Meus rescaldos de eventos BTT

16 março 2010

Trilhos de Açafa 2010 (Vila Velha de Rodão)

Após já ter recomposto da fraca maratona de Tomar, passados oito dias foi tempo de ir pedalar pelos trilhos da Açafa em Vila Velha de Ródão, já que nunca tinha pedalado pela aquela zona e as fotos que vi no fórum deixaram-me maravilhado pela paisagem e com uma enorme vontade de pedalar por aqueles trilhos...

Esta prova teve a organização do grupo desportivo dos B. V. de Vila Velha Ródão e que contou com mais de quatrocentos e cinquenta participantes. Nove bettistas eram os estremocenses e meus colegas do SDT (J. Marques, J. Garcia,J. Silva, V. Catambas, D. Cochicho, P. Perdigão, P. Guerra e o A. Pucarinhas), e como mais alguns familiares. 

Para V. Velha fui á boleia com o P. Guerra, o Perdigão e o Calimero, um pouco atrasada em relação á hora combinada, o que costuma ser normal... 
O dia nascera de sol e calor, ficando assim reunidas todas as condições para um excelente dia de BTT. 

Uma "bomba"
Logo á chegada fomos brindados com um pequeno-almoço muito diversificado e em grande quantidade de bolos, doces queijos, paios, etc., feitos pelas pessoas da terra/organização, mas como o tempo para a partida já não era muito, levantamos os dorsais rapidamente com oferta de um frasco de mel e umas bolachas da região. 

Há partida e como ultimamente iria participar na meia-maratona de 35km, onde já esperava alguma dificuldade inicialmente pelo gráfico da altimetria (cerca de 800m), bem como a zona situada nas margens do Tejo. 

Desta vez não consegui partir dos lugares da frente como tem sido habitual, atrasando-me um pouco para os primeiros.  Ao quilometro 6 começamos logo a subir uma grande e longa subida que mais fazia lembrar estarmos na nossa Serra d'Ossa com mais de 4km, onde fui recuperando algumas posições. Após essa penosa subida aparecer um single muito técnico e espectacular pelo meio do eucaliptal, bem como seguidamente uma enorme descida que ate fez doer as mão e os braços, com tanto travar..  

Com metade dos quilómetros já percorridos, passamos pela aldeia de Salavessa onde a quantidade de público nos surpreendeu e nos incentivou para os restantes quilómetros, esses que foram mesmo há beira do rio Tejo por mais um magnífico e longo single track que deixou todos os participantes encantados e eu fui continuando a subir mais uns lugares. 
As marcações/sinalizações e abastecimentos foram igualmente de grande nível, onde a presença dos bombeiros fora uma constante durante todo o percurso bem como o pessoal da organização. 

A minha chegada a V.Velha ainda consegui no alcatrão ganhar mais dois ou três lugares sentido-me muito bem fisicamente e com pena de não haver mais cinco quilometros para tentar subir mais alguns lugares. Ao fim de trinta e seis quilómetros, conclui a minha participação com trezentos e vinte e sete bettistas neste percurso, acabando no 7º lugar a três minutos do primeiro com o tempo de 1h:53mim.(ver classificação

Após a minha chegada e lavagem da bike, onde só existia uma maquina de pressão, aguardei pela chegada dos meus companheiros SDT, e depois veio o banho de agua gelada...

Após almoço, no belo espaço
O almoço fora servido debaixo de uma tenda, mesmo ao lado de onde fora a partida/chegada dos participantes onde as gentes da terra com enorme simpatia prepararam um magnífico almoço em fartura e diversidade.

Fica em resumo uma magnífica maratona onde todos os participantes saíram de certeza bastante satisfeitos pela excelente organização e simpatia com que nos acolheram, bem como as marcações e magníficos trilhos por onde pedalamos, fica só um pequeno senão para os banhos de água fria. Fica a promessa que para o ano estarei novamente presente...

10 março 2010

2ª Maratona de Tomar

Esta foi a segunda maratona da cidade de Tomar, organizada com a parceria de uma loja de bicicletas e com a Associação TT Minjoelho que contou com a presença de cerca de trezentos e cinquenta participantes antes da partida. 

A partida de Estremoz em direcção a Tomar ficou marcada para 6 da matina onde me fizeram companhia e representação do SDT o Carlos Bilro, João Garcia e o João Marques, bem como a sua família e a minha namorada Lucia.

A chegada fomos levantar os habituais dorsais sem grandes demoras onde o brinde eram uma t-shirt alusiva ao evento. 

A partida começara logo mal com meia hora de atraso, pois estava marcada para 8:45 e acabara por ser as 9:15 deixando os participantes muito impacientes, pois as condições climatéricas eram de frio e ameaça de chuva. Após alguns assobios lá foi dada a partida onde já tinha conseguido um lugar mesmo há frente, partindo nos primeiros onde demos uma volta por dentro de Tomar. 

