de silicone com um chip inserida, e onde já muitos atletas estava juntos a linha de saída, no total cerca de três centenas de participantes, divididos pelos 70km,40km e 25km.
A saída com início atrás da viatura da GNR fora percorrida logo a subir ate ao castelo, que reagrupou os mais fortes na frente. Eu não foi exepcão, conseguido nos primeiros 3 quilometro me aproximar da frente da corrida, frente que me parou na passagem por uma mata, onde só passava um de cada vez, tento eu cerca de quinze atletas na frente acabei logo ali por perder o contacto com a frente..
Passagem afunilamento desfeito, em terreno plano era tempo de tentar recuperar posições. Os primeiros 15km foram pedalados com uma media de 30km/h, onde consegui recuperar alguns lugares e trazendo mais uns tantos na roda á “mama”. A meio do percurso estava a parte menos rolante, com uma zona mais técnica de singles e uma zona de subidas, embora de pouca dificuldade. 
Foi nessa zona que consegui alcançar mais alguns lugares e ficar isolado com outro atleta. Atleta esse que até final fomos sempre juntos, ora passava um para a frente, ora passava o outro, deixando cair a toalha a três quilómetro do final quando as cambrias começaram apertar.
Mesmo afim cheguei praticamente com o mesmo tempo dele, embora desconhecendo a classificação final, fim de 42km com o tempo de 01h:32.

Entreguei a tida pulseira e foi me informar do lugar, onde consegui o 5º lugar a geral e 3º do me escalão.., mantendo assim a tradição do 2017 e subir ao pódio, apesar de este tipo de percurso não sei o meu forte.
Todo o percurso esteve muito bem marcado, sinalizado e com muito o pessoal da organização presente.

Após subir ao pódio e receber mais um troféu de cortiça fomos almoçar, onde desta vez trocamos o almoço do evento por um restaurante.


Tenho agradecer a simpatia e disponibilidade das gentes dos Crancks do Pedal , principalmente do José Pimentel, que organizaram um excelente evento e nos proporcionaram uma bela manha de BTT.

10 maio 2017

Maratona de Castelo de Vide e Marvão

Após quase um mes parado dos eventos BTT, retomei a minha participação na maratona de Castelo de Vide e Marvão, evento este que contou dois troféus inseridos na mesma prova, a 2ª prova da taça de XCM e a 3ª do troféu Beira Interior, alem deste troféus existia a categoria Race (promoção) de 45km e 65km, prova com outra classificação á parte.

Eu e mais quatro companheiros SDT participamos na distância de 45km. Saída de Estremoz as cerca das 08h da matina, já que o horário do regulamento da partida da nossa categoria era as 10h. Fomos com tempo para tudo.., até para começar-mos apanhar aguaceiros antes de chegarmos a Castelo de Vide, que gradualmente foi engrossando.
Na esperança de abrandar, fomos á chegada levantar os frontais, onde apesar de estar dividido por categorias o secretariado estava muito lento..Fomos deixar o carro junto a zona dos banhos, onde abrigado debaixo de uma  alpendurada fomos nos equipando onde a chuva teimava em nos acompanhar.

Perto das 9:45h, debaixo de aguaceiros, dirigi-me para a zona da partida, quando de repente cai uma enorme carga de agua acompanhado de vento forte.
O meu espanto quando vejo um enorme pelotão a partir e ao mesmo tempo ouço no micro anunciar era a partida dos restantes categorias. Passo a linha da saída onde estava confusão, pois alguns tinham frontais iguais á minha categoria, outro estavam abrigados debaixo de cafés e varandas.
Fiz uma centena de metros e debaixo de muita água e continuva na dúvida. Parei-me a questionar da hora da saída a alguns dos ultimos atletas, mas ganhei as mesma, não me responderiam, ate que aparecer a Mónica e o Bailão que me gritaram para seguir, pois a partida tinha sido alterada.

Continuando na dúvida, segui pelo alcatrão na cauda dos últimos, onde ponderei em voltar para o carro e não fazer o evento, mas como a vontade de pedalar e de "sofrer" era tanta foi passando pessoal atrás de pessoal, logo com cerca de 4km a subir.

A chuva abrandou e eu comecei apanhar engarrafamentos nos singles muito técnicos de muita pedra molhada. Nas poucas aberturas que tinha arriscava as passagens vertiginosas, pois era a única maneira de recuperar tempo para a frente, mesmo assim perdi muito tempo.
Após cerca de 7 km já em estradão alguém que vinha na minha roda me gritou a dizer que devia ser o primeiro da minha categoria. Já sem chuva, ganhei uma alma nova e continuei em grande velocidade começando a ultrapassar muito pessoal federado da XCM, ate perdi um bidon numa zona mais acidentada, coisa que nunca me tinha acontecido.

