Meus rescaldos de eventos BTT

14 maio 2013

III Maratona BTT Alfundão

Para não perder ritmo ou continuar a ganhar mais.., á que continuar a pedalar em eventos de carácter mais competitivo onde neste fim-de-semana estavam agendados varias provas. Uma delas até tinha a inscrição gratuita no TBE (inscrição conquistada com o pódio de Monte Trigo), mas como não me costumo dar muito bem com inscrições "oferecidas" e como também não me estava apetecer pedalar em prova de circuito, acabei por ir até baixo Alentejo, mais precisamente Aldeia de Alfundão perto de Ferreira do Alentejo.

A manha começou por volta das 6:30h onde desta vez voltei a ter a companhia da minha namorada. A chegada fora feita por volta das 8:15h onde o sol teimava em não romper o denso nevoeiro e sem ele a temperatura estava fresca...

O levantamento do dorsal fora de forma rápida sem quaisquer confusões, só um aspecto menos bom para os brindes (tudo amostras de produtos farmacêuticos) nem um objecto relativo ao evento, mas como estamos em crise já nem estranhamos.

Que jeito deram os manguitos novamente...
Para esta prova estavam confirmados cerca de duzentos participantes divididos em duas distâncias, sendo a maior de 50km e a mais pequena um passeio de 25km.

Havendo só uma distancia "master" á partida o meu resultado final seria mais fraco, pois o pessoal que costuma ficar nos primeiros lugares das corridas iriam estar todos concentrados na mesma distancia. 
Só qual meu espanto ao ver tanta quantidade de "pros" na partida, talvez cerca de vinte já habituados a fazer pódios e andar na frente na das provas.

As 9:00h e após um curto briefing fora dada a partida onde a minha posição de saída mais uma vez não era a melhor para quem quer lutar pelos primeiros lugares. Para agravar a saída ainda percorremos algumas ruas estreitas desta pequena e simpática aldeia.
Após a voltinha guiada dentro da aldeia que para nos participantes só sérvio para afunilar mais ainda o pessoal entramos finalmente no campo onde o pelotão da frente era constituído por mais de 20 atletas que rapidamente começara a puxar, eu como estava mais atrás devido ao meu mau posicionamento limitei-me a pedalar e a seguir na cauda desse grupo, mas nunca o perdendo de vista a frente da corrida. Para esta distância já esperava uma grande velocidade pois a altimetria anunciada pela organização era de cerca de 200m.

Como o amigo Paulo lhe chama "furacão" Merino
Aos poucos e poucos fui recuperando lugares e chegado ao grupo da frente só que ao chegarmos junto a uma cerca só existia um trilho estreito á conta de uma bicicleta de cada vez, entre a cerca e uma zona lavrada. Não me apercebi e entrei nos terrões bem como mais alguns atletas, onde perdi mais uns preciosos segundos e lugares para a frente.

Á saída dessa zona critica, voltei novamente á carga para tentar minimizar o tempo perdido. Ao quilometro +/- quinze numa zona de olival e com o grupo já mais reduzido, cerca de dez elementos, juntei-me finalmente a frente da corrida, onde percorri mais uns quilómetros.
Mas como não sou de "MAMA", enverguei na cabeça da corrida onde em estradões, pastagal foi levando aquela gente toda a traz. A cerca de dez para o final finalmente o pessoal resolveu aproveitar a parte mais folgada de ir á minha boleia e ultrapassando-me fiquei no fim do grupo composto por sete elementos. Com esse esticão acabei por me atrasar uns segundos para a frente enquanto ingerir um gel e baixar o ritmo.


As 29ers também fazem cavalinhos eheh
A quatro quilómetros do fim consegui colar novamente ao grupo, onde estupidamente e novamente á semelhança de outros eventos não me sobe controlar e passei a comandar novamente a frente da corrida, só que cedo de mais, ao mesmo tempo vejo uma placa com a indicação de último quilómetro e em simultâneo o grupo todo me ultrapassar. Eu sem já ter forças para um sprint, já que o lançara sedo demais, ao fim 01:48 acabei por "morrer novamente na praia", cortando a meta ao fim de 50km mas em cavalinho, embora frustrado comigo mesmo pois o 6º lugar sabia a pouco pelo que fiz..

Altura dos morfes

Após um banho e ainda cedo para o almoço fui regando a tripa com imperial fresca na companhia do amigo Nuno e Vítor do BTT-TV e do companheiro Marcelino junto ao bonito salão onde fora servido um requintado almoço e assistimos á entrega de prémios.




Em resumo fica mais um belo evento de BTT organizado pelo grupo Falcões da Planície onde dou destaque a qualidade e quantidade dos morfes.. 
Em relação a prova em si, nenhuma critica construtiva/destrutiva apontar :-)

29 abril 2013

VI BTT da Liberdade


Com a organização do evento Estremozbike já concluída com os rescaldos dos participantes em geral positivos, posso dar como bem empregue as muitas horas de trabalho neste evento, bem como todos os restantes elementos da organização. Agora é tempo de descontrair e voltar novamente as pedaladas, onde para este fim-de-semana estavam agendadas varias provas, dei prioridade á resistência do Assumar, devido ao ter bons amigos e conhecidos do BTT Assumar, equipa esta que despensa apresentação.

