Meus rescaldos de eventos BTT

04 março 2018

Terras de Oiro BTT 2018

Com o Troféu de maratona da Beira Interior quase a chegar, nada melhor que “afinar” as pernas com participação no evento em Vila Velha de Rodão que o ano passado me surpreendeu pela dureza da meia maratona, organização e principalmente paisagens.

Saída cerca das 7h da matina em direcção a Vila Velha onde tive a companhia das minhas duas Marias e do Humberto.
Chegada pouco depois da 8 da matina, onde este ano toda a logística estava montada no mesmo lugar, levantamos o frontal que se processou muito lentamente..

Este ano Estremoz aderiu em peso, com 13 elementos do SDT e oito elementos da Rota Ossa, apesar dos últimos dias e madrugada terem sido de muita chuva ninguém se negou e apesar do frio o S. Pedro ajudou e poupou-nos de uma molha durante a manha.

As 9 hora em ponto fora dada a saída dos cerca de duzentos atletas na maioria para meia-maratona de 45km e maratona de 65km.

Sai um pouco lento e com  as pernas “pesadas” onde percorremos cerca de 4 quilómetros em asfalto e muito lentamente fui recuperando lugares ate chegar a cabeça da corrida na saída do alcatrão com inicio numa subida em zig zag.. 


Terreno muito muito enlameado e com muita poça de água, mostrou-se logo desde o inicio uma das maior dificuldades para os atletas.
Cerca do quilómetro 10 numa zona de serra rolava isolado na 4 posição da geral, embora avistar muito perto dos da frente e dos que estava logo atrás de mim.
Sol de pouca dura quando surgiram alguns perigosos singles  de muita pedra escorregadia o um enganos no percurso, que me fez ser apanhado por cinco atletas. Atletas estes que ficamos sempre juntos até a separação a faltarem cerca de 10km para a chegada.

Fique com dois atletas na minha roda á mana, onde assumi a cabeça do pelotão num piso mais rolante e com as cambria a dar “ares” da sua existência, não baixei o ritmo e a cerca de dois quilometro para o fim consegui deixar um atleta para traz. O outro não me largou a roda, e acabou por me “fitar” num cruzamento, dando mudança de direcção em sentido contrario ao transito e me ganho a frente…
Apesar da falta de civismo, limitei-me a seguir na roda dele, apesar disso contente com a minha prestação em 46km com cerca de 800m desnível acumulado, na esperança e certeza de ficar na 3ª posição da geral, nem sequer tentei atacar...  Só que as contas saíram-me furadas, acabando a prova no 4º (01h:59) com o mesmo tempo do 3º a cerca de 3 minutos do 1º e 2º que também chegaram ao sprint com o mesmo tempo.

Molhado, fui logo ao merecido banho, desta vez de agua quente e aguardei pela chegada lentamente dos meus companheiros ate ao almoço, onde mais uma vez nada falhou.. 

Em suma um dia bem passado com amigos e família a fazer o que mais gosto onde até o S. Pedro nos ajudou durante toda a manha e a esta organização que está de parabéns por mais um excelente evento, apesar de notar falta de pessoal da organização e este ano o percurso apesar de mais fácil foi menos belo. De resto, brindes, almoço, simpatia e preço.., Top Top

28 janeiro 2018

Maratona BTT de Ponte de Sor 2018


Maratona de Ponte de sor, prova esta onde já alguns anos não participada, que tem vindo a crescer, este ano contou com cerca de seiscentos participantes divididos pela maratona e meia maratona onde na distância maior estava inserida a prova de maratona do regional de Santarém, o que fez trazer além do grande numero de participantes, uma grande numero de prós.

O Sobe e Desce também contribui para esse enorme número de participantes, com nove elementos a participar e alguns acompanhes apoiar e almoçar.
A manha fria começou cerca das 7h da mantinha, onde tive a boleia do meu padrinho Guerra, com ponto de encontro da comitiva SDT as 8:00h, já que a saída dos 45km estava marcada as 10:15h.


Á chegada fomos levantar os fontais, onde uma enorme fila nos esperava pela frente mas com sorte o Carlos B. foi mais sedo e estava na fila perto do secretariado, facilitando o levantamento dos restantes frontais do SDT.
Cerca das 9:45h entrei no controle 0, onde já estava cerca de duas centenas de atletas da minha distância se encontrava na manga. Local este estreito, fez com que alongasse os participantes e fez com que estivesse a cerca de 50m da manga de partida.

As 10:15h pontual foi dada a partida para a distancia dos 45km, onde percorremos cerca de 3km em alcatrão pelas ruas de Ponte de Sor e arredores, fazendo com que com muito esforço e muito tempo perdido para a frente da corrida consegui recuperar muitos lugares, só que a frente da corrida nunca a vi…
Os primeiros quilómetros foram muito rápidos com algumas subida curtas pelo o meio, onde fui sempre ganhando posições após posições com um percurso engraçado e não muito monótono.

