08 dezembro 2009

V Maratona de Canha

Após ter falhado a maratona de Portel, que eu tanto gosto devido a ter estado dois dias de cama com febre, mas que pelos visto acabei por ganhar muito em não ter ido, já que a madrugada e amanha foi de forte chuva e frio. 

Na semana seguinte veio a 5º maratona de Canha e  ultima deste ano 2009 para mim, onde o estado físico não era o melhor, pois a febre mandou-me muito “abaixo” mas a força de vontade era muita como sempre.

Esta contou com perto de 800 participantes, talvez devido há sua proximidade com a zona Lisboa ou inexistência de mais provas nesta mesma data, bttistas em grande número da federação de triatlo, e em numerosos equipas entre eles alguns nomes bastante conhecidos... 
Tantas foram as inscrições que a organização recebeu que acabou por marcar de forma negativa a imagem desta prova, pois Canha é uma vila pequena e que não possui meios nem infra-estruturas suficientes para tão numeroso número de participantes.

A manha começou perto da 6 da matina onde o casal Silva (sacarrabos) me acompanhou bem como a minha namorado na viagem até Canha. 

O ponto de encontro com o resto do pessoal SDT foi na Sonap, onde já estava grande parte da comitiva SDT que esteve presente (João Catarino a sua mulher e o filho, Duarte Picão e sua esposa, José Júlio, João Garcia, Pedro Perdigão e Carlos Birlo.).

A chegada fora perto das 8 da manhã, onde fomos levantar os dorsais (dorsais esses que não tinham nenhum numero de contacto emergência,  mais um erro bastante grave da parte da organização). De forma rápida, onde no saco de brindes de destacar a oferta de um CD, e uma telha pintada com um bicicleta feita em papel de jornal colada por cima, e a mesma tendo sido feito pela Cercima (Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Montijo e Alcochete), ao qual achamos bastante engraçada, original e uma maneira de nos relembrar de quem tanto necessita de apoios. 



Tudo verdinho
A partida foi as 9:30, mas meia hora antes com o tempo a fazer uma “cara feia” já lá estava na manga e nos lugares da frente, pois já sabia que o número de participantes era muito elevado, e para tentar um bom resultado tinha que estar o mais a frente possível.

A hora marcada lá foi dada a partida com uma volta de aquecimento por dentro da vila e que originou algumas quedas. Quando entrei na terra e durante alguns quilómetros foi avistando o grupo dos primeiros. 


Os primeiros 20 quilómetros foram percorridos com uma média altíssima, talvez um dos percursos mais rápidos por onde já pedalei, depois é que surgiram umas subidas mais técnicas, mas nada de grandes dificuldades. 
Em todo o percurso existiam algumas zonas de areia, mas nada comparado com o que pensava inicialmente encontrar. Foi uma das maratona em que pedalei sempre em grupo, ao estilo ciclismo, passava eu logo de seguida passavam cinco ou seis, assim sucessivamente até final, onde ao quilometro 38 o percurso voltara a cruzar o mesmo sitio do (+/- 24km), onde ainda havia muito pessoal mais atrasado a passar nesse ponto.  Não havendo nenhuma placa, sinais, setas fez com que grande parte do pessoal seguir-se atrás desses mais atrasados e volta-se a engrenar no percurso inicial percorrendo novamente quase toda a prova, por sorte não o fiz porque no meio grupo havia um participante que tinha GPS e nos indicou o lado certo, mas de resto todo o percurso esteve devidamente bem marcado/assinalado.

Há minha chegada ao fim de 40km entre 630 bttistas que tambem concluíram a a meia maratona, fila com o tempo de 1h:38m na 20ª posição e onde pela primeira vez fiz uma elevada media de 179 pulsações por minuto, o que indicou bem o esforço que fiz durante toda a prova. (ver classificações)

A boa disposição sempre presente

Devido ao seu percurso muito rápido e ao grande número de inscritos fez com que no final os participantes terminassem a maratona com pouca diferença nos tempos, quase tudo junto...,tal como o grupo onde eu andei quase durante a prova toda (não houve muitas fulgas).

Os banhos vieram de seguida para relaxar um bocado, onde o meu fora no quartel dos bombeiros sem grandes demoras, pois fora dos primeiros a chegar, já o resto do pessoal teve que se espalhar por outros pontos da vila, devido ao grande número.


Após a chegada do pessoal SDT foi tempo do almoço (porco no espeto) que fora servido no quartel dos bombeiros, mas que por acaso não esperamos muito para comer, já depois se começaram a formar enormes filas de espera para que uns acabassem de comer para dar a vez a outros.


Organização esta que já realizou 4ª edições e sendo esta a 5ª, pecou por ter recebido um número tão grande de participantes não limitando o número e que se esqueceu que não possuía meios/estruturas para receber tanta gente, bem como pormenores que acabaram por deixar imagem negativa, e uma maratona muito criticada nos fóruns.

16 novembro 2009

4º Maratona BTTorre (Torre de Coelheiros)

Pelo terceiro ano consecutivo estive presente nesta maratona, nesta acolhedora aldeia de Torre de Coelheiros (Évora), eu a participar e a minha namorada Lúcia a me apoiar e em fotógrafa de serviço, bem como mais alguns elementos SDT (João Marques, Jorge Silva, Carlos Merino, José Godinho, Pedro Perdigão e João Catarino, no passeio dos 25 quilómetros a Vera Silva e a Célia Catarino).

Inicialmente estive muito indeciso até á ultima hora do encerramento das inscrições entre esta maratona e a de Lavre no dia anterior mas depois de consultar a fraca altimétria da maratona de Lavre, foi mais um dos motivos que me fez ir novamente até Torre de Coelheiros.

A partida fora as 7h:00m, onde a Vera e o Jorge me fizeram companhia no meu Skoda, bem como a Lúcia. A chegada paramos os carros no meio do campo de futebol e fomos levantar os dorsais onde no saco vinha uma linguiça, um queijo e uns habituais papéis. 
Aquecimento pulmonar e pernil
Após nos prepararmos onde a temperatura estava bastante amena para altura do ano em que estávamos, fui indo para o centro da aldeia de onde seria a partida com perto de 400 inscritos e confirmados em três percursos (25km, 45km e 80km que acabara por ser alterado para 65km), onde já estavam alguns participantes na manga da partida, bem como o nosso colega e amigo algarvio Nuno Sequeira que nos tem feito companhia em alguns almoços.

Inicialmente a minha posição de partira até não era muito má.., mas com o chegar da hora chegou também os habituais espertinhos/batoteiros e colocarem-se em frente do pessoal que já lá estava, pois a organização não teve meios para impedir tantos estúpidos. Mas actos desses ficam na consciência de cada um, pois é de uma enorme falta de respeito por quem já lá estava, mas tambem já é normal em provas nos arredores de Évora e acontece quase sempre com os mesmo indivíduos, pois julgou-se superiores, mas só se for em parvoeira.

Por volta das 9:00 foi dada uma falsa partida, onde alguns participantes aproveitaram logo para se colocarem em fulga atrás do carro da GNR e a maioria dos pessoal ficou na partida assobiar esses Chicos espertos até a nova partida, só que desconheciam que mais há frente existia mais uma partida onde a organização teve grande mérito em travar os batoteiros.
Com tanta confusão e com a segunda partida num local mais apertado parti mal, onde o inicio do percurso também não ajudara, pois seria alguns bocados de single traks já anteriormente por mim percorridos numa das provas dos troféus de Évora.