A Alvorada começou já passava das 7 da matina com o termómetro a marcar 6 graus e muito vento á mistura. Foi mais uma prova que não tive companhia e embora estivesse mais dois elementos SDT inscritos, mas não tinha nada combinado...
A chega fora por volta das 8horas, onde apos levantar o frontal me juntei ao grupo do pessoal de Elvas, onde com muito frio nos fomos equipando, sem pressa pois tratava-se de uma prova de circuito onde neste tipo de evento não costuma ter muitos participantes
Mas mesmo esperados poucos estavam cerca de uma centena aguardar a partida na maioria para as duas horas.
Com a conversa e uma pequena volta de aquecimento quando cheguei ao ponto da partida já fora dos últimos a partir…

Já pouco passa das 9 horas quando foi dada a partida, com ela teria pela frente duas horas onde á semelhança do passado ano já esperava algumas zonas mais técnica e com elas mais um teste para a minha 29er, já que os "críticos" apontam desvantagens das 29 em zonas mais técnicas.

Até faz pó..
Os primeiros quatro quilómetros foram muito rápidos, apesar do vento forte de frente, coloquei logo junto ao grupo dos primeiros onde já não os larguei. 

O amigo Tiago e o Diogo, atletas da terra são que ficaram logo isolados na frente. Antes de fazer a primeira volta e com passagem na zona mais técnica do percurso entre muitos drops, passagens por cima de pedras, troncos de árvores, arbustos zig zags, valas inclinadas, andei sempre com o “coração nas mãos” com muitas razias e apanhei alguns sustos mas sempre sem perder distancia para o pessoal da frente.

Ao fim de 9,5km estava concluída a primeira volta onde na passagem na aldeia ultrapassei mais dois participantes das duas horas ficando na terceira posição da geral e segundo das duas horas a cerca de 30 segundos da dupla da frente, mais ainda tinha mais de 1:30h pela frente...
Na passagem pela segunda volta mantinha o mesmo tempo para a dupla da frente, mas em contra partida já tinha alguma vantagem para o pessoal atrás ficando isolado.

Os manguitos da moda...
Até final fui gerindo, dobrando muito pessoal mais atrasado que muito simpaticamente ia abrindo espaço para eu passar, nas zonas mais técnicas ao final da segunda volta já tinha resolvido o problema, fui-lhe apanhando o jeito e ganhar confiança na bike e foi sempre “a pano”.
Ate final das duas horas mantiveram sempre a diferença dos 30 a 40 segundos para a dupla e fui ganho vantagem para os meus perseguidores. 

No final completei 48km em 5 voltas onde terminei na 2º posição a cerca de um minuto do primeiro e com mais de 5min para o terceiro...
Os três primeiros classificados
Alem do meu bom resultado foi mais um teste desta vez á técnica e agilidade superado pela minha 29er.

Apos entrega de prémios e o fast recover habitual de cevada, tomei um duche e aguardei junto á zona da passagem dos participantes das 4 horas pela hora de almoço, que fora por volta das 14h onde almocei na companhia dos amigos do CCBTT de Elvas..

Em geral fica mais um belo evento de BTT com um percurso muito engraçado, com uma dificuldade quente baste e muita simpatia e atenção do Assumar.

15 abril 2013

VI Raid BTT "Rota do Degebe"


A um fim-de-semana da Estremozbike, prova esta que faço parte na organização e que me fará abdicar de alguns dias sem fazer qualquer actividade física, resolvi testar (manter) a forma física no raid em S. Manços. Nada melhor para aquecimento do que andar na tarde de sábado cerca de 3 horas agarrado a uma máquina roçadora a cortar erva nas subidas para Evoramonte.

A manha começou perto das 7:00h onde tive como companhia no banco do pendura uma banana lol, já que fui o único representante SDT e Estremocense  Desta vez nem a minha namorada me acompanhou por motivos de trabalho.

Por volta das 8 horas chego a S. Manços onde procuro o local do secretariado que fora no campo de futebol. Após levantar o dorsal lentamente fui-me equipando e dando umas lerias com o pessoal conhecido.

Perto das nove vou para o local da partida, numa rua perto da igreja onde apesar de não serem esperados muitos participantes quando fui para o arco da meta já fiquei na terceira fila. Esta prova contou com a presença de cerca de cento e cinquenta participantes divididos pelo passeio de 30Km e pelo raid de 55km, distancia maior onde participei e já esperava muito rápida pela característica da zona.

Por volta da hora marcada foi dada a partida onde percorremos algumas ruas da aldeia e que sérvio para me aproximar mais do pessoal da frente da corrida.

