
A partida rumo a Santo Aleixo da Restauração estava combinada para as 5h:30m da madrugada, onde o ponto de encontro seria no Rossio. Nem todos partimos há mesma hora, pois alguns acharam demasiado cedo. No total éramos dez elementos (João Marques, João Dias, João Garcia, Pedro Guerra, Pedro Guerra, Carlos Merino, Duarte Picão, Jorge Silva, José Júlio e a mais uma cara nova o Flávio Cóias) com mais sete acompanhantes e apoiantes (Lúcia, Vera, Nice, Sónia, Ana Lúcia, Bruno e o Pedro).
Há chegada cerca das 7:30 e depois de percorrer algumas ruas da vila histórica há procura de um café aberto, ficou logo a ideia de uma aldeia bastante limpa, pintadinha com gente simpática e acolhedora.
O levantamento dos dorsais correu dentro da normalidade sem demoras, onde no saco do dorsal vinha uma Jersey alusiva há maratona, duas canetas, uma revista, um panfleto da aldeia e um isqueiro que dá bastante jeito…
Os carros ficaram junto ao campo de futebol, local onde seria os banhos e onde depois de nos equiparmos onde durante esse tempo se viveu um verdadeiro espírito de descontracção e brincadeira veio habitual foto de família.
A partida fora pontual por volta das 9:00 no átrio da igreja mesmo no centro da aldeia, onde todas as ruas lá iam dar…. Ante da partida o speaker de serviço foi sempre animando os cerca de 300 confirmados, bem com mais algum publico que esteve sempre ali presente desde primeiro ao último minuto.
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Grande foto no inicio da pista de Moto-cross |
O chamado single trak também apareceu um, era mais uma serie de caminhos feitos pelas passagens dos animais, onde as pedras eram um obstáculo a transpor, bem como a passagem por uma pista de motocross ao quilometro 16. local esse onde para minha surpresa e dos restantes elemnetos do SDT que estavam a participar, estavam as nossa meninas sentadas aguardar pela nossa passagem, onde Lúcia nos foi tirando algumas fotos e darem algum apoio, onde através dela soube que já seguia na 9º lugar, o que era bastante bom. Só que já sentia muito cansaço e dores nas pernas. Até perto dos 37km continuaram as subidas duas delas autenticas paredes de inclinação e comprimento elevado, onde pelo que vi o pessoal apeava sempre. Depois surgiu a única e zona de controlo, onde penso que deveria ter existido mais durante o percurso, pois todo ele era muito junto e facilmente o pessoal se “passava”.
Finalmente tivemos os últimos 4km até chegar a meta para descansar as pernas com um estradão onde já há muito que as cambrias não me “largavam” as pernas, mas com força de vontade lá aguentei até minha chegada na 4º posição com 2h:04m deixando escapar o pódio por um lugar, e ficando com um tempo muito perto dos primeiros, onde viriam a terminar 211 participantes na meia-maratona.(ver classificações)
Após a chegada de todos os elementos SDT, vieram os banhos de agua fria para as bicicletas e depois para nos, o que não calhou lá muito bem, tal como o almoço também ficou um pouco há quem das expectativas, pois a variedade era pouca (Cosido de Grão) e alguns entradas arroz que tinha tudo menos doce e até onde as imperiais se esgotaram rapidamente e o café a maquina não funcionava (mas pelo que vim a saber as desculpas caíram em cima da comissão de festas, pois era a ela que estava entregue o almoço), mas sem café e cerveja é que não podia ser, então acabaram por ser bebido a 20km de S. Aleixo, mais concretamente em Barrancos onde aproveitamos o resto da tarde para conhecer e darmos a conhecer a nossa terra por este Alentejo.
As maganas das cambrias novamente atacar |
Finalmente tivemos os últimos 4km até chegar a meta para descansar as pernas com um estradão onde já há muito que as cambrias não me “largavam” as pernas, mas com força de vontade lá aguentei até minha chegada na 4º posição com 2h:04m deixando escapar o pódio por um lugar, e ficando com um tempo muito perto dos primeiros, onde viriam a terminar 211 participantes na meia-maratona.(ver classificações)
Após a chegada de todos os elementos SDT, vieram os banhos de agua fria para as bicicletas e depois para nos, o que não calhou lá muito bem, tal como o almoço também ficou um pouco há quem das expectativas, pois a variedade era pouca (Cosido de Grão) e alguns entradas arroz que tinha tudo menos doce e até onde as imperiais se esgotaram rapidamente e o café a maquina não funcionava (mas pelo que vim a saber as desculpas caíram em cima da comissão de festas, pois era a ela que estava entregue o almoço), mas sem café e cerveja é que não podia ser, então acabaram por ser bebido a 20km de S. Aleixo, mais concretamente em Barrancos onde aproveitamos o resto da tarde para conhecer e darmos a conhecer a nossa terra por este Alentejo.
Treminamos com uma pega em Barrancos |
Video BTT-TV
Album SDT
Fica o esforço e tentativa da parte da organização e de todos os envolvidos neste evento, bem como a simpatia destas gentes que bem nos receberam e tentaram fazer o melhor para nos proporcionar um excelente dia de BTT e que nos fez esquecer alguns aspectos menos positivos que para o ano serão certamente corrigidos e melhorados e farei questão de voltar para a 2ª maratona.