Lentamente fui recuperando alguns lugares onde além de alguns single os primeiros dez quilómetros foram com sobe e desces constantes subidas curtas e duras com uma grande inclinação há excepção do quilómetro +/- 23 com a subida mais dura e longa do percurso num piso de paralelo muito inclinado que parecia não ter fim á passagem pela freguesia São Bartolomeu do Outeiro, onde o nome diz tudo… Após essa parte mais dura e até final dos 45 quilómetros apareceram os estradões que fizemos com uma grande média de velocidade, onde só baixou com passagem pelo circuito técnico no meio de muitos calhaus. Todo o percurso esteve devidamente bem marcado e assinalado, onde para variar não utilizei as zonas de abastecimento.

A minha chegada após 45 quilómetros e com uma media a rondar os 23km/h fi-los com o tempo de 1 hora e 58 minutos terminando no 8º lugar entre 263 participantes
, onde foi uma das provas que não me correra lá muito bem, talvez derivado há minha partida mais lenta do que o habitual e quando comecei a recuperar já era tarde.


O banho foi logo de imediato há minha chegada pois desta vez não aguardei pela chegada dos meus companheiros por culpa do vento forte que se fazia sentir e que se tornava muito desagradável para que estava ensopado em suor. Só é pena os balneários do campo de futebol se tornarem demasiado pequenos e com poucas condições para receber um número tão elevado de pessoas.


Comitiva feminina..lol
O almoço fora na junta de freguesia, com o habitual cosido de grão onde a comitiva estremocense esteve junta em convívio com o pessoal do Algarve (já agora comprimentos para eles todos). As garrafas de sumo passaram a imperial, onde toda a tarde fora nossas companheiras dos resistentes SDT e já a meio da tarde fomos buscar os carros ao campo de bola, onde apenas só lá estavam os nossos, e voltamos novamente para a junta para encher a garrafa.



Ficam os nossos parabéns a toda a organização e envolvidos nesta maratona que nos tem vindo sempre a receberam de forma muito simpática e acolhedora nesta pequena aldeia onde só lamentarmos a falta de mais e melhores infra-estruturas.

10 novembro 2009

II Raid BTT COA Vila Nova da Barquinha

Quando tive conhecimento deste Raid não hesitei em ir, pois pensei logo que seria uma boa oportunidade de ir pedalar numa zona perto de onde foi militar em 2001 (mais precisamente no quartel de engenharia em Tancos), sabia que os trilhos por ali era bastante agradável e também bastantes duros, pelos altos e baixos constantes.

A manha começou perto das 6h:30m quando eu, o José Júlio e o João Garcia partimos no meu bolinhas em direcção a V.N Barquinha.

Á chegada a V. N. Barquinha e no caminho percorrido pelas ruas até ao complexo desportivo dentro da vila não se via “viva alma”, mas lá chegamos onde já se via alguns participantes no aquecimento.

O levantamento dos dorsais foi algo confuso e demorado para apenas cerca de 80 participantes distribuídos por um percurso de 25km e o outro de 50km. No Saco do dorsal vinha uma t-shirt, um boné, um porta-chaves e um roteiro turísticos, também não se poderia exigir mais pelos 15€ que cada participante pagou.

A partida estava marcada para as 9:h30m e após o habitual briefing que fora no parque de estacionamento do pavilhão debaixo de um clima com ar que iria chover e onde apenas estavam presentes os participantes e os carros… O que tornou a partida algo triste e solitária percorremos todos juntos em estilo de passeio atrás do carro da GNR perto de 4km pelas desertas ruas de vila Nova da Barquinha, onde até os GNR parecia estar a querer poupar a sirene, ou então o sono dos moradores.

Sempre com o maldito cigarro

O quilometro zero sugeriu e onde surgiu também logo a primeira grande subida com um piso cheio de muita pedra solta (tipo pedras da china) e ficou logo patente o que me esperara nos cerca de 47km que ainda teria pela minha frente.


Rapidamente tentei marcar a minha cadência e a minha posição só que me atrasei um pouco na primeira subida em relação aos primeiros e me deixou logo com alguma distancia. Os sobes e desces foram uma constante por meio de eucaliptal e aos poucos e poucos foi recuperando. Quando ao quilometro 14 avistei três participantes que perecera ser os primeiros classificados, recuperei fisicamente dando-me mais animo, só que o pior estava mesmo ali marcado para aquele quilometro, quando entrei numa estrada de alcatrão embalei na descida e não vi a seta do lado oposto de onde eu seguia, continuado embaladíssimo a descer só com o pensamento e animo de apanhar os três e não apercebi da falta das fitas… 
Fiquei logo com a moral em baixo, voltei para traz subindo pelo alcatrão há procura do local que tinha falhado, quando vinha mais um participante a descer e  disse-lhe que havia mais fitas para baixo. Ele insistiu e eu acabei por ir também com ele ainda mais para baixo de onde já tinha estado até que acabamos os dois por desimaginar e volta-mos a subir novamente tada a estarda de alcatrão até encontrar a magana da seta que estava junta há berma meio camuflada. Com tudo aquilo passaram mais de 4 minutos e mais alguns participante para a frente.

A minha vontade era desistir, ou então ir esperar pelos meus companheiros SDT e fazer o resto da prova com eles pois a minha moral estava muito em baixo e sem vontade de continuar pois foi muito frustrante ao ver o meu esforço abalar com uma simples seta…  A acabei por não ser o único mas que servi para saber lidar com estas situações e não me armar em “PRO” a desistir mais uma vez (pois como o meu amigo Calimero disse numa prova em Óbidos que teve há beira de desistir por problema mecânicos, pensou para ele mesmo o seguinte… “venho eu de tão longe para depois desistir!!!), pois estava ali para fazer uma das coisas que eu mais gosto, que é pedalar. 



Continuei a pedalar juntamente com o companheiro que também se tinha perdido onde fomos fazendo há vez, ora puxava um, ora puxava outro até que no quilometro 20 ele parou no abastecimento para encher o bidon e mandou-me seguir que já me apanhava (pensava ele lol…), pois voltei a me encher de vontade e comecei a puxar para tentando reduzir algum tempo para os primeiros como recuperar mais algumas posições por onde já tinha passado. Na continuidade de mais sobes e desces embora com zonas mais rolantes, onde diga-se que todo o percurso estava bastante bem marcado/assinalado com fitas amarelas e no sítios certos, excepção da magana daquela seta que se escondeu de mim quando passei…lol e onde a chuvita miudinha apareceu e me fez companhia até final, onde terminei/recuperei o lugar em que estava quando aos 14km me perdi, e com 51km nas pernas e com cerca de 900m de desnivel acumulado. ( 5º ou 6º lugar/aguardar classificações)

Após a chegada antes do parque onde será a partida e estacionamento dos carros apenas estavam aguardar a nossa chegada duas miúdas com um guarda-chuva aberto e uma folha de papel toda borrada, e que tal como a partida triste a chegada fora igual.