A saída da aldeia em estradão comecei rapidamente a ganhar lugares onde ao fim de uma a dois quilómetros já estava na frente da corrida a "rebocar" aquela gente sem olhar a poupanças ao contrario de muitos.., como á semelhança de Monte Trigo o "furacão" Merino como o amigo Paulo Roseta lhe chamou quando vou a puxar e assim  começo logo de inicio a partir o pessoal..
Na frente da corrida, SDT 4ever
Ao fim de uns quilómetros abrandei o ritmo e chegado á separação estava num grupo com cerca de oito participantes que não descolavam. Com um sobe e desce constante cerca dos dez quilómetros perdi o contacto com os três primeiros mas estavam sempre debaixo do olho cerca de cem metros mais á frente.

Na junção de percurso com o passeio, sendo uma parte mais rolante, voltei a "rodar" o punho e alcancei os três primeiros onde mais uma vez não hesitei e passei para a frente novamente a puxar.

Mais alguns quilómetros e surgi-o uma subida num olival mais íngreme e longa onde voltei a perder alguma distancia, recuperando novamente o grupo um pouco mais á frente onde passei novamente para a liderança até começar avistar S. Manços com cerca de 47km percorridos e onde acabou pôr se juntar mais um participante ao grupo que ficou composto por cinco elementos.

Indo eu ainda na frente da corrida já estava com indícios de cambrias e cansaço físico. O que me animava era já estar avistar S. Manços, calculei que a meta estava próxima e que os lugares iriam ser disputados ao sprint entre nós os cinco, mas desconhecendo a distância e local da meta. Pela primeira vez vejo um participante que andou sempre no nosso grupo da frente á "mama", sem sequer ter puxado uma única vez, ataca e passa-me á frente, com ele os respectivos três participantes. O meu cálculo estava certo, seria uma chegada ao sprint só desconhecia que a meta ficava mesmo ponto da partida após passagem por uma ponte á conta de um carro. Quando entrei em conjunto com os outros participantes em grande velocidade (cerca de 31km/h, por indicação do registo do gps) tentei dar a cuva para entrar na ponte por dentro encostado ao muro já que a entrada era em curva, quando a roda da frente escorregou no piso e onde só me lembro de imaginar a minha cara a embater na ponte ou todo o corpo a embater no varandim da mesma.
Partida com passagem na ponte ..
Como uma dose se sorte, milagre ou experiência  retirei intuitamente o pé do pedal esquerdo usando os travões e o pé que parece ter colado ao chão fiz um pião por completo num espaço de 3 metros que era a largura da ponte, ficando virado para o lado onde vinha de caras com dois elementos da organização. Só me lembro de olhar para o pessoal e ver a cara pálida deles ao mesmo tempo ironicamente disse “são muitos anos a virar frangos”.

Completamente "borrado" segui caminho de mais uma centena de metros acabando por terminar injustamente a prova no 5º lugar com o tempo de 01h:51m, agora tenho que ser justo, quem ganhou teve mérito, esperteza e conhecimento do percurso mas não merecia a vitoria.., bem como eu mercia uma posição melhor por tudo que fiz durante a prova, mas como no ciclismo o BTT é mesmo assim.

Após chegada foi tomar um belo banho e depois beber três fast recovers encanto foi assistido a chegada de alguns participantes. Pela primeira vez vou a uma prova sem almoço terei eu a dar tendências á pró!!! Lol. Como não tinha companhia preferi vir mesmo almoçar a Estremoz.

Em relação á organização em geral esteve bem dentro do mediado, talvez mais algumas marcações de perigo e alguns pormenores que por vezes fazem a diferencia…

18 março 2013

13º PASSEIO BTTTRIGO


Para este fim-de-semana estavam agendados dois eventos dentro das proximidades de Estremoz, o 5º passeio por Tilhos e Caminhos da Terrugem de andamento livre e contagem de tempos e mais longe em Monte do Trigo teve lugar o 13º passeio/maratona já meu conhecido por ter lá participado duas vezes.

Por exclusões de parte tudo apontava a minha participação na Terrugem, mas era preciso o tempo ajudar... No início da semana sugiro um provável negócio para venda das minhas rodas 26er. Interessado que iria participar na prova de Monte de Trigo e que me fez mudar os planos.
Fui acompanhando as previsões climatéricas para o fim-de-semana, que mais uma vez não eram nada favoráveis. Mas com tinha o negócio das rodas, caso não participasse iria aproveitar o almoço e fechar o negócio.

A manha começou perto das 7 da manha com algum sol, embora envergonhado, já que antes tinha chovido durante a noite. Fui buscar a Lúcia, minha namorada e que já muito tempo que não íamos sozinhos a um evento.

Com a Lúcia e o amigo Nuno Amaral do BTT-TV
Á chegada com o sol a dar um ar da sua graça e com confiança transmitida pela organização que os trilhos estavam em bons condições para pedalar, levantei frontal com um pequeno saco de brindes (mas também estamos em crise).
Enquanto me foi equipando foi revendo e cumprimentando o pessoal amigalhaço deste eventos.
Perto da hora já me encontrava junto da linha de partida com algum pessoal á minha frente.

