16 novembro 2009

4º Maratona BTTorre (Torre de Coelheiros)

Pelo terceiro ano consecutivo estive presente nesta maratona, nesta acolhedora aldeia de Torre de Coelheiros (Évora), eu a participar e a minha namorada Lúcia a me apoiar e em fotógrafa de serviço, bem como mais alguns elementos SDT (João Marques, Jorge Silva, Carlos Merino, José Godinho, Pedro Perdigão e João Catarino, no passeio dos 25 quilómetros a Vera Silva e a Célia Catarino).

Inicialmente estive muito indeciso até á ultima hora do encerramento das inscrições entre esta maratona e a de Lavre no dia anterior mas depois de consultar a fraca altimétria da maratona de Lavre, foi mais um dos motivos que me fez ir novamente até Torre de Coelheiros.

A partida fora as 7h:00m, onde a Vera e o Jorge me fizeram companhia no meu Skoda, bem como a Lúcia. A chegada paramos os carros no meio do campo de futebol e fomos levantar os dorsais onde no saco vinha uma linguiça, um queijo e uns habituais papéis. 
Aquecimento pulmonar e pernil
Após nos prepararmos onde a temperatura estava bastante amena para altura do ano em que estávamos, fui indo para o centro da aldeia de onde seria a partida com perto de 400 inscritos e confirmados em três percursos (25km, 45km e 80km que acabara por ser alterado para 65km), onde já estavam alguns participantes na manga da partida, bem como o nosso colega e amigo algarvio Nuno Sequeira que nos tem feito companhia em alguns almoços.

Inicialmente a minha posição de partira até não era muito má.., mas com o chegar da hora chegou também os habituais espertinhos/batoteiros e colocarem-se em frente do pessoal que já lá estava, pois a organização não teve meios para impedir tantos estúpidos. Mas actos desses ficam na consciência de cada um, pois é de uma enorme falta de respeito por quem já lá estava, mas tambem já é normal em provas nos arredores de Évora e acontece quase sempre com os mesmo indivíduos, pois julgou-se superiores, mas só se for em parvoeira.

Por volta das 9:00 foi dada uma falsa partida, onde alguns participantes aproveitaram logo para se colocarem em fulga atrás do carro da GNR e a maioria dos pessoal ficou na partida assobiar esses Chicos espertos até a nova partida, só que desconheciam que mais há frente existia mais uma partida onde a organização teve grande mérito em travar os batoteiros.
Com tanta confusão e com a segunda partida num local mais apertado parti mal, onde o inicio do percurso também não ajudara, pois seria alguns bocados de single traks já anteriormente por mim percorridos numa das provas dos troféus de Évora.


Lentamente fui recuperando alguns lugares onde além de alguns single os primeiros dez quilómetros foram com sobe e desces constantes subidas curtas e duras com uma grande inclinação há excepção do quilómetro +/- 23 com a subida mais dura e longa do percurso num piso de paralelo muito inclinado que parecia não ter fim á passagem pela freguesia São Bartolomeu do Outeiro, onde o nome diz tudo… Após essa parte mais dura e até final dos 45 quilómetros apareceram os estradões que fizemos com uma grande média de velocidade, onde só baixou com passagem pelo circuito técnico no meio de muitos calhaus. Todo o percurso esteve devidamente bem marcado e assinalado, onde para variar não utilizei as zonas de abastecimento.

A minha chegada após 45 quilómetros e com uma media a rondar os 23km/h fi-los com o tempo de 1 hora e 58 minutos terminando no 8º lugar entre 263 participantes
, onde foi uma das provas que não me correra lá muito bem, talvez derivado há minha partida mais lenta do que o habitual e quando comecei a recuperar já era tarde.


O banho foi logo de imediato há minha chegada pois desta vez não aguardei pela chegada dos meus companheiros por culpa do vento forte que se fazia sentir e que se tornava muito desagradável para que estava ensopado em suor. Só é pena os balneários do campo de futebol se tornarem demasiado pequenos e com poucas condições para receber um número tão elevado de pessoas.


Comitiva feminina..lol
O almoço fora na junta de freguesia, com o habitual cosido de grão onde a comitiva estremocense esteve junta em convívio com o pessoal do Algarve (já agora comprimentos para eles todos). As garrafas de sumo passaram a imperial, onde toda a tarde fora nossas companheiras dos resistentes SDT e já a meio da tarde fomos buscar os carros ao campo de bola, onde apenas só lá estavam os nossos, e voltamos novamente para a junta para encher a garrafa.



Ficam os nossos parabéns a toda a organização e envolvidos nesta maratona que nos tem vindo sempre a receberam de forma muito simpática e acolhedora nesta pequena aldeia onde só lamentarmos a falta de mais e melhores infra-estruturas.

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