Fui lavar o meu frigorífico e aguardei alguns minutos pela chegada dos meus companheiros J. Garcia e J. Júlio que chegaram juntos e bem classificados e onde a chuva parecia ter vindo para ficar foi tempo de um banho com que eu já ansiava há muito, onde ao abrir a porta dos balneários veio um calor do interior, pois tinha aquecimento central e onde a sua infra-estrutura era moderna, recente, espaçosa e com umas grandes condições.

Sempre com o bibron nas unhas

No almoço fora grelhados, saladas cereja Tagus, só que alem de pratos e talhares plásticos fora comido de pé, onde após mais de 50km era a melhor
maneira de se descansar.

O resto da tarde e regresso a Estremoz ficou marcada pela passagem e visita a Tancos bem com o Castelo de Almourol onde a boa disposição foi sinónimo de um dia bem passado.


Fica os parabéns há organização pelo esforço e para o ano terão muitos aspecto não digo maus, mas menos bons a melhorar…

19 outubro 2009

I Maratona BTT Cocheiros ( S. Aleixo da Restauração)

Esta foi a primeira maratona Organizada pela secção de BTT do Clube de Futebol de Santo Aleixo da Restauração, grupo este mais conhecido pelos Cocheiros. Quando tive conhecimento desta maratona não hesitei em me escrever, alem de nunca ter ido para aqueles lados, surgiria uma boa oportunidade, bem como também tinha ao convite do meu amigo Nuno Valente um dos elementos dos Cocheiros.

A partida rumo a Santo Aleixo da Restauração estava combinada para as 5h:30m da madrugada, onde o ponto de encontro seria no Rossio. Nem todos partimos há mesma hora, pois alguns acharam demasiado cedo. No total éramos dez elementos (João Marques, João Dias, João Garcia, Pedro Guerra, Pedro Guerra, Carlos Merino, Duarte Picão, Jorge Silva, José Júlio e a mais uma cara nova o Flávio Cóias) com mais sete acompanhantes e apoiantes (Lúcia, Vera, Nice, Sónia, Ana Lúcia, Bruno e o Pedro).


Há chegada cerca das 7:30 e depois de percorrer algumas ruas da vila histórica há procura de um café aberto, ficou logo a ideia de uma aldeia bastante limpa, pintadinha com gente simpática e acolhedora.

O levantamento dos dorsais correu dentro da normalidade sem demoras, onde no saco do dorsal vinha uma Jersey alusiva há maratona, duas canetas, uma revista, um panfleto da aldeia e um isqueiro que dá bastante jeito…
Os carros ficaram junto ao campo de futebol, local onde seria os banhos e onde depois de nos equiparmos onde durante esse tempo se viveu um verdadeiro espírito de descontracção e brincadeira veio habitual foto de família.

A partida fora pontual por volta das 9:00 no átrio da igreja mesmo no centro da aldeia, onde todas as ruas lá iam dar…. Ante da partida o speaker de serviço  foi sempre animando os cerca de 300 confirmados, bem com mais algum publico que esteve sempre ali presente desde primeiro ao último minuto.

Grande foto no inicio da pista de Moto-cross
Após a partida onde existiriam inicialmente três percursos, 15km, 40km e 80km, onde eu há semelhança das passadas provas fique pela meia maratona de 40km. Esta que desde o primeiro quilometro até quase ao último foi sempre a subir e descer, o chamado “rompe pernas” pois as subidas eram de uma elevada dureza na maioria curtas, técnicas e inclinadas, onde ao transpô-las viria de imediato uma descida muito rápida, perigosa com muita pedra solta e valas que deu origem a algumas quedas felizmente sem consequências de maior.
O chamado single trak também apareceu um, era mais uma serie de caminhos feitos pelas passagens dos animais, onde as pedras eram um obstáculo a transpor, bem como a passagem por uma pista de motocross ao quilometro 16. local esse onde para minha surpresa e dos restantes elemnetos do SDT que estavam a participar, estavam as nossa meninas sentadas aguardar pela nossa passagem, onde Lúcia nos foi tirando algumas fotos e darem algum apoio, onde através dela soube que já seguia na 9º lugar, o que era bastante bom. Só que já sentia muito cansaço e dores nas pernas. Até perto dos 37km continuaram as subidas duas delas autenticas paredes de inclinação e comprimento elevado, onde pelo que vi o pessoal apeava sempre. Depois surgiu a única e zona de controlo, onde penso que deveria ter existido mais durante o percurso, pois todo ele era muito junto e facilmente o pessoal se “passava”.

As maganas das cambrias novamente atacar

Finalmente tivemos os últimos 4km até chegar a meta para descansar as pernas com um estradão onde já há muito que as cambrias não me “largavam” as pernas, mas com força de vontade lá aguentei até minha chegada na 4º posição com 2h:04m deixando escapar o pódio por um lugar, e ficando com um tempo muito perto dos primeiros, onde viriam a terminar 211 participantes na meia-maratona.(ver classificações)


Após a chegada de todos os elementos SDT, vieram os banhos de agua fria para as bicicletas e depois para nos, o que não calhou lá muito bem, tal como o almoço também ficou um pouco há quem das expectativas, pois a variedade era pouca (Cosido de Grão) e alguns entradas arroz que tinha tudo menos doce e até onde as imperiais se esgotaram rapidamente e o café a maquina não funcionava (mas pelo que vim a saber as desculpas caíram em cima da comissão de festas, pois era a ela que estava entregue o almoço), mas sem café e cerveja é que não podia ser, então acabaram por ser bebido a 20km de S. Aleixo, mais concretamente em Barrancos onde aproveitamos o resto da tarde para conhecer e darmos a conhecer a nossa terra por este Alentejo.

Treminamos com uma pega em Barrancos
Fotos em BTT-TV
Video BTT-TV
Album SDT

Fica o esforço e tentativa da parte da organização e de todos os envolvidos neste evento, bem como a simpatia destas gentes que bem nos receberam e tentaram fazer o melhor para nos proporcionar um excelente dia de BTT e que nos fez esquecer alguns aspectos menos positivos que para o ano serão certamente corrigidos e melhorados e farei questão de voltar para a 2ª maratona.

04 outubro 2009

1º Passeio/meia-maratona B.V Arraiolos


Como os meus planos para participação em eventos  de quinze em quinze dias, neste fim-de-semana foi a vez da maratona de Alenquer que se realizou no dia 05, mas como o pessoal da organização de Alenquer foi muito pouco esclarecedor, atencioso e nem sequer disponibilizou informação nem sequer a lista de inscritos, surgiu este evento aqui mesmo ao lado, que me fez alterar alterar os meus planos para este passeio.

Este foi o primeiro passeio organizado pelos B.V de Arraiolos, com apoio do Núcleo Cicloturismo de Arraiolos. Passeio este com todas as semelhanças de uma meia maratona, pois existia dorsal, contagem de tempos, ponto de controle e troféus para os primeiros lugares. 

Desloquei até Arraiolos com mais cinco elementos SDT (João Garcia, José Júlio, Pedro Perdigão, João Catarino e o novo elemento SDT Duarte Picão), mais alguns amigos e representares de outros grupos Estremocenses como a da Rota d’Ossa e os B.V Estremoz.
A partida em direcção a Arraiolos foi mais tarde do que o habitual, pois é mesmo aqui ao lado de Estremoz. 
Á chegada fomos logo levantar o habitual dorsal algo lento e inexperiente neste tipo de eventos, o que é perfeitamente compreensível para a primeira vez e onde no saco vinha como brindes uma t-shirt e papelada sobre o conselho de Arraiolos.