Á partida esta prova para mim estava carregada de testes, seria o tudo ou nada e a "vingança" já na anterior edição de Monte trigo não terminei por problemas mecânicos.
Á seis meses que não participava em nenhuma prova competitiva, logo á falta de ritmo era esperada. Para ajudar á festa á quinze dia que não andava de bike (o que me tem valido tem sido a corrida, natação e ginásio durante a semana). A favor seria a estreia do meu novo tractor 29er bem como fisicamente com menos 5kg. 

Á ultima badalada do sino da torre da igreja foi dada a partida onde aos dois quilómetros percorridos encostei ao grupo da frente com cerca de 15 elementos, onde os da cabeça do pelotão já olhavam para traz a ver que iria assumir a frente da corrida. Como era o tudo ou nada nem pensei duas vezes e passei logo eu para a frente, onde num percurso muito rápido em grande ritmo fui-me aguentando quase sempre na frente do pessoal.

A liderar
Ao quilómetro 15 com o grupo cada vez mais partido percorremos um pouco de alcatrão que sérvio para eu baixar um pouco o ritmo. Á conversa com o Rafael Lutas (no final vencedor dos 65km) me avisou para eu "abrandar" pois o pessoal estava todo andar á minha "mana"!!. Eu respondi-lhe, “-hoje é até "rebentar" e cair para o lado...”
Apos essa passagens em alcatrão e com a entrada novamente em mato, fizemos algumas subidas curtas e inclinadas com uma passagem muito perto do alto do S. Pedro onde eu seguia na 3ª posição mesmo atrás dos outros atletas. Após mais uma serie de pequenas subida surgi-o um espectacular single na maior parte por meio de estevas e que sérvio para alargar mais a minha diferença para os que vinham atrás..

Á saída do single e após uma passagem por dentro de uma barraca num monte aconteceu uma peripécia que nunca mais me irei esquecer. Fui atacado por um pato ganço que abriu as asas e vou para cima de mim, mas com rápidos reflexos dei-lhe um murro com a mão direita e segui.
Alto S. Pedro

Ate á divisão já com cerca de 25km pedalados surgi-o mais um single onde estava a Lúcia a tirar umas fotos e a me prestar apoio psicológico. 
Na divisão segui a seta dos 45km e os outros dois atletas seguiram para os 65km, ficando isolado e logo para meu azar onde estava situada a maior dificuldade do percurso com mais algumas subidas ate ao S. Pedro. Dificuldade essa agravada com as cambrias a começar a "morder" e eu arrependido de não ter levado uma ampola de magnésio enquanto ia pensando para mim. "Vais morrer na praia"...
Sozinho em grande esforço físico mas sem adversários á vista foi subido até ao alto de S. Pedro onde os músculos estavam presos com as cambrias que me dificultaram a progressão...

Talvez a minha sorte foi que do Alto do S. Pedro até Monte Trigo o percurso era praticamente a rolar. Já com aspecto de chuva voltei novamente a meter um ritmo muito forte e ao fim de 40km percorridos com um acumulado de 800m em 01h:41m, cheguei isolado em 1º lugar, onde pela primeira vez a minha namorada me pode ver curta a meta em primeiro.

A melhor forma de começar o ano..
Após a entrega de prémios (um oferta de uma inscrição para o troféu de Évora) e já debaixo de chuva lavei a bike e tomei um merecido banho de água quentinha.

Dirigi-me para a local do almoço onde foi bebendo umas imperiais e fazendo tempo que começassem a servir o grão, á conversa com um amigo da organização vim a saber que a vitima seguinte do pato foi o Marco Chagas que segui atrás de mim e que acabou mesmo por cair.

Em suma este evento vai ficar marcado na memória não só pelo ataque do ganso eheh, mas como uma grande vitoria sem "espinhas" onde dominei do inicio ao fim e logo com a estreia da 29er. Não faz milagres mas com umas boas "pernas" ajuda.

04 março 2013

Geo Tour -Aldeias de Xisto (Fundão)

Este evento acabou por ser o meu primeiro desafio deste ano presente. Desafio este de dois dias por trilhos em Aldeias de Xisto no concelho do Fundão,  que serviu de teste para minha nova maquina e testar a minha condição física.

Esta prova foi organizada pelo grupo de BTT da Gardunha e teve como objectivo principal dar a descobrir as Aldeias de Xisto do concelho do Fundão,  onde a orientação/navegação fora feita por GPS. Uma estreia e novidade para mim este tipo de evento de BTT...


A caminho do "calvário", reina alegria como sempre..
Dia 1 (Sábado). Começou cerca das 6 da matina onde tive a companhia de mais cinco companheiros do SDT ( J. Dias, V. Catambas, P, Guerra, J. Júlio e J. Marques).
Fizemos a viagem em conjunto na mesma viatura a caminho do Fundão na carrinha dos amigos e companheiros de BTT da Associação Rota d'Ossa, cedida gentilmente para que pudéssemos ir todos juntos...



A chegada fora feita perto da 10h onde lentamente nos fomos equipando. Deixamos os sacos com a organização que posteriormente transportaria para o local onde iríamos terminar a prova do primeiro dia e lá pernoitar (Cabeça do Pião).