A meio do prova numa zona mais rolante engrenei num grupo de com três atletas onde fomos puxando alternadamente a fim de recuperar tempo para a frente, sem qualquer noçao da minha posição, nunca baixei o ritmo ate cerca do quilometro 35 onde numa zona de singles começou afunilar e acabei por começar a perder tempo ao “apanhar” o pessoal mais atrasado da distancia maior que saio 15mim antes de nos.., para ajudar as cambria estavam a flor dos músculos e ainda deu para agarrar uma..

Baixei ritmo e meti cadencia nos últimos dois quilómetros onde apareceram algumas subidas, ao fim de 01h43m com cerca de 700m cortei a meta na 17º geral, 8 no meio escalão, nada mau para quem saio muito de traz entre cerca de 350 a concluíram a minha distancia..

Aguardei  pela chegada dos meu companheiros e fomos ao merecido banho de agua quentinha em manha muito fria..

O almoço foi servido a cerca de 3km de Ponte de Sor, na sociedade recreativa de Forros Domingão, onde simpaticamente fomos muito bem servidos no excelente e tranquilo espaço..

Em suma, gostei muito de ter voltado a Ponte de Sor, onde boas marcações, excelente percurso e organização, provou o porque terem cerca de seis centenas de participantes. Meus parabéns a todos os evolvidos..

20 janeiro 2018

BTT Pedalar em Portalegre 2018 (1º Prova Alegrete)

Não é habitual começar as pedaladas em provas logo no início do ano, mas com ausência do tempo invernal e com a companhia de alguns elemento SDT cheios de vontade de participar  no Troféu a Pedalar em Portalegre. Troféu este que se resume no somatório de pontos em de seis provas divididas diferente associas do distrito de Portalegre, divididos por escalão tem como objectivo percorrer 4 a 6 volta dependendo da idade.


Esta primeira prova foi em Alegrete numa tarde de sábado primaveril onde aparecerem cerca de 130 atletas neste tipo de eventos divididos pelos respetivos escalões, o que prova a enorme qualidade do evento.
 Cerca da 13h, saímos de Estremoz, onde tive a boleia e companhia do Pedro Guerra.
 Chegados ao campo de futebol Alegrete estava lá toda a logística e passagem do percurso. Levantamos os frontais onde já muitos atletas faziam o aquecimento e voltas de reconhecimento.
Levantado o frontal fomos trocando palavas com alguns amigos e conhecidos até cerca das 15h, onde fomos chamados por escalão com partidas intercaladas de um minuto de diferença de escalões.
Como era de esperar a concorrência do meu escalão era muita, mas nunca me intimidou, com 6 volta definidas no meu escalão, cada volta tinha cerca de 4km.
Sem qualquer conhecimento do percurso, pensei: 4x6= 24km vai ser um instante enquanto termino as minhas voltas todas!


Com a primeira volta concluída, tive a noção que o meu raciocínio estava completamente errado, o percurso muito técnico, com muita curva e contra curva entre pinheiros e eucaliptos, subidas curtas e inclinadas tornou o cada volta uma infinidade, nem tempo dava para beber agua ou géis, apesar de me sentir muito vontade neste género de percursos na parte tecnica, o meu maior problema era as rápidas e constante mudanças de inclinações .  

Da primeira volta até cair pro lado cheio de cambrias, dei tudo o que tinha e o que não tinha, rolando entre entre os cinco, seis primeiros atletas no meu escalão, embora desconhecendo o lugar, pois com os escalões a sair á nossa frente é difícil de controlar o lugar em que vamos.

À passagem da 4 volta onde já passava uma hora de corrida, as cambria começar a dar sinais, lentamente comecei a baixar o ritmo ate que a meio da quarta volta tive que por o pé no chão e fiquei “colado” sem conseguir mexer as pernas.., o que me valeu foi um elemento da organização que estava ali ao pé e prontamente de deitou no chão e me esticou as pernas..

A perna direita “desbloqueou”, agora a esquerda não dobrava nem por nada... 
Ali fiquei deitado uns bons minutos assistir o pessoal passar enquanto esperava que a perna desdobrasse.. Finalmente lá dobrou e eu já sem vontade de continuar ainda completei a quinta volta e encostei, ficando a falta a sesta volta.

Fui ao banho e aguardamos a entrega dos prémios dos vencedores enquanto fomos lanchando e repondo os líquidos com os colegas da Rota Ossa, também participaram no evento.



Em geral gostei muito do ambiente, da organização que foi cinco estrelas, o percurso duro mas divertido e devidamente balizado e assistido.  Os meus parabéns para este troféu, excelente ambiente.  