Colocação do frontal e aquecimento pulmonar
A partida e chegada dos participantes fora feita em frente do quartel dos bombeiros um quarto de hora depois da marcada devido a um atraso dos participantes. As 9:15 lá foi dada a partida com cerca de 200 betetistas inscritos para duas distancias. Passeio 25km totalmente guiados pelo pessoal da organização e o  a distancia de 50km esta com contagem de tempos, controles e prémios na chagada, o que sempre cativou mais o pessoal para o espírito de competitividade. 



A polémica começou ao fim de 3km após a partida e a passagem pelas ruas de Arraiolos quando surgiu o controle 0 mesmo há saída do alcatrão. O pessoal fora avisado no briefing que eram obrigados alí a parar e esperar pelos resto dos participantes mais atrasado até ser dada então a partida real.., só que cinco ou seis participantes não o fizeram, seguindo assim em frente e ganhado 2 ou 3 minutos para o resto que parou. 
Polémicas há parte todo o percurso do 50km esteve devidamente bem marcado/assinalado com um sobe e desce (rompe pernas) constante com zonas bastante bonitas, passagem por muitas herdades e gado talvez (com cerca de 70% do percurso seria da 1ª maratona em Abril), com um piso por vezes bastante acidentado e onde o final foi uma subida em estrada de alcatrão com cerca de dois quilómetros até Arraiolos, no final dei um acumulado de cerca de 800m.

Apesar de ter partido com um desvantagem inicial de pelo menos 2 minutos para os 5 participantes que não esperam no controle 0, lentamente fui conseguido recuperar posições e perto dos últimos 4km quando as câmbrias já se estavam apoderar das minhas pernas, avistei dois dos participantes “fugitivos iniciais”, com aproximação do final, arranjei divinamente uma enorme força de vontade/energia tentando esquecer o meu estado de “sofrimento” que já tinha, sendo talvez este o segredo dos meus bons resultados, “e de uma cajadada matei três coelhos”, pois conseguiu passar os dois participantes e ganhar mais alguns segundos ao companheiro que andou quase sempre na minha roda no percurso quase todo.
Há chegada e com 106 participantes a concluírem o percurso dos 50km arrecadei mais um lugar no pódio com a 2º posição e o tempo de 02:02:46. (ver classificação)

Um lindissimo troféu pintado á mão

O almoço fora servido tardiamente no pavilhão multiusos perto das 14.00, onde já quase todos os participantes aguardavam esfomeados a sua abertura, após isso lá veia a parte melhor do passeio que foi porco no espeto muita imperial e um troféu muito suado e original (um telha pintada há mão)




Fica aqui uma palavra de agradecimento aos B.V de Arraiolos, que tudo fizeram e se esforçaram para que todo corresse do melhor e proporcionar mais um excelente dia na prática deste desporto que cada vez move mais pessoas…

20 setembro 2009

IV Maratona BTT do Sacaios (Santiago Maior)

Costuma-se dizer que não há duas sem três e desta foi de vez... 

Já á dois anos que andava para ir a esta maratona organizada pela Secção de BTT da ADC Santiago Maior, mais conhecidos pelos Sacaios. O local escolhido para a partida e chegada desta IV maratona foi a Aldeia de Pias onde me acompanhar am mais 5 elementos do SDT (Jorge Silva, Pedro Perdigão, João Marques, Jorge Pereira, Pedro Guerra) com as fotógrafas de serviço, a minha namorada e a Vera a esposa do “Sacarrabos”.

A hora marcada desta vez sem atrasos partirmos em direcção a Santiago Maior foi há 7:00 da matina no nosso ponto de encontro habitual onde no meu carro me acompanhou o casal Silva (vera e o Jorge),e onde mais alguns elementos estremocenses ligados a outros clubes também nos acompanharam na deslocação, sendo eles do CCE e da Biciaventura.

Após o habitual levantamento dos dorsais que trazia como lembrança um cinzeiro em barro, um boné e uma garrafa de vinho. 
Depois fomos nos equipar perto do campo de bola onde seriam os banhos.

Um quarto de hora antes da partida e depois de passarmos pelo controle 0 já estávamos junto da manga onde já se encontravam mais alguns participantes.

A sintonizar o radio com o treinador...
A partida foi pontual, as 9:00 da manha onde os cerca de 120 participantes inscritos teriam dois percursos por onde escolher. A maratona de 70km e a meia maratona de 40km. 
Eu preferi ficar pela meia maratona de 40km onde consigo tirar melhor proveito/rendimento de uma boa classificação, bem como não acabar tão "empenado" e onde todos os elementos SDT também se ficaram.

Os primeiros quilómetros foram muito rápidos onde as medias de velocidade foram bastantes altas com sobe e desce constantes num percurso tipicamente alentejano, pedalei sempre nos 15 primeiros logo atrás do grupo dos primeiros.

Há chegada do primeiro abastecimento cerca dos 20 quilómetros, qual foi o meu espanto quando na passagem pela aldeia dos Marmeleiros estava a minha namorada e a Vera para nos ver dar apoio. Cerca do quilometro 26 e após umas belas descidas começaram a surgir as dificuldades maiores. Dois cumes bastante inclinados, longos e de alguma dureza que fez a diferença ente alguns participantes bem como recuperei mais alguns lugares e  tentei manter até final. 

Mas a um quilometro do final e já com aldeia de Pias há vista “deixando-me” ultrapassar por um participante (pois eu já estava completamente esgotado) muito por culpa do esforço que usei em toda a prova bem como nos últimos 5 quilômetros foram sempre a subir ligeiramente o que me “rompeu” completamente com as pernas e me obrigou a dar o “peido mestre”. Durante todo o percurso esteve devidamente bem marcado/assinalado e com abastecimento conte baste.


Eu tenho dois amores, que nada são iguais..
Á chegada eu desconhecia por completo o meu lugar que terminara em que, e nem sequer sequer perguntei ao pessoal da organização, pois tinha na ideia que estaria nos primeiros 10 e nunca no top 3. Em conversa com a Lúcia enquanto aguardava-nos a chegada dos restantes SDT é que ela comentou o lugar que fiz.
Terminaram 81 atletas a na meia maratona dos 40km, fiz 3º lugar e o tempo de 1h:39m e uma media na casa dos 26km/h. (ver classificação)

Após a chegada dos restantes SDT foi tempo de um merecido banho no campo de futebol de Pias e depois a melhor parte das maratonas, que é o almoço. 
Foi servido debaixo de uma tenda na freguesia da Aldeia da Venda, onde a comitiva estremocense SDT conviveu e tivemos o prazer de conhecer um participante do Algarve de nome Nuno Sequeira e respectiva mulher que estava mesmo ao nosso lado e que marcou esta maratona com uma queda muito aparatosa mesmo na recta da meta, onde chocou de forma bastante violenta e frontal com um carro parado, partindo a sua bike e o para brisas do carro, mas felizmente só algumas escoriações para ele. 
Para ementa do almoço fora uma sopa, frangos assados, salada e bastante imperial, sempre servido há mesa de forma bastante simpática e acolhedora pelas gentes de Santiago Maior.