A partida só seria dada por volta das 11h onde estavam presentes cerca de cem participantes (numero limitado pela organização), uns participaram em equipa s duplas outros individuais.
O SDT apresentou-se com três duplas e já tínhamos combinado que o objectivo principal seria a conclusão do evento em conjunto nos dois dias.

Já passavam das 11 horas e após um curto briefing quando foram dadas as quatro partidas (divisão de pessoal em quatro grupos com partida intercalada de cinco em cinco minutos). Escusado será dizer que a mim e ao meu companheiro de dupla J. Dias calhou o ultimo grupo a sair...

Os primeiros quilómetros foram muito rápidos, com poucas subidas onde apos cerca de dez quilómetros apanha-mos as outras duas duplas do SDT.
Sem espirito competitivo andemos sempre juntos, bem com mais outras equipas que iam se juntando a nos e após alguns minutos se afastando.

Ao quilómetro quinze, começaram as dificuldades com a primeira longa subida até as ventoinhas eólicas a cerca de 900m de altitude, onde tivemos o primeiro contacto com a neve ainda por derreter...

Bogas.., abastecimento com Sagres
A partir daí começou um sobe e desce por entre muitos vales, passagem pelas pequenas aldeias, onde na Aldeia de Bogas de Baixo ainda lhe apliquei um sumo de cevada e alguns companheiros umas minis como abastecimento de líquidos...

Os últimos 10 quilómetros foram pedalados juntos ao Rio Zêzere em alguns magníficos singles tracks e passagem por bonitas aldeias de xisto.

Ao fim de 64km, com um acumulado superior a 1700m e com algum empeno de alguns elementos SDT que estavam menos preparados para tão dura prova, lá estava a Cabeça do Pião (local de uma antiga mina onde só estava habitada a pousada da juventude, local onde iríamos dormir e avistar as torres do alto da Serra da Estrela).
As bikes após uma lavagem curta ficaram arrumadas dentro de umas casas mesmo ao lado da chegada/partida para 2º dia.

Arruma-mos os sacos nessa mesma pousada após um banho de agua quase fria e fomos para a zona da chegada onde fizemos tempo que chegassem as carrinhas da organização (que acabou por ser só uma a fazer o transporte) para nos levarem a jantar á localidade de Silvares, uma povoação a cerca de 8 km da dormida.

O jantar fora umas entradas de feijão e grão, uma sopa e depois um esparguete com carne picada acompanha de umas medias Sagres que paguei á parte no bar da Associação pois só havia vinho.

Após o jantar e mais um briefing voltamos novamente na carrinha para Cabeça do Pião onde descansa-mos ao som de foguetes e morteiros... eheh

Dia 2 (domingo). Era esperado o dia mais duro, com cerca de 80km e mais de  2300m de subidas onde o cansaço do primeiro dia era acumulado a condicionar mais ainda esta prova.

Alvorada por volta das 7:30 onde foi o ultimo alevantar "terrado" da cama no quarto em que me fez revivi o tempo de tropa (com cerca de 14 pessoas no mesmo quarto).

Inicio do 2º dia equipa 2 atleta A e B.
Após o pequeno-almoço fui para a zona da partida onde já passava das 9 horas quando iniciamos as pedaladas e mais uma vez calhou-me o ultimo grupo.

E fui o último mais o João a partir, ainda tivemos tempo para umas fotos junto á exploração da mina. Sem grande pressa, pois havia muitos quilómetros a percorrer fomos seguindo o GPS que nos ia indicando(de vez em quando falhávamos os trilhos e toca a voltar a traz..lol). Com muitas fotos pelo meio até apanharmos os nosso companheiros do SDT ao inicio de uma grande subida, cerca do quilometro 15 já percorrido...


Linda imagem do grande TEAM Sobe e Desce..
Neste segundo dia os trilhos foram muito mais diversificados, tanto em piso como em paisagem...

Ao quilómetro 40 apareceu o abastecimento com pessoal da organização onde estava tudo impecável, com bolicaos, bolos, chocolates, aguas com sais etc..., junto a uma bonita ponte em pedra, onde ao lado havia um acolhedor e rústico bar onde aproveitei para beber uma media e aquecer os dedos dos pés e mãos que estavam completamente gelados..

Após o abastecimento lá seguimos viagem para mais uns tantos quilómetros como os ate ali pedalados e onde ao nosso grupo se juntou novamente a outra dupla que nos fez companhia durante alguns quilómetros...

Faltavam cerca de 15km para a chegada quando começaram a cair as primeiras pingas e que foram engrossando ate chegarmos ao Fundão completamente encharcados, mas principalmente felizes e alegres a cantar o nosso hino SDT por chegamos ao fim...

E assim todos juntos cortamos a meta, mas antes ainda falhamos o local da entrada do multiusos...eheh.

Mais de sete horas, a tão desejada meta..
Após 79km com mais de 2300m de acumulado e cerca de 7 horas a pedalar de em cima da bike vimos nosso objectivo concluído.

Toma-mos banho pela segunda vez.., e lanchamos uma lasanha junto ao local da chegada oferecida pela organização..