Percurso que ate cerca de 5km para o fim foi sempre muito rápido, sempre bem marcado e assistido por elementos da organização, onde perdi a conta a quantidade de atletas que ultrapassei..
  
Os últimos quilómetros foram em calcada romana onde ainda todos os percursos eram em comuns, sendo a separação cerca de um quilómetro da meta. Com o desconhecimento do meu resultado ao fim de 45km com cerca de 02h e 800m desnível cortei a meta (pela primeira x sem cambrias) onde já alguns atletas tinha chegado. Ouço o meu nome como primeiro atleta da categoria race..

E assim estava comprido mais um objectivo. Com a chave do carro do Guerra fui tomar um banho encanto aguardei a chegada dos meus companheiros.
Após sua chegada fomos ao almoço, este já inserido no valor da inscrição, onde tivemos a companhia dos amigos da Rota Bailão, Mónica e Paulino.

Após almoço fizemos tempo para a hora marcada da entrega dos troféus, que fora nos passos do concelho em comum com todas as categorias e escalões deste evento.

Em geral gostei muito do percurso, 5 estrelas, bem como toda a organização em geral esta de parabéns pelo esforço e dedicação para que o evento corresse pelo melhor, o S. Pedro não ajudou, e a falta de incumprimento do regulamento também nao. Um senão para a proximidade dos singles com o inicio. 

11 abril 2017

Maratona Extreme Avis 2017

Mais um fim  de semana com um calendário betetistas nos arredores muito preenchido..
Analisando pelas mais perto e por mim nunca pedalado, optei pela Extreme de Avis, prova que já conta com algumas edições, sendo a última muito criticada pelos participantes pela dureza de percurso não de subidas, mas pelos existentes singles em muitas zonas não cicláveis. Mesmo assim optei pela minha participação e tive a companhia  de mais dois elementos SDT.

Na tarde de sábado, enquanto muitos estavam em “descanso activo” eu fiz o aquecimento agarrado ao rôdo na limpeza e criação de novos singles para o Estremozbike....

Saída dentro das 7:45h de Estremoz, onde tive a companhia do Vítor. Chegada depois das oito, onde ja muitos atletas andavam pareciam “baratas tontas” de lado para lado aquecer...

Levantamos o frontal, onde se procedeu de forma muito lento no secretariado.
Rapidamente nos equipados e dirigimos para o controle 0, poucos minutos antes da hora, com a manga da saída em formato de funil, eu é que acabei por ficar afunilado atrás dos cerca de 150 participantes divididos pelos 65km e 35km.

Saída, já passava da hora, tive que aguardar quase um minuto até que começasse lentamente andar pelo meio do pelotão até achar uma clareira para poder começar  acelerar e tentar minimizar a diferença para a frente da corrida.

Foram cerca de 3km de alcatrão, de dentes "serrados" fui recuperando lugares seguidos até avistar a enorme cabeça de pelotão que seguia tudo junto. Mas do avistar até os apanhar tive que me dar dar muito ao pedal. À saída do alcatrão, entrado por entre olival consegui agarrar cauda do grupo com mais de 20 atletas.

Por entre olivais e um trilho muito calcado pela passagem de viaturas tornou-se perigoso, "cego" e confiante fui arriscando passagens atras de passagens pelo meio de muitos "regos", conseguindo chegando perto dos lugares da frente.
Na separação, surgiu cerca do quilómetro 10, onde mesmo na minha frente tinha o conhecido Marco Mestre, desconhecendo se haveria mais atletas a frente, duvidas ficaram desfeitas quando avistei a mota na nossa frente.  Daí para a frente surgiu a parte mais espetacular e técnica, com muitos singles por entre eucaliptos, diversificados em subidas curtas e inclinadas, sulcalculos, zonas rolantes em zig zag onde alguns metros atrás tínhamos um perseguidor.


Este tipo de percurso sendo a minha "onda" não descolei do meu companheiro sempre com espírito entreajuda não baixamos o ritmo,. pois um bom resultado só dependia de nós. Á saída dos Covões fomos prendados com mais alguns trilhos de single da passagem de animais e estradões, onde o “elástico” continuava a não partir.. Nas subidas e rectas o Marco ganhava alguns metros, mas nas zonas técnicas eu voltava a colar. Os últimos quilômetros foram em volta da barragem onde continuavam-mos isolados e acabando por avistar o terceiro classificado a muitas centenas de metros atrás.