Entrega dos trofeus
Após o almoço foi o momento mais desejado da tarde com a entrega dos prémios, onde me deram como troféu um prato de barro com o logo tipo dos Sacaios e um bilhete para visitar o monte selvagem. O café foi oferecido num bar na aldeia da venda, após bebido aproveitamos o resto da tarde e fomos passear até Monsaraz.

Mais uma vez o Sobe e Desce Team se fez representar e levar o nossa jersey por outras terras de forma bastante positiva bem como esta maratona da parte da organização e onde agradecemos a sua simpatia e a forma como nos recebeu.

06 setembro 2009

4ª Maratona de Óbidos / 5º Raid Oeste

Após quase dois meses depois da última prova de carácter mais competitivo a vontade de pedalar numa prova era mais que muita e por ironia do destino fez nesta mesma data um ano que obtive o meu frigorífico. Nada melhor do que lhe dar como prenda com umas boas pedaladas por terrenos de Óbidos.

Na comitiva estremocense rumo a Óbitos estava os participante João Garcia que me deu boleia, como acompanhante a sua mulher Fátima e sua filha Joana, o José Júlio que também participou levou sua esposa a Liliana.

A hora da partida em direcção a Óbidos ficou combinada para as 5h:30m da madrugado, pois pela frente tínhamos quase 200km de estrada e há chegada 700 participante confirmados para levantarem o dorsal e se colocarem no melhor ponto da partida. Só que contei com um imprevisto atraso de uma hora por culpa involuntária do J. Júlio que se deixou dormir…

Às 08:15 lá chega-mos finalmente a Óbidos, onde ainda tínhamos o levantamento do dorsal para fazer que era de uma longa fila de pessoal afim do mesmo. Ao fim de vinte minutos lá levantei o dorsal onde no saco habitual de brindes vinha uma garrafa de vinho regional, um pólo alusivo ao evento, um bidon e uma medalha de cerâmica de Óbidos.

Há pressa lá nos equipamos e nos preparamos a fim de nos dirigirmos para o controle 0 onde já se era de esperar a grande quantidade de pessoal, pois a hora da partida estava mesmo em cima e a motivação em baixo por pensar partir para esta prova de muito traz. Felizmente havia muita gente atrasada,  depois de entrar no controle 0 lentamente me foi aproximando o mais que podia da manga da partida, conseguido partir talvez dentro dos primeiros 200 participantes.

SDT 4ever, junto á lagoa
Com as chegadas do pessoal atrasado lá foi dada a partida com um 15 minutos de atraso e logo com uma subida de alcatrão em direcção ao lindo castelo de Óbidos, posteriormente aos 6 quilometros mais uma subida, a mais dura do percurso (pela sua inclinação e extensão), o que veio mesmo a calhar, pois  consegui rapidamente ir ganhando muitos lugares. 
Este prova contava duas distancias, a meia maratona de 40km e a maratona de 80km, mas sendo a falta de preparação e ritmo competitivo fiquei pelos 40 quilómetros  o que já dava para matar o vício e moer as pernas...

Este percurso até há presente data talvez tenha sido um dos que mais me deu prazer pedalar, pela lindíssima paisagem diversificada, single traks, subidas curtas e duras, descidas muito rápidas, passagem mesmo junto há lagoa de Óbidos, a quantidade de areia em certos pontos ajudava a penalizar o pessoal menos habituado. O sol manteve-se escondido atrás das nuvens até as 10:30 dado anteriormente um aspecto de chuva.

Todas as marcações/sinalizações/placas desta maratona estiveram em grande nível, igual ao do percurso escolhido onde acabei por não utilizar os abastecimentos.
Comitiva Estremocense em Obidos
Ambos os percursos dos 40km e dos 80km se sobrepunha até quase ao final da meia maratona (40km) onde então separava com a subida muito inclinada até ao castelo/chegada e onde os participantes da maratona seguiriam em frente para fazer mais o dobro dos quilómetros até ali feitos.
Na minha chegada e para espanto meu consegui o 15º lugar com o tempo de 1:41:24 e uma media de 23.64km/h, o que me reconfortou e muito, e mais uma vez o meu espírito de sacrifício voltou a dar seus frutos.

Após a chegada dos restantes SDT foi tempo de irmos ao banho e depois aconchegar o estômago, que já estava a dar “horas”. 
Este desta fora servido em cima de um relvado com lonas para fazer sombra em estilo self-service e bastante bom por sinal, so com um pequeno senão que foi alguma demora na bicha. 

O resto da tarde foi aproveitado para distrair, conviver, passear pelas ruas desta maravilhosa e simpática vila de Óbidos.

Fica os meus parabéns ao pessoal da organização, principalmente ao BTTCaldas pela excelente maratona e dia que me proporcionou. Uma maratona a repetir.

31 agosto 2009

"Sobe e Desce Team” já é uma associação...

Devido ao gradual aumento de praticantes de BTT ligados ao “Sobe e Desce Team”, onde actualmente já contamos com 26 associados/praticantes, constatamos com a necessidade de criar a nossa própria associação, a fim de promover, de uma forma autónoma, actividades relacionados com o desporto em geral e mais em particular com o BTT.

Para trás fica uma ligação de quase dois anos à Associação Juvenil de Estremoz (AJES), a qual deu os seus frutos, mas era chegada a hora, na nossa opinião, de cortar o cordão umbilical e começar a caminhar sozinhos. Assim e desde já, gostaría de agradecer a disponibilidade, os apoios e a aceitação que sempre demonstraram e dispensaram, e ao mesmo tempo para dizer que estaremos sempre disponíveis para colaborar nas actividades levadas a cabo por vós.

Assim, no passado dia 19 de Agosto foi criada a “Associação BTTMOZ- SDT”, com sede no Serrado da Martinheira, freguesia de Santa Maria, Estremoz. De realçar que a primeira direcção eleita em assembleia-geral, que decorreu no passado dia 22 de Agosto, foi a seguinte:

Presidente; Carlos Bilro
Vice-presidente; Luís Santana
Secretario; João Garcia
Tesoureiro; Carlos Merino
Vogal; João Marques

A terminar e em nome de todos os elementos da ASSOCIAÇÂO BTTMOZ – SDT, gostaríamos de felicitar a nova direcção, que efectuem um excelente trabalho, no fortalecimento do BTT e no levar bem longe e alto o nome da nossa associação e da nossa cidade. E, ainda, convidar todos aqueles que gostam de praticar uma actividade física, nomeadamente o BTT, para se juntarem a nós, à família do BTT

19 julho 2009

I Raid do Freixo

Este foi o primeiro Raid organizado pelo pessoal do Freixo (aldeia esta que se situa perto da vila do Redondo, mesmo nas encosta da serra d’Ossa) e que foi inserido nas festas da própria freguesia.

Sendo uma localidade aqui muito perto de Estremoz foi um factor apelativo para o grande número estremocenses presentes, sendo do SDT onze elementos e outros outros estremocenses do CCE, G. Velez e S. Coelho da Biciaventura. A Vera Lúcia, a esposa do Sacarrabos e fotógrafa de serviço SDT, já que a minha namorada não pode estar presente por razoes de trabalho.

