
A manha começou perto das 6h:30m quando eu, o José Júlio e o João Garcia partimos no meu bolinhas em direcção a V.N Barquinha.
Á chegada a V. N. Barquinha e no caminho percorrido pelas ruas até ao complexo desportivo dentro da vila não se via “viva alma”, mas lá chegamos onde já se via alguns participantes no aquecimento.
O levantamento dos dorsais foi algo confuso e demorado para apenas cerca de 80 participantes distribuídos por um percurso de 25km e o outro de 50km. No Saco do dorsal vinha uma t-shirt, um boné, um porta-chaves e um roteiro turísticos, também não se poderia exigir mais pelos 15€ que cada participante pagou.
A partida estava marcada para as 9:h30m e após o habitual briefing que fora no parque de estacionamento do pavilhão debaixo de um clima com ar que iria chover e onde apenas estavam presentes os participantes e os carros… O que tornou a partida algo triste e solitária percorremos todos juntos em estilo de passeio atrás do carro da GNR perto de 4km pelas desertas ruas de vila Nova da Barquinha, onde até os GNR parecia estar a querer poupar a sirene, ou então o sono dos moradores.
Sempre com o maldito cigarro |
O quilometro zero sugeriu e onde surgiu também logo a primeira grande subida com um piso cheio de muita pedra solta (tipo pedras da china) e ficou logo patente o que me esperara nos cerca de 47km que ainda teria pela minha frente.
Rapidamente tentei marcar a minha cadência e a minha posição só que me atrasei um pouco na primeira subida em relação aos primeiros e me deixou logo com alguma distancia. Os sobes e desces foram uma constante por meio de eucaliptal e aos poucos e poucos foi recuperando. Quando ao quilometro 14 avistei três participantes que perecera ser os primeiros classificados, recuperei fisicamente dando-me mais animo, só que o pior estava mesmo ali marcado para aquele quilometro, quando entrei numa estrada de alcatrão embalei na descida e não vi a seta do lado oposto de onde eu seguia, continuado embaladíssimo a descer só com o pensamento e animo de apanhar os três e não apercebi da falta das fitas…
Fiquei logo com a moral em baixo, voltei para traz subindo pelo alcatrão há procura do local que tinha falhado, quando vinha mais um participante a descer e disse-lhe que havia mais fitas para baixo. Ele insistiu e eu acabei por ir também com ele ainda mais para baixo de onde já tinha estado até que acabamos os dois por desimaginar e volta-mos a subir novamente tada a estarda de alcatrão até encontrar a magana da seta que estava junta há berma meio camuflada. Com tudo aquilo passaram mais de 4 minutos e mais alguns participante para a frente.
A minha vontade era desistir, ou então ir esperar pelos meus companheiros SDT e fazer o resto da prova com eles pois a minha moral estava muito em baixo e sem vontade de continuar pois foi muito frustrante ao ver o meu esforço abalar com uma simples seta… A acabei por não ser o único mas que servi para saber lidar com estas situações e não me armar em “PRO” a desistir mais uma vez (pois como o meu amigo Calimero disse numa prova em Óbidos que teve há beira de desistir por problema mecânicos, pensou para ele mesmo o seguinte… “venho eu de tão longe para depois desistir!!!), pois estava ali para fazer uma das coisas que eu mais gosto, que é pedalar.
Após a chegada antes do parque onde será a partida e estacionamento dos carros apenas estavam aguardar a nossa chegada duas miúdas com um guarda-chuva aberto e uma folha de papel toda borrada, e que tal como a partida triste a chegada fora igual.
Fui lavar o meu frigorífico e aguardei alguns minutos pela chegada dos meus companheiros J. Garcia e J. Júlio que chegaram juntos e bem classificados e onde a chuva parecia ter vindo para ficar foi tempo de um banho com que eu já ansiava há muito, onde ao abrir a porta dos balneários veio um calor do interior, pois tinha aquecimento central e onde a sua infra-estrutura era moderna, recente, espaçosa e com umas grandes condições.
Sempre com o bibron nas unhas |
No almoço fora grelhados, saladas cereja Tagus, só que alem de pratos e talhares plásticos fora comido de pé, onde após mais de 50km era a melhor maneira de se descansar.
O resto da tarde e regresso a Estremoz ficou marcada pela passagem e visita a Tancos bem com o Castelo de Almourol onde a boa disposição foi sinónimo de um dia bem passado.
Fica os parabéns há organização pelo esforço e para o ano terão muitos aspecto não digo maus, mas menos bons a melhorar…
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