Faltavam cerca de três quilômetros para a meta e se não houvesse nada em contrário estava o pódio assegurado.. O Marco sempre a puxar por mim na recta final, nunca me deixou e ao fim de 35km com 01h:32m cortámos a meta de mãos dadas, mostrado ao público que no BTT ainda á quem saiba respeitar e ser respeitado pelo adversário.


Por ali aguardei pela chegada dos meus companheiros e entrega dos prêmios que acabará só por ser na chegada da distância dos 65km. O que vale é que estava uma barraca de imperial ao lado para o pessoal repor os líquidos…

O almoço foi na casa do Benfica, onde tirando a parte de se terem de pagar a parte as imperiais e os cafés, nada  apontar.


Em suma gostei muito do extreme, que afinal não foi assim dão induro, bem marcado, assinalado, muito pessoal do staff assistir e apoiar, bem com como um percurso muito divertido e diversificado.

16 março 2017

IV RUTA BTT Gurumelo Bike

A tentar aproveitar o "treino" de Vila Velha de Ródão, no fim de semana seguinte existiam mais três eventos BTT nos arredores, onde pairava a dúvida de qual ir!!! Apalavrado com dois companheiros SDT, ficamos de ir ao Gavião.., só que passou a semana e os dois companheiros negaram-se em cima do fecho das inscrições, então só já arranjei inscrição para a Ruta Gurumelo Bike (Espanha), prova está onde o ano passado me estreei a ganhar 2016, então tinha mais essa responsabilidade, defender o troféu..

Manha (madrugada) cerca das 5h, não pela distância, mas pela diferença de hora, onde tive a companhia da minha esposa e da minha filha...

Chegada dentro das 7 PT, 8h espanholas, onde de imediato fiz o levantamento do frontal e fui para perto do local da saída, já conhecendo os cantos á casa...
Foi junto da manga de saída, onde o sol nos brindava, mas O frio e vento era algum.

Para este evento existiam duas distâncias, 45km e 70km onde estavam confirmados cerca de 120 atletas, poucos em relação ao dobro do ano passado. Destaque para o campeão da extremadura, Elias na distância maior.
Saída atrasada dez min, onde percorremos algumas rua atrás do carro da polícia e de imediato comecei a temer pelas quedas, pois os kamikazes eram mais que muitos, pondo as quedas deles e a dos outros em risco...
Nao demorou muito que á saída do alcatrão, uns metros mais á frente, uma queda de dois ou três atletas entre dois muros, afunilaram logo o pessoal, estando eu perto e estando tudo bem com eles, tirando algumas mazelas. Retomei a minha pedalada onde não me estava a sentir nos melhores dias, sentido as pernas "pesadas" e doloridas, talvez da falta descanso e de ter abusado do rolo no dia anterior...

Com tudo fui recuperando alguns lugares onde com um percurso inicial  horrível, muitas zonas sem um trilho definido, muita pedra solta pelo meio e as marcações escassas de fitas e mesmo as que haviam muito pequenas e espaçadas...
Com tudo ao fim de cerca de 10km onde a característica do percurso era sobe e desce curtos pelo meio de vacarias e herdades. Tinha noção que estava nos lugares da frente, talvez em quinto a encurtar distância para os três atletas à minha frente e na esperança que alguns deles eram da distância maior.

Dúvidas desfeitas quando cerca de 15km existia a separação, ficando isolado no primeiro lugar.. segui meu ritmo tentando não perder distância para o segundo classificado já que as dores nas pernas nao ajudava, só que ainda faltavam 30km para a meta. Solitariamente redobrei atenção nas marcações e na mota que seguia algumas centenas de metro na minha frente abrir cercas.

Todo o restante percurso foi muito constante em marcações e paisagisticamente, com alguns estradões em vez dos trilhos iniciais da passagem de gado. Ao chegar muito perto da meta, ainda me enganei, perdendo mais algum tempo..
Mesmo assim consegui dar dez minutos ao segundo classificado, terminando os cerca de 44km com 01h:49m, contente pela dobradinha, apesar de ter dominado, achei a minha prestação fraca em relação à semana anterior, com a sensação de fazer melhor..