Alguns dos representantes estremocenses

A manha começou com a reunião do representantes estremocenses um pouco antes das 8h:00m da matina no café do Telheiro, também se juntaram lá mais alguns elementos betetistas da cidade a fim de ir dar o giro domingueiro e habitual até há serra, aproveitando para nos dar algum apoio há nossa passagem pelo percurso do raid, já que supostamente se conhecia o local por onde iria passar o percurso.
Após o agrupamento a comitiva Estremocense  lá seguimos em direcção ao nosso destino, onde o calor já se fazia sentir e nos mostrava que iriam ser um dos maiores inimigos que teríamos de enfrentar no percurso que igualmente se esperava muito duro.
Há chegada, o habitual levantamento do dorsal, onde os cerca de 60 dorsais atribuídos não demoraram muito a serem distribuídos, embora algo confusa e com muita falta de experiência neste tipo de eventos… onde no saco continha uma t-shirt XXL (igual para todos), um chapéu e um prato de barro.

Após algum atraso lá foi dada a partida onde existiam dois percursos 30km e 50km. Qualquer um dos dois se esperava de muita dificuldade, pois há partida já tinha algum conhecimento da zona do percurso escolhido. 
Nos primeiros 8 quilómetros fui sempre na frente do pessoal, servindo de “lebre” para alguns betetistas mais batidos e treinados nestas andanças. Á divisão dos percursos acabei por ser ultrapassado por 2 betetistas começado a pagar a moeda de vir a puxar pelo pessoal... Uns quilómetros mais há frente começou a dureza, com a subida de umas "paredes" super inclinada até ao alto do “Pêro Crespo” a 531m de altitude, onde consegui recuperar uma posição, passando para o segundo lugar e mantendo sempre o primeiro há minha vista. 

Após isto vieram uma serie de sobes e desces onde finalmente acabei por apanhar o primeiro atleta na paragem do 2º abastecimento(que se apresentava muito fraquinho e mal distribuídos, onde agua era o que mais se pedia). 
Até aquele ponto e final a má marcação/sinalização fora uma constantemente  onde a setas eram a cor preta pintadas em cartão castanho, as fitas balizadoras eram muito pequenas e mal distribuídas no percurso.

Os últimos 15 quilómetros seriam bastante mais fáceis e rolantes com o percurso dos 30km novamente em comum até há chegada. Fui ganhando alguma distância para o que me vinham a perseguir e com a Aldeia do Freixo á vista já me cheirava a vitoria, mas ao contornamos a freguesia e a cerca de 1 quilómetros da meta , reentrei no percurso inicial “o da partida”, seguindo assim as setas e fitas novamente do inicio até me aperceber que já por ali tinha passado e que estava enganado, percorrendo assim cerca de mais 6 quilómetros quando voltei para traz juntamente com um outro betetista que estaria na segunda posição e lá chegamos finalmente ao Freixo, onde já teria chegado três ou quatro atletas dos 50km e todos eles se queixavam da péssima marcação, o que me deixou bastante frustrado, pois vi assim o meu esforço não valer de nada. Com as temperaturas altíssimas não perdoaram bem como o duríssima Serra d’Ossa. Classificação final: (nunca chegou existir)


Estava tanto calor que o pessoal estava em tronco nu
Após a chegada aos poucos Sobe e Desce Team, também completamente esgotados com o calor e a má marcação, pelo meio algumas quedas e desistências mas que felizmente não teve danos piores, lá fomos tomar duche de água fria que até soube bastante bem para refrescar, antes do almoço que seria servido no recinto da festa e debaixo de uma chapas, o que implicou um a grande quantidade de jarros de imperial e onde o almoço será frango assado e uma sopa de tomate.


A festa no final foi feita pelo SDT onde no convívio do almoço nos divertimos todos bastante e prolongamos o almoço.

10 junho 2009

I Maratona de Monforte

Esta foi a 1ª maratona de Monforte, inserida na Monfor-feira e que teve como organizador o Btt Assumar/Muachos, onde as inscrições decorreram muito lentamente e com poucos inscritos. 
Mas inscritos esse que eram na sua maioridade os chamado na gíria betetista “os PROS” pessoal batido e treinado há cheira do dos prémios, pois o primeiro prémio tinha o valor de 350€ e até ao décimo lugar eram premiados monetariamente. 
Sendo uma maratona aqui mesmo ao lado não hesitei 

Desta vez tive como companheiro participante o José Júlio e a minha namorada como apoiante. 
A partida/chegada seria feita juntou ao local da feira, onde está situada uma ponte romana. 
Há chegada foi o habitual levantamento dos dorsais sem quais queres confusões ou filas, pois os cerca de 80 inscritos também não davam muito trabalho.
No saco do dorsal trazia uma t-shirt alusiva ao evento. Antes da partida fomos nos equipando e organizar o material necessário, observando os ditos “prós”, já que não era preciso grandes presas para procurar um bom lugar de partida pelo reduzido número de pessoal.

Maquina pronta
As 9h:00m lá foram dada a partida para os cerca de 80 participantes numa única distância de 60km. 
Começou logo com uma subida longa com cerca de 3 quilómetros em alcatrão em direcção a Monforte, onde voltávamos a descer até apanhar o terreno de terra batida que sérvio logo para dividir o pessoal em grupos. Tentei sempre acompanhar o grupo da frente cerca de 20 elementos e fui conseguindo com o passar dos primeiros quilómetros comecei lentamente a recuperar umas posições e a me sentir melhor (embora o pior estivesse para vir), já que há dois dias atrás tinha estado em Aguiar e ainda sentia as pernas muito fatigadas. O percurso esteve sempre bem marcado, como muito bonito.

Ao quilometro 15 após ter passado mais dois betetistas, estava a fazer aproximação a mais dois quando surge o momento que me a maratona. Quando um dos atletas (António Sequeira) e por sinal bastante experiente caio sozinho e ficou deitado no chão muito queixoso com dores numa perna o que se pensou logo em partida. Parei de imediato para auxiliar e saber se estava tudo bem, o  Luís Campaniço que seguia a seu lado também parou, só que para variar ninguém tinha telemóvel. Liguei de imediato para um dos números do dorsal a chamar a ambulância, que por acaso não se encontrava muito longe do local da queda tentando lhe indicar o local, inverti a marcha do percurso ao encontro da dita ambulância que não demorou muito. 
Mas com isto tudo fiz o que qualquer bttista deveria ter feito, mas que infelizmente por vezes a busca de um ou dois lugares melhores cega por completo…
Perdi mais de 8 minutos para os primeiros lugares, mais umas posições que tinha ganho até há aquele momento e o principal que foi a motivação de continuar em prova… 


O primeiro a curtar a meta/a desistir
Fiz mais 25 quilómetros na companhia do Luís C. onde recuperamos mais uns lugares e fui sempre a pensar em desistir, pois a minha falta de vontade, motivação e os meus objectivos iniciais teriam desaparecido. Ao quilometro 41 acabei por desistir e vir assim de Vaimonte para Monforte por estrada fazendo mais 11 quilómetros de falhando assim a ultima zona de controlo, onde no final acabei por contabilizar 52km.

Assistir com a companhia da Lúcia á chegada dos primeiros onde foi devorando alguns bolos, fruta e agua que lá se encontravam na chegada. Depois chegou o Caliméro mais a mulher e a filha para assistir a chegada do pessoal estremocense. 

