08 junho 2017

XIII RAID POR TERRAS DE MATO

Passados cinco anos voltei a confirmar minha presença num dos mais referenciados eventos BTT do Alentejo, Ferrobico, na Aldeia de Cabeça Gorda.

Aproveitando a folga da minha mulher, saímos de Estremoz já passava das 06h:30m. 
Antes de chegar a esta simpática aldeia, o A. Beja Neves estava a minha espera a saída de Beja e entregou-me o frontal, o que me pouparia alguns preciosos minutos no secretariado e arranjaria mais tempo para ficar o mais perto da manga de saida, pois para este eventos eram esperados cerca de 600 atletas.

A chegada aldeia pouco passava das oito da matina, já circulavam muitos atletas para baixo e para cima de bike, até muitos pernoitaram em tendas de campismo a noite antecipada ao evento. Assim aconteceu com três companheiros do SDT que foram de véspera.

Cerca de 20min antes das 9h já me encontrava junto da manga de partida, onde antes assistimos a um dança do grupo da aldeia e algumas palavras das "vedetas convidadas".
Saída pontual, em grande velocidade atrás de uma viatura da organização, onde consegui agarrar a cauda do grupo da frente e posicionar mais perto. Tive pernas para me manter durante cerca de 15 quilómetros junto a esse grupo onde as médias eram acima dos 30km/h.
Estava com um bom pressentimento que ia fazer um bom resultado na distancia dos 45km (mas ainda faltavam cerca de 30km) para fim e estava muito bem posicionado e estava a pensar apostar nas subidas e singles que ainda faltavam.

Entre o quilometro 17 e 30  surgi-o a maior dificuldade, uma seria de sobe e desces, uns rápidos outros

com uma maior inclinação de subida, onde ate nos muitos singles tracks onde costumo ganhar terreno comecei a perde-lo lentamente, com as pernas não corresponder e a senti-las a pesar quilos.., fruto da falta descanso dos últimos dias e mas recuperçoes. 
Mas não havia nada a fazer a não ser esperar de não perder lugares, pois durante aqueles quilómetros estive sempre sozinho. 

Cerca de 7 quilómetros para o final onde já tinha ocorrido a separação, desconhecendo a minha posição tinha nas costas algumas centenas de metros atras um atleta a "morder-me os calcanhares", com que fez com que voltasse acelerar novamente onde o terreno voltara a ser mais rolante.

Consegui manter o lugar, cortando a meta no 5º da geral com o tempo de 01:42m e um acumulado de 800m entre cerca de trezentos inscritos, sentido capacidade para melhor.,

Fui ao banho e ante de ir para o campo de futebol, local do almoço, ainda tive nu café junto a chegada.

Almoço á fartazana, com muita entrada, cerveja e grelhados ao som do grande animador Jorge Nice onde a comitiva SDT confertisinou e fez o rescaldo pessoal..

Em geral só me resta deixar os parabéns para estas gentes que deram tudo o que tinham e não tinam para este evento (e nos receberam de braços abertos), com muito trabalho no campo (singles), muito staff espalhado, escuteiros, bem como abastecimentos e almoço em fartura, diversidade e animações. 



Destaque para um percurso todo ele marcado sem fitas, apenas com traços no chão e placas onde não tive qualquer dúvida. 
Uma nota boa negativa, na minha opinião foi a “fadiga”, graxa, em entrevistas, entrega de lembranças, trocas de galhardetes entre as vedetas convidadas e organização, enquanto nos, os que pagamos para participar e não é pouco..

Acho que devia dar mais valor a quem paga e participa pela grande qualidade


do evento e nao pela presença das vedetas que so vou trazem despesa..

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