Tomei duche e aguardei junto ao local da chegada cerca de três horas pela entrega dos prêmios, com direito  a mais um bonito troféu para a minha estante…

O almoço foi numa quinta onde se realizam casamentos, onde tive a companhia do amigo Basílio e João do Redondo.  



Em suma foi mais um dia bem passado em família… Em relação à organização, gostei mais do passado ano, tanto a nível de percurso como marcações, mas mesmo assim não tenho nenhuma critica negativa apontar.

14 março 2017

BTT Terras de Oiro

Quase seis meses depois da minha última participação em eventos BTT, estava na altura de testar os meus últimos dois meses de trabalho no rolo (zwift), onde a preocupação principal é a queima de calorias.

Para este fim-de-semana estavam com dois eventos em mente, mas só podia ir a um. Alandroal ou Vila Velha de Ródão. Apesar o da maioria dos sócios SDT estarem mais pendentes para Alandroal, havendo outro evento no mesmo dia, preferi ir a Vila Velha por uma questão novos trilhos. Tendo a companhia do João Dias e do Pedro Guerra, saímos cerca das 6:20h em direcção a VV Rodão, onde alguns chuviscos nos últimos dias não alegravam muito a manha.
Team Sobe e Desce Team
Chegada antes das oito, percorremos os arredores do local da saída, onde já se assavam enchidos e se preparava uma mesa farta para pequeno-almoço.
Levantamos o frontal, onde vinha uma garrafa de azeite, um fraco de mel, um queijo e um lenço. tudo isto por 10€ e mais almoço!!!

Saída pouco depois das 9:00h dos cerca de duzentos participantes, onde pela frente tínhamos duas opções, cerca de 50km e 70km onde era esperado muita dureza devido a zona geográfica de muitas serras. Sai bem onde rapidamente nos primeiros e rolantes cinco quilómetros posicionei-me junto da cabeça do pelotão com cerca de dez atletas. Rapidamente foi subido lugares quando aos sete quilómetros​ começaram as subidas inclinadas e com elas a causar algumas percas...

Já passavam dos 12km quando engrenei no trio perseguidor dos dois atletas que seguiam na nossa frente, um deles debaixo do nosso olho, trio esse composto por dois atletas que dispensam apresentação, Lavadelas e Diogo Vieira, apesar de estarem agora no inicio da temporada, eu também estive "parado".

No meio do foguete do Assumar...

Seguimos juntos ate ao primeiro abastecimento cerca dos 22km. Continuei no meu ritmo onde em cerca de três quilómetros de alcatrão foi ganhando distancia para eles, ficando sozinho. Não abrandei as “forças nas pernas" e numa zona mais plana e técnica consegui alcançar o atleta que segui na minha frente, embora com alguns metros atrás.

Partir dos 30km era esperada mais uma sucessão de "paredes", já com as cambrias a flor das pernas mantive de dentes serrados a pedalada, mas sempre com receio de ser alcançado pelos atletas perseguidores, pois não é todos os dias que se anda na frente de certos atletas..

Assim consegui manter minha posição ate a separação, cerca de 4 km para a meta, onde já não tinha contacto visual com o atleta da frente, mas tinha nos rodados que me davam o 2º lugar. Assim consegui chegar a Vila Velha limitado com as cambrias mas a pedalar. Umas centenas de metros antes ainda consegui alcançar o atleta da minha frente, pois não havia fitas nem marcação.

Já isolado no 2º Lugar
Ao fim de 49km, 02:27h e cerca de 1300mde subidas cortamos a meta juntos e isolados, embora sem prémios para os primeiros lugares ninguém nos tira o mérito de vencedores, para isso existiram contagens de tempo e controles.

A chegada era mesmo ao lado do almoço, onde aguardei algum tempo, petiscando no recinto.

Foi lavar a bike quando chegou o João na carrinha da assistência com duas avarias. Primeira foi da "maquina humana” que rebentou segundo ele aos 10km.. Talvez por esforço de ir atrás de mim lol.., a segunda foi o pedaleira que lhe faltava um parafuso e que acabou por empenar.

Tomamos duche e fomos para a zona da chegada/almoço aguardar pelo Guerra, onde após a sua chegada fomos finalmente almoçar.

Em suma preço/qualidade o melhor evento em que participei até hoje, apesar de duro nas subidas inclinadas, muito diversificado magnifico, bem marcado, muito staff ( tirando os últimos dois quilómetros), bons e úteis brindes, minis frescas e muita carne assada e não só.., apesar de não haver prémios, não achei que deixa-se de ser competitivo..