Foram dois dias com mais de 140km a pedalar em mais de 4000m de subidas e mais de 12 horas em cima da bicicleta, onde mesmo em espirito de brincadeira ficamos a meio da tabela classificativa por equipas.

Ficará na memoria uma experiência única e completamente diferente onde o verdadeiro vencedor foi mais uma vez a amizade e camaradagem que vivemos nestes dois dias.. Não á vitoria melhor que saborear amizade e a entre ajuda de amigos verdadeiros e puros...

21 fevereiro 2013

Cannondale F29



Após algumas pesquisas na net sobre todos os componentes que equipam a minha Cannondale F29, aqui ficam as fotos dos respectivos componentes da minha F29 Alloy 1 com as descrições dos mesmos retiradas de alguns sites...






   
Nova LEFTY PBR 90 29, TECNOLOGIA HÍBRIDA ROLAMENTO AGULHA




A nova suspensão teve mudanças 
muito importantes em relação ao modelo anterior. Principalmente no que diz respeito ao formato e selagem da suspensão.

A “tecnologia chave” da construção da nova Lefty é o que a Cannondale batizou de Hybrid Needle Bearing System. Essa tecnologia utiliza um sistema de rolamentos são esteiras de agulhas dentro da suspensão, que mudam completamente o comportamento desta, deixando-a mais rígida e suave.




Essa nova tecnologia permitiu uma mudança importante na suspensão, além de distribuir a pressão da torção de uma forma mais homogênea dentro do corpo da suspensão, o sistema híbrido de rolamentos de agulhas permitiu que o formato da Lefty deixasse se ser quadrado e passou a ser cilíndrico.



Isso porque o sistema de agulhas desliza por uma estrutura quadrada por dentro da suspensão, evitando que ela saia da posição devido aos impactos. Dessa forma, a suspensão é quadrada por dentro e redonda por fora. O que, de acordo com a Cannondale, deixou a suspensão extremamente rígida, é o sistema de dupla coroa invertida que prende a suspensão no quadro.



Aros WTB FREQUÊNCIA RACE I19, soldados, ilhós, 32 furos

WTB Frequência TCS I19, combinar o melhor de tudo - compatível UST aro formas de contas projectados para ajudar a manter os pneus nas jantes melhor, enquanto a fita e sistema selante raspa o peso de crítica.

Com TCS, tecnologia 4D falou de perfuração, 7000 liga de série, eu feixe de construção, CID, e rampa de acesso.


Cubo traseiro SRAM X9

Material: Alumínio, comprimento do eixo: 145mm
Movimentado através de rolamentos selados, para blocagem padrão.  Montagem do disco através de 6 parafusos.

Flange maior no lado do disco que gera uma roda mais forte para aguentar as pressões da transmissão e frenagem.
Compatível com 8, 9 ou 10 velocidades. Leve e durável de 32 furos.


Raios DT SWISS COMPETIÇÃO



Um dos raios mais versáteis line-up. Os raios DT Swiss são feitos através de um forte processo de dupla butting fortalecimento do raio e tornando-o perfeito para muitas aplicações. 


Pneus Race-King 29x2.25

Agora considerado um pneu lendário, o Race King anunciava o advento da actual gama de pneus Continental MTB. Irina Kalentieva ganhou dois campeonatos mundiais com pneus Race-King, bem como inúmeras outras vitórias.

Quando está seco, o Race-King é mais rápido, mais limpo e mais seguro.

resistência ao rolamento é quase a par com pneus da bicicleta de corrida. O RS e modelos de protecção são desenvolvidos e produzidos em Korbach, Alemanha, com os nossos melhores materiais, como Composto Borracha Negra que garantem resistência e significativamente melhor rolamento e protecção contra furos respectivamente.

Apresenta na sua composição um maior número de moléculas, que estão ligadas umas às outras de maneira extremamente coesa, permitindo assim um aumento da sua longevidade


 Pedaleira SRAM S1400 BB30, 38/24 (dois pratos)

A SRAM S1400 oferece durabilidade e acessibilidade num pacote que não será como "tanques de guerra" em peso...

OCT Hollow Forged é feito de uma única massa de prémio liga AL-7075-TV que é empurrado, puxado e espremido em um braço de crank oco. Este processo cria um crank de braço oco  com força superior, sem acrescentar qualquer peso desnecessário.

Mudando com a transmissão, SRAM X-Glide proporcionar mudanças suaves, em qualquer momento. Não importa se você está acima ou abaixo de mudança de mudança, você vai ficar impecável mudando.


Eixo SRAM BB30

Nomeado para o tamanho do eixo desejado - peso cortes de até 100 gramas, estreita fator-Q, aumenta a liberação no tornozelo e ups durabilidade rolamento.

É um padrão bastante novo envolvendo requisitos diferentes de quadros e design  de cranks. Junto com um fuso de 30 mm, que exige uma 68 mm de grandes dimensões ou 73 milímetros pedaleiro e pressione rolamentos ajuste mantidos no lugar por anéis elásticos.