29 novembro 2017

2ª Maratona BTT Azerveira

Já muitos anos que não participava num evento de BTT no mês de Novembro e seguintes.., mas infelizmente com estado do tempo seco, sem chuva nem frio, acabou por me incentivar a participar na 2ª prova BTT da Azerveira, aldeia no concelho de Coruche, a mim como mais cerca de trezentos atletas, talvez o evento onde participei este ano com mais participantes
Aproveitando a folga da minha esposa,  tive como companhia de viagem.

A manhã começou cerca das 06:30h na sonap, local onde juntamos a comitiva SDT, composta pela participação do Guerra, A. B. Neves, Nélio, Acácio e Tânia.


Achegada com uma manhã fria a Azerveira fora perto das oito, onde já muitos betetistas enchiam a única rua da Aldeia. Levantamos os frontais, onde fomos brindados com um bom pequeno almoço de chá e fatias paridas entre outos.
Apesar de haver já muito pessoal equipado, conseguimos ficar junto a fita da box da meia-maratona de 40km, distância ao qual todos os SDT estávamos inscritos. Com alternativa tínhamos os 75km (duas voltas da meia-maratona) e ainda o passeio ainda de 20km.

Saída dentro das 9:00h algo lenta e atrapalhada, já que a box dos 75km estava na nossa frente e um minuto antes da saída ficamos todos juntos na mesma manga.

Com alguma demora lá consegui escapar-me e começar a ultrapassar muitos atletas ainda no alcatrão embora de forma tímida. 
Á saída entramos numa zona de alqueve em fila indiana o que me continuou a roubar tempo para a frente da corrida. Frente essa que já não avistava.
Com entrada nos estados comecei finalmente a passar atletas atrás de atletas, ora da minha distância, ora da distância maior.
O percurso já era esperado com zonas de muita areia, estradoes e pouco diversificado, ficando com a sensação de estar a passar duas vezes no mesmo local, no entanto notou se trabalho e vontade da organização.

Apartir dos vinte quilômetros estava isolado com mais três atletas, atletas esses que me mantive até final, ora passava, um, ora outro. Entretanto ainda tive tempo para me perder, parar apanhar um bidão, parar para colocar a corrente encravada e ficar com o alicate de picagem encalhado no meu frontal.
Mesmo assim e sem qualquer ambição ao pódio, mas sim manter ritmo, entre cerca de duas centenas de participantes a terminar os 40km com cerca de 600m desnivel, conseguir terminar em 8ª lugar a geral e 6º no meu escalão, mais uma vez prova que o meu escalão é o mais concorrido.

Foi a banho enquanto havia água quente e chuveiro livres, ficando aguardar pelos meus companheiros.

O almoço mais mais abaixo, num restaurante em coruche onde aconteceu a minha parte, o convívio relatos dos acontecimentos.

Fica os meus parabéns para a associação cultural e desportiva 3 da Azerveira que muito as gentes da terra trabalharam  para que este evento fosse um sucesso e marcando no mapa a prova os mais de 300 atletas que saíram com vontade de voltar. 

16 setembro 2017

Rota BTT do Cromeleques

Após uma paragem de uma mês e meio nos eventos de BTT, no passado domingo retomei as lides desta vez em Évora no BTT Rota dos Cromeleques.

Como representantes do SDT e de Estremoz estiveram o P. Guerra e o P. Figueiredo.
À chegada a Évora dirigimos para o secretariado junto arena que funcionou forma rápida e sem confusões, mas também não eram esperados muitos participantes, no total cerca de uma centena e meia divididos na maioria na distância mais curta de 35km e uma menor percentagem nos 55km.

Cerca de 20min antes já estávamos no local da partida/chegada Praça do Giraldo onde aguardados pelas 9:00h.

Saída pouco passava da hora onde atrás de uma viatura da organização percorremos cerca de 5km até a saída de Évora, onde se formou de imediato um pequeno grupo de cerca de 6 atletas. Com um início muito rápido e eu inscrito na distância mais pequena não hesitei em passar para a frente do grupo e puxar algumas vezes até a divisão do percurso, cerca do quilómetro 15.
Na divisão segui para a distância mais curta onde fiquei isolado.. Nao abrandei o ritmo e continuei a tudo o gaz entre grandes estradoes por entre quintas e herdades sempre sozinho e sem avistar o segundo atleta, até que mais ou menos a meio do percurso, cerca do quilómetro 20, na passagem de um ribeiro as fitas não estavam visíveis e eu continuei por um trilho encostado a esse mesmo ribeiro, onde alguns metros na ausência das fitas me fez pensar estar enganado.. Voltei novamente para trás até as

últimas fitas, onde me encontrei com o segundo atleta e onde num cabeço lá estava uma fita enrolada numa árvore que mal se via devido estar contra o sol..