Após a chegada do José Júlio fomos ver do duche e do almoço, que fora servido no pavilhão da onde a ementa era porco no espeto, regado com muita imperial e uma dose de boa disposição, pois apesar da minha primeira desistência em provas por motivos “birra/mural”, mas tristezas não pagam dividas. 
O café, juntamente mais uns imperiais foram bebidas num café onde tivemos a companhia do pessoal de Elvas, onde trocamos algumas ideias e conhecimentos.

Os meus parabéns ao BTT Assumar/Muachos pela excelente maratona que organizou pois os quilómetros que percorri do percurso gostei bastante da sua diversidade paisagística, bem como marcações, assistências, simpatia, quantidade de pessoal a dar apoio num percurso já bastante duro, para que pensa que o Alentejo é plano…

07 junho 2009

I maratona de Aguiar

Após a maratona de Elvas onde conquistei minha primeira vitoria, embalado com esse contentamento e entusiasmo foi a vez de ir pedalar na primeira maratona de Aguiar. 

Mas a preparação física não seria a melhor, pois na noite anterior terá sido a inauguração oficial da sede do SDT e como é claro que inauguração essa teve de ser muito bem regada com muita cervejola e petiscos, mas nada melhor do que ir queimar esses excessos no dia a seguir a pedalar…

Fiz me acompanhar com seis elementos SDT e como  temos continuado a aumentar nosso grupo tivemos a estreia de mais um futuro SDT, o Sérgio Coelho. O Gonçalo Velez do CCE também nos fez companhia, bem como a minha namorada a me dar apoio mais uma vez bem e a fotógrafa de serviço.

A partida fora feita perto das 7h:00m da matina do café o Telheiro em direcção há aldeia onde não se pode perguntar as horas. A chegada foi tempo do habitual levantamento dos dorsais com rapidez e organização. No saco com o dorsal vinha uma t-shirt, uma caneta, uma barrita e mais uns papéis de PUB e historial da aldeia.

Após todos devidamente equipados e preparados dentro das condições físicas possíveis de cada um, dirigíamos para a manga de partida que seria há entrada de uma rua apertada e paralela a rua principal da aldeia o que se tornou algo afunilada e confusa. Mas onde conseguiu posicional bastante bem e muito perto do pessoal da frente de onde partir evitado assim maiores confusões e apertos, pois estava perto de 300 participantes entre eles alguns “PROS” já meus conhecidos de outra provas e maratonas.

Maratona esta que tinha três percursos 25km, 45km e 80km, qualquer um já se esperava muito rolante pelas altimetrias apresentadas inicialmente no site da organização.

Na minha partida foi de tudo ou nada nos primeiros quilómetros, onde me mantive sempre no grupo da frente avistar os dois primeiros. Com o desenrolar dos quilómetros e as medias da velocidade serem altíssimas eram sinal de um percurso muito rápido.

Há passagem por um single trak perto do quilometro 15 consegui-mos compactar o grupo que se estará a dividir até há divisão do percurso dos 45km e dos 80km.  Antes apareceram umas subidas mas nada de grandes dificuldades e  que sérvio para eu ganhar mais uns lugares.  

Seguir em direcção do percurso dos 80km onde fiz cerca de metade do percurso na 8ª posição sempre juntamente com mais um outro betetista. Cada vez que eu o passava, ele passava-me logo de seguida, mantendo-se sempre na minha frente sem sequer trocar uma simples palavra durante tantos quilómetros. 

Toda a paisagem fora tipicamente alentejana, bem como grande quantidades de areia e muitos regos das chuvas. Na questão dos abastecimentos estivam bem e conte baste, igualmente nas marcações/sinalizações estiveram impecáveis.

Nos últimos 3 quilómetros e com o aparecimento de mais uma subida consegui finalmente me adiantar ao dito betetista e com uma forte pedalada começei a me distanciar dele, bem como ainda consegui me aproximar de mais três que seguiam há minha frente terminando no 7º lugar com o tempo de 2h:46m:47s e uma media perto dos 27km/h com o mesmo tempo dos 4º;5º e 6º lugar. (
ver classificações)

Quando cheguei já lá estava o pessoal todo SDT a minha espera com uma mini, pois foi o único a participar nos 80km. 

Com a garganta molhada foi altura de um banho de água morna e posteriormente o almoço que fora servido na junta de freguesia, onde a refeição fora feita pelo pessoal da terra e onde o menu era sardinhas assadas, salada, pão, algumas entradas e carne assada regado com imperial, vinho ou sumos, onde a festa há semelhança de outro qualquer almoço foi feita em redor da mesa da comitiva estremocenses SDT que fizera a festa. Ainda houve um sorteio de alguns brindes, entre eles uma bike.
Sempre com as bikes á volta..lol


No final desta primeira maratona organizada pelo BTT Aguiar, foi um balanço em todo os aspectos positivo onde a organização se esforçou para que tudo correr-se pelo melhor, e conseguiu, até porque o preço que se pagou pela maratona foi mais baixo do que é normal. Esteve bem melhor do que muitas em que temos vindo a participar. 
Os meus parabéns ao pessoal de Aguiar e para o ano lá estarei novamente.

Ps- Afinal havia relógio em Aguiar….lol

30 maio 2009

III Maratona de Elvas

No passado ano eu já tinha estado presente na 2ª Maratona que tinha sido organizada por um grupo de alunos da escola Secundaria Sancho II e que correu muito mal em quase todos os aspectos. 
Este ano o Ciclo Clube BTT de Elvas juntou-se a esta escola a fim de entre os dois grupos tentarem apagar a imagem negativa das anteriores maratonas e apelaram a uma oportunidade…, oportunidade essa que voltei a participar este ano como mais 5 elementos dos SDT.

o ponto de encontro foi pelas 7:00 da manha no café Telheiro. Após a cafezada lá partimos em direcção a Elvas, onde a chegada já lá estava o Pedro Guerra que antecipadamente já tinha levantado os nossos dorsais com os sacos onde o conteúdo era uma t-shirt, um frasco de ameixas típicas de Elvas, um bidon e  os habituais panfletos.
Estreia de capecete e óculos novos

Após nos equiparmos e tirarmos algumas fotos da praxe, onde desta vez a nossa fotografa foi a Vera a esposa do J. Silva (Sacarrabos), já que a minha namorada infelizmente não pode estar presente. 
Após as fotos e algumas parvoeiras lá fomos para a manga da partida que por sinal era mesmo ao lado da escola, o que me facilitou a partida dos lugares da frente.

As 9h.00m  e após o habitual briefing foram dada a partida com o carro de polícia a percorrer perto de sete quilómetros por dentro de Elvas. Liderei claramente o pelotão nesses primeiros quilómetros sempre “colado” ao carro da policia e onde a traz de mim seguiam perto de 250 participantes, o que dava a entender psicologicamente iria fazer um bom resultado. 

Após a entrada na terra batida como era de esperar rapidamente perdi algumas posições, talvez ente 10 a 15 devido ao esforço enorme que fiz no inicio e para ajudar debaixo de um calor abrasador. Mas que rapidamente recuperei e por volta do quilómetro 25 onde o percurso era percorrido em volta da barragem do Caia com algumas zonas de muita areia e com as sombras muito escacas, já era o quarto classificado e até alí de vez em quando ia avistando o trio da frente.
Até ao local da separação dos dois percursos perto do quilometro 47 o percurso paisagisticamente não alterara em nada desde o começo, sempre em grandes descampados, pelo meio muitas searas onde só os estradões as dividiam, sobes e desce contínuos com um piso cheio de pedras solta, onde a temperatura já rondava os 35º graus que aí fazendo desgaste maior no pessoal. 