Corrente KMC X10


Maior durabilidade: Com exclusivo tratamento SP (StrechProof), a durabilidade foi efectivamente melhorada, reduzindo o atrito entre as placas internas e pinos. Como resultado, a vida útil da corrente foi significativamente prolongado.


Cassete SRAM PG 1030, 11-36, 10-SPEED

Desempenho é optimizado, Cassete por perfil de dente e projecto da rampa para o índice de mudança rápida e positiva mudança. 

A cassete de forma eficiente desloca positivamente em todas as situações de alto desempenho. 

Os novos conjuntos dentados (1050/1070) apresenta uma construção semi-spidered por uma rigidez máxima à relação de peso e está disponível em sete configurações optimizadas para melhor corresponder uma ampla variedade de usos, embora com um senão, as suas 398g..


Desviador dianteiro SRAM X7

Com o sistema X-Glide é o denominador comum que dá 2X10 desempenho inigualável mudando.

Quatro locais idênticos upshift, pronto para ser captado por qualquer ligação externa. Resultado? Timing perfeito, mudanças quase instantâneas, para cima ou para baixo, mesmo sob carga.


Desviador Traseiro SRAM X9, 10-VELOCIDADE

A linha Sram X9 oferece praticamente todos os benefícios tecnológicos e recursos da linha X0, entretanto a custo bem mais acessível.

A nova tecnologia SRAM Exact Actuation fornece altíssima precisão necessária nas novas relações de 10v. O cage em carbono e o corpo do câmbio em alumínio é o conjunto perfeito entre peso e resistência, somente 204 gramas para o câmbio medium cage.

Tecnologias :

- Exact Actuation Ratio :
Quando lançamos o sistema de ciclismo de estrada totalmente redesenhado, nós aplicamos todas as tecnologias do comprovado mecanismo SRAM 1:1 do MTB no cabeamento de 10 velocidades. O Exact Actuation ajuda a simplificar e estabilizar o difícil balanceamento de câmbio traseiro e gancheira, espaço apertado entre as engrenagens do cassete e tensão de cabo exatas. O resultado : O sistema de indexação de marchas mais fácil de se regular e preciso de se utilizar. Após regulado, ele fica dessa forma por muito mais tempo.
 
- Direct Route Tecnology :
Ao se remover do câmbio o sistema intermediário de atuação, o cambeamento se tornou muito mais rápido, preciso, leve e com melhor resposta. Toda a fricção foi reduzida ao ligar diretamente o conduíte e o cabo da marcha ao sistema de atuação do câmbio. Isto causa um menor esforço a cada utilização de troca de marcha.



Manípulos de mudanças SRAM X9

A linha Sram X9 oferece praticamente todos os benefícios tecnológicos e recursos da linha X0, entretanto a custo bem mais acessível.
Entre estas tecnologias estão a Matchmaker, Zero Loss Travel, Exact Actuation, Direct Route.

 Tecnologias :

- Matchmaker :
Tecnologia desenvolvida pela Sram que integra num mesmo ''clamp'', a abraçadeira do passador e das manetes Avid, além do sistema Pushloc da Rock Shox. Isto define um guidon muito mais limpo e livre para a montagem de outros equipamentos, além da óbvia vantagem de redução de peso.

- Zero Loss Travel :
Uma das características mais impressionantes do sistema Sram X0 e X9, o Zero Loss Travel designa que não há ''folga'' quando se começa a accionar o passador de marcha. Ou seja, quando se encosta no botão do passador, o câmbio imediatamente começa seu movimento. Isto torna o cabeamento muito preciso, rápido e perfeito.

- Direct Route Tecnology :
Ao se remover o sistema intermediário de actuação, o cabeamento se tornou muito mais rápido, preciso, leve e com melhor resposta. Toda a fricção foi reduzida ao ligar directamente o conduíte e o cabo da marcha ao sistema de actuação do câmbio. Isto causa um menor esforço a cada utilização de troca de marcha.


Punhos

100% Silicone optimizado para absorção de vibrações, boa aderência mesmo em condições de chuva e lama, resistente a raios UV, aderência molhado ou seco.

Reduz dormência na mão. Adesão ao guiador: Sem ser necessário cola, laca, ou lock-ons. Os punhos não giram.


Avanço CANNONDALE OPI

Integração de Sistemas combina redução de peso e design limpo inovadora de 2 peças de design de rosca. É feito de alumínio 2024 leve. Com interface de 31.8mm. Integrado, leve e tornando muito mais fácil de dominar a bicicleta.







Travões AVID ELIXIR 7 com disco na frente de  180mm e 160mm na traseira

Skimping recursos apenas não é o estilo da Avid. É por isso que Elixir 7 combina a precisão comprovada e sentir da linha Elixir, trazendo para a mesa muitas das características encontradas em Elixir 9, incluindo a próxima geração de tecnologia de TaperBore, HS1 rotores, e um sistema de porta renovada que faz Elixir 7 uma pressão para sangrar. Os Bore Taper se refere a um único sistema de fechamento de patente pendente, com reservatório integrado. Ele economiza peso, parece super-elegante, melhora comentários alavanca, e mais importante, oferece mais poder e controle.