Chateado por ter perdido a distância que tinha ganho para o segundo atleta, nao baixei o ritmo e na zona mais a subir fui por entre estradoes e muitos quilômetros ao lado da linha contra vento ganhei novamente preciosos segundos.
Acerca de 4 km da chegada, á entrada de évora quando já me “cheirava” a vitória deparo novamente na falta de fitas.. Desta vez já não voltei a trás, segui pela estradas de alcatrão entre o trânsito automóvel até a última rotunda antes da praça do giraldo, quando me dirigia para um policia que ali estava para perguntar se sabia de alguma coisa, o segundo classificado vindo de outra estrada, me chamou e direcionou-me pela estrada correcta até á praça onde com grande espírito de fair play deixou-me concluir a prova no merecido primeiro lugar do quase 40km com tempo de 01h:23m.

A conversar com pessoal da organização o problema da nao existência de fitas ma cidade de évora era porque já era para estar pessoal da organização e o trânsito cortado, só que fomos tão rápidos que chegamos primeiro que os staffs

Por ali aguardei a chegada do pessoal SDT que fora participar nos 55km e pela entrega de prémios.

O almoço foi por nossa conta no excelente buffet (comida e bebida) até rebentar na cozinha da graciete.

Em suma achei muito fraco o evento em geral, não só pelas marcações, bem como o percurso, falta de animação e pouco staff. Principalmente numa terra que é capital distrito..

03 agosto 2017

9º Maratona BTT Aguiar

Aproveitando a maior realização de eventos de nesta altura do ano nos arredores, voltei mais um ano a esta simpática Vila de Aguiar, concelho de Viana do Alentejo e á muito conhecida pelo famoso relógio.

Este ano voltei a ter a companhia da minha esposa e da minha filha, além da família este ano o SDT contou com o Beja Neves e o Pedro Guerra.

Cerca de três centenas de atletas confirmados no total das três distancia e concorrência a mais alto nível, obrigou-nos a sair de Estremoz antes das 7h da matina para que ficássemos o mais perto da manga.


Chegada antes das 8h esta aldeia, rapidamente fizemos o levantamento do frontal sem quais quer demoras, equipam-mos e tiramos a celebre fotos de “família”. Perto das 8:30h eu e Pedro Guerra eramos dos primeiros a passar o controlo 0, ficando mesmo junto a linha de saída, coisa que já muito tempo não me lembro de acontecer. Deixamos a bikes a marcar o lugar e fomos passando o tempo como forme podíamos.

A ultima badalada foi dada a partida, onde alguns "chicos espertos" que tem a mania que são mais importantes que os outros, faltam ao respeito, saído na frente da fita.  
O calor já era algum e a concorrência ainda maior nos 45km, pois mais uma vez os campeões das distancias maiores estavam a disputar a minha distancia onde eu e todos os meus companheiros SDT .

Saída muito rápida onde a caracterista principal desta zona era rolar, exceção este ano para a meio dos percurso haver duas autenticas paredes.. Ate ao quilómetro sete não descolei do pelotão da frente da corrida compostos per cerca de vinte atletas, onde os esticões eram um constante… Apesar disso estava motivado e sentia-me bem,ate a corrente saltar e ficar encravada entre o quadro e o pedaleiro.. Escusado será dizer que numa zona rolante parar e perder cerca de um minuto dificilmente iria chegar a frente. Não desisti e rapidamente recompôs e voltei a ganhar mais uns lugares que tinha perdido com a paragem forçada. 
Ainda fui avistando o pelotão até cerca do quilómetro 15, onde lentamente fui perdendo ao alento e companhia. Com o surgimento da subida inclinada em S. Bartolomeu do Outeiro e logo depois mais uma parede em single consegui juntar-me a dois companheiros onde juntos percorrermos os restantes quilómetros. 
A chegada a Aguiar calmante, antes de cortar a meta ainda fiz mais uma pausa a espera de encontrar a minha filha para cortar a meta com ela, pois ela sim é o meu melhor troféu

Conclui este evento que mais uma vez não tenho sido muito feliz em termos de resultados na 14º á geral e 8º no escalo com o tempo de 01:38h e apesar da excelente media conclui os 40km com um acumulado de cerca 600m.

Fui ao banho e após a comitiva Estremocense ter concluído a prova ainda bebermos umas cervejas e colocamos a conversa em dia.

Almoço foi mesmo em família em Reguengos de Monsaraz e restante tarde repartida pelas recém inauguradas praias fluviais de Mourão e Monsaraz.


Em relação a organização, mais um ano cinco estrelas, percurso muito bem marcado e assistido, com destaque para os muitos singles track e alteração para melhor no percurso em relação aos anos anteriores..