Já "cheirava" a meta..

Com muito esforço lá consegui alcançar o trio da frente que já muito se mantinha na frente, que acabaram por seguiram em direcção a distancia maior. Abasteci de agua e recebi algumas palavras de incentivo do Paulo Gambutas, virei em direcção aos 55km pois sabia que até ali seria o primeiro. 

Mas ainda me faltava perto de 10 quilómetros até ao fim e os últimos quilómetros iriam ser gradualmente sempre a subir…. Mas com muita força psicológica voltei há carga no pedaleiro e assim consegui alcançar pela primeira vez um lugar no pódio, neste caso e logo o primeiro com o tempo de 2h:17m com uma velocidade media perto dos 26km/h com mais de 8 minutos para o segundo classificado. Achegada fora feita na praça central de Elvas onde ainda percorremos algumas ruas estreitas e passagem junto as muralhas .

Durante todo o percurso existiu sempre muito pessoal da organização espalhado, principalmente nas porteiras do gado e que veio sempre dando apoio, simpatia e companheirismos numa manha de muito calor, onde as marcações/sinalização estiveram sempre impecáveis, bem como as zonas de abastecimento onde agua era o que se mais se pedia.

cada um refrescava-se como podia...
Após a chegada do pessoal todo do SDT já eu tinha o meu troféu, sendo me entregue logo a chegada dos outros dois lugares e entregue pelo vereador do desporto da câmara de Elvas. 

Após a chegada da comitiva SDT fui novamente até há escola local onde fora a partida e onde já aguardava o J. Garcia derivado a problemas de desidratação por causa do dito calor e que o impossibilitou de concluir a prova. Nessa mesma escola seria os banhos/lavagem das bikes e almoço, banho esse que acabaram por ser de água fria para refrescar o pessoal.

O almoço foi self-service na cantina da escola há semelhança do anterior anos, mas onde desta vez a anterior feijoada da edição passada foi trocada por carne/peixe consoante o que o pessoal pediu na inscrição inicial, bem como bastante imperial fresquinha para matar a sede. Tivemos a companhia dos estremocenses Gambutas Team (Jorge e Hugo), onde se restabeleceram os líquidos, as forças e os laços de amizade.



Fica a excelente prestação/melhoramento por parte da nova organização bem como a simpatia e disponibilidade do pessoal, que nos fez esquecer a do ano passado demonstrando estar a grande nível e excelente caminho para continuarem com grande sucesso e apagarem de uma vez por todas a anterior maratona da memória dos que nela tinham participado.

10 maio 2009

1ºTrofeu de Evora (5º e ultimo circuito em Evora)

Após ter falhado a quarta prova do troféu em Viena do Alentejo por ter coincidido com a maratona de Estremoz, não faltei há quinta e ultima prova, desta vez aqui bem perto mais precisamente em Évora e organizada pela associação “Os Pedaleiras”.

Desta vez alem dos habituais participantes nas provas do troféu o J. Júlio e J. Garcia tive mais um representante SDT no escalão Sub-23, o R. André, que veio reviver os seus antigos momentos quando participava nas provas de XCO.

Alem dos já referidos fiz me acompanhar também com o Pai do R. André, o David para dar abastecimento e como tem sido quase sempre presença habitual a minha namorada Lúcia, que há semelhança das anteriores provas/maratonas tem sido a fotografa e minha assistente.

Perto das 8 da manha chegamos a Évora ao local onde toda a logistica estava montada. Levantamos os dorsais onde desta vez tivemos direito a brinde com um saco grande do AKI com alguns pequenos utensílios lá dentro (cola super3, porta-chaves, um saco de tecido, reflector), sempre é melhor que nada.

De conversa com mais alguns participantes deste troféu fiquei logo a saber que estava convidado uma estrela desta modalidade de nome David Rosa, um dos melhores ou o melhor atleta de XCO em sub -23 na altura.


Comitiva SDT em Évora
Após equiparmos e passarmos o dorsal no controle zero foi tempo de esperar que fizesse 9h:30m para a partida com percurso que aparentemente prometia muito pela sua dificuldade técnica.  Após três semanas a utilizar o quadro Orbea emprestado pelo amigo João Canhoto finalmente, voltei a ter o meu MSC novíssimo pronto para voltar a "bombar"
Após um curto brifing lá foi dada a partida para os perto de 100 participantes divididos nos  três escalões onde seria o tudo por tudo para somar mais uns pontos no final das 2h:30m.

O percurso tinha cerca de 6.2km com +/- 150m de acumulado de subida por volta. O inicio e o final era todo ele feito num grande descampado devidamente marcado com fitas balizadoras laterais ao estilo XCO, onde o pessoal que estava assistir perto do abastecimento poderia visualizar a prestações dos atletas. Mas tudo isto só num bocado com cerca de um quilometro e que ainda faltariam mais 5 quilómetros  de percurso em grande parte single track fazendo o mais espectacular de todo o circuito, muito duro com uma subida até ao auto de S. Bento, subida essa muito técnica de elevada inclinação e  constante presença de pedras pelo meio. As descidas eram muito rápida, técnicas e de parar a respiração. Passagem por um bairro e de salientar a presença de muitas pessoas espalhadas por todo o circuito, tanto da organização como espectadores, o que tornou 100% cross country .
Só que o pior estava para vir logo na primeira volta para o J. Júlio que ao colocar o pé no chão inclinou demasiado o corpo para fora e “espetou" um pasto no ouvido que lhe perfurou a membrana do tímpano e deixando imediatamente sem ouvir. resultado deu-lhe direito uma viagem até ao hospital de Évora e posteriormente até Lisboa pois não existia medico especialista em Évora. Agora só lhe resta esperar que rapidamente sare e comece a ouvir.


001 no Auto S. Bento

Após as 2h:30m de puro cross country foi tempo de terminar as voltas e contabilizar esta prova bem como a soma dos pontos das anteriores.
No final de 2h:34m concluiu 8 voltas em 19º da classificação á geral, conseguindo o 8ºlugar na minha categoria de elite o que angariar mais 18 importantes pontos que me fez subir 2 lugares na tabela da classificação geral de Elites e concluído assim da melhor forma este troféu no 7º lugar com 60 pontos.


Sem a companhia do amigo J. Júlio que infelizmente, tomamos banho de água bem quentinha e fomos procurar um restaurante onde pudéssemos reabastecer as energias perdidas e os líquidos, bem como contar as peripécias passadas durante a prova.
Para o ano há mais uma edição do troféu e desta vez com sete provas, haver vamos irei participar assiduamente em todas as provas, pois este anos ano deu-me um enorme desgaste de material e de carteira mas irei participar em algumas das provas.

Foi um balanço positivo no final das quatro provas onde participei pelo convívio, experiência e treino, alem de ter conhecido muitos participantes, também conheci muitos lugares espectaculares e gentes por onde passamos.

Os meus parabéns a todas as associações (Núcleo Andebol de Redondo (NAR), Bttorre, Os Pára e Bebes, Os Vianenses e Os Pedaleiras) pelo trabalho realizado para que tudo corre-se da melhor forma e agrado de todos os participantes que passaram pelo troféu
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