Podemos ajustar o ponto em movimento a alavanca, onde as almofadas em contacto com o rotor. Isso permite que combinaremos perfeitamente com o conforto da mão com força no freio e ele permite equilibrar as duas alavancas para as almofadas de envolver os rotores no mesmo local. Além disso, o travão oferece um regulador de alcance indexado. O Poder Geometria Reserva move o ponto pivot da alavanca do travão tão perto da barra do punho possível, optimizando ergonomia travagem muito.
Outros destaques são os discos de freio HS1 que reduzem o peso e pistões maiores, para poder de parada melhor. Os pistões maiores produzem energia geral que fica a meio caminho entre Juicy e do Código. Tri-Align O sistema de posicionamento pinça é uma razão pela qual nunca houve um freio mais fácil de instalar. Apenas soltar os parafusos um pouco, e apertar a alavanca de freio ao apertar os parafusos novamente. Pinça alinhamento perfeito, e você mal teve de colocar para baixo sua bebida!

A construção aberta da pinça de freio permite fácil substituição das pastilhas de carregamento superior. O gotejamento livre de sangramento sistema faz a manutenção de um passeio no parque. , o freio é entregue preenchida e sangrou. Por favor, preste atenção ao máximo. diâmetro do disco permitidas, dependendo do seu garfo! 
Nota: Os travões são entregues com adaptadores para Postmount e IS2000. Eles podem ser montados em todos os garfos com 160 milímetros tomada PM/IS2000. A versão de 160 milímetros é apenas fornecida com IS2000 adaptador, como por Postmount nenhuma placa é necessária. O disco de freio é compatível com todos os atuais centros de seis buracos de disco.

Selim Selle Italia SLR

Selim SLR combina as mais altas propriedades do carbono, este é extremamente leve e com uma resistência garantida, o uso da lorica na cobertura proporciona uma maior durabilidade e uma maior resistência à abrasão. Para um maior conforto este tem também um corte anatómico na zona da próstata.

Nova fisionomia do SLR. A partir de um simples olhar, as alterações para a borda inferior dos flancos traseiros são claras - há um separador diferente adicional sobre os bordos da frente das asas de sela. Estas áreas estão cobertas de protecção resistente ao desgaste Kevlar para afastar danos acidente de luz eo dia-a-dia 'encostado' arranhões que podem arruinar parte superior sela frágeis.

O perfil do nariz é plana como por o antigo modelo, embora a ponta sente um pouco mais acolchoada do que antes. Conforto sela é um grande factor de forma do casco e flexibilidade e Selle Italia usar 30 por cento de carbono-infundido plástico para sintonizar um grau de flex. No caso do modelo de fluxo recorte nós testamos o efeito é ligeiramente ampliada em relação à versão recorte não.


Espuma ‘Bio Fit’ Selle Italia própria memória é usada na sela. Isso realmente não tomar nota dos seus pontos de pressão sit ossos, e mais alguns passeios começa a moldar-se à sua ergonomia específicos para um ajuste realmente personalizado. Extremidade traseira da sela ainda é 130 milímetros de largura e enquanto isso é normal, nós adoraríamos Selle Italia seguir Especializada e nos dar uma opção de 140 milímetros para os momentos em que estamos sentados o dia todo.


Espigão de selim KCNC 8000 pro lite






O espigão Ti Pro Lite da KCNC é um dos mais leves do mercado. 

O tubo principal é maquinado em scândio , enquanto a parte superior  é em alumínio 7075 com parafusos de titânio.


Grades de bidons Elite




Construção de vidro reforçado com fibra de poliamida é durável, macia e atraente.

Elastômero de borracha ajustável, adapta-se a formas de garrafas e absorve a vibração

Perfeito para qualquer viagem, a partir de sua corrida de domingo para a Champs-Élysées

Pedais Shimano XT


Os pedais XT SPD foram concebidos para as exigências de competição em trilhos ao mesmo tempo que são perfeitos para cross country. Os pedais XT são ideais para singletracks e descidas muito técnicas, situações em que é preciso muito controlo e confiança.




Leves e de elevado rendimento com a parte principal em liga forjada, um eixo em chrome-moly e a interface do cleat foi também revisto para possibilitar uma maior estabilidade, a  caixa fina e oval para o eixo para que se liberte da lama de forma eficaz reduzindo assim a fricção. 

O sistema do eixo de cartucho selado para maior segurança e uma manutenção mais simples e menos frequente. Sistema de encaixe simples e ajuste da tensão oferece muito apoio e permite que o cleat fique no seu lugar para que se sinta mais seguro no trilho




Guiador TFHPC 29er Carbon

Guiador 29er é feito em fibra de carbono UD, tendo vantagens das propriedades do material: luz e amortecimento. Graças facilmente personalizáveis ​​à sua corte e marcas de inclinação, proporciona o controle perfeito para a posição desejada pedalar este com um angulo de 9 graus, mediada 31.8x 680mm e um peso abaixo dos 180g.







Peso final