Á saída do alcatrão começou logo o lamaçal que já era de se esperar devido á grande quantidade de chuva que tem caído nos ultimos dias. O que não era de esperar era as más marcações do percurso onde as fitas faltaram em alguns pontos que fez com que os participantes se perdessem várias vezes. 

Esta prova começou logo mal para mim quanto nos primeiros quilometro dei pela falta do meu contra-quilometro sigma que me tinha custado os "olhos da cara", bem como na minha estreia das piratas que as rompi num pau... 

Os quilómetros foram passando e eu ia beneficiado do grupo que seguia a minha frente que algumas vezes se iam perdendo, onde o percurso estava muito pesado, com subidas curtas mas duras e um single espectacular, muito técnico mesmo ao lado do rio Nabão. 
A ausência de placas de direcção e placas de perigo também foi uma nota negativa pois simplesmente não existiram bem como uma viatura de primeiros socorros nem pontos de controlo. 
Dos melhores momentos do percurso
A meio do percurso qual o meu espanto quando o pessoal da minha frente (cerca de 10 elementos) estavam parados e não encontravam as fitas. 
Seguimos todos juntos por mais uns quilómetros sem marcação há espera de as encontrar..,mas nada e tivemos que voltar novamente para traz onde o pessoal que vinha atrás começou-se a juntar naquele ponto. 
Esperamos mais um pouco, até que apareceu uma moto da organização e este também não sabia por onde devíamos seguir... 

Esperei mais um pouco e o grupo começou cada vez a aumentar mais com mais. Por estar parado comecei arrefecer, onde voltei uns metros mais atrás com mais 2 ou 3 companheiros, que acabaram por seguir em direcção a Tomar pelo alcatrão. Eu com a esperança de encontrar as fitas mais abaixo e aproveitar que o pessoal estava todo parado mais acima, mas em vão.., pois acabei por ter de voltar novamente para o local onde nos tínhamos perdido, local esse onde já estava uma pessoa da organização com um jipe indicando ao pessoal o caminho certo...

Ate final fui recuperando algumas posições que já me tinham pertencido, bem como me voltei a perder mais a frente novamente. 
Os últimos quilómetros filos com mais um companheiro, onde a entrada em Tomar foi feita sem marcações pelo trânsito local, onde reinada a marcação do "desenrasca",cada participante ia chegando há zona da meta vindo de direcções diversas  o que demonstrou mais uma vez a falta de organização. 

Tratamento de beleza á pele
A minha chegada, nem cortei a meta, ficando logo ao pé da minha namorada, apenas mostrei o dorsal de longe, pois tinha-me já caído durante a prova.

Mesmo com tanto azar consegui o 15º lugar com o tempo de 2h:57mim onde grande número de participantes acabou por desistir e outros mesmo nem se quer cortaram a linha de meta

Outro erro após a chegada foi a falta de lavagem de bicicletas onde a quantidade de lama nas nossas máquinas e em nós era mais que muita e que necessitavam de ser lavadas, tive de ir a uma estação de serviço e pagar 1€... 

Após o merecido banho foi tempo de ir repor as energias no almoço que fora servido na freguesia de Minjoelho a alguns quilómetros de Tomar e onde tivemos muitas dificuldades de encontrar o local... 
O almoço fora servido debaixo de uma alpendorada em self-service por pessoas e familiares da associação TT. 

Em resumo fica na memória os magníficos trilhos na zona de Tomar, bem como a má marcação/sinalização dos mesmos.

28 fevereiro 2010

2º Maratona BTT Veiros

Esta foi a 2º Maratona BTT em Veiros, organizada pela AJOV (Associação de Jovens Veirenses) e teve como objectivo principal a angariação de fundos para uma cadeira de rodas.

A data inicial desta prova era dia 6 Março, mas estando eu inscrito na maratona de Tomar, estava fora de questão a minha participação na terra onde o meu pai nasceu.
Acabou por ser alterada para o ultimo fim-de-semana de Fevereiro e era para contar com a presença do vice-campeão do mundo de juniores, Ricardo Marinheiro que vinha apadrinhar este evento, mas que acabou por não poder vir, e eu com alteração de data já pode participar...

No dia antes (sexta-feira) a previsão de tempo era a pior que se poderia esperar para o sábado, com alerta vermelho de ventos e chuvas fortes.
Na manhã de sábado antes da partida, confirmamos que o instituto não se tinha enganado. 
Esta prova contou com cerca de oitenta participantes com a inscrição paga, mas face ao dia invernal só compareceram cinquenta e seis participantes onde nove bravos eram do SDT. 


Bem visível a quantidade de agua/lama
Após o levantamento do dorsal de forma rápida, outros aguardavam a hora da partida abrigados debaixo das varandas e sacada das casas. Antes da partida já se adivinhava um percurso muito duro e pesado e não foi preciso esperar muito para constatar-mos isso, bastou ser dado o sinal da partida há hora pontual mesmo do centro da vila, para começarem as dificuldades, pois além de um percurso completamente alagado as marcações/sinalização foram uma nota negativa onde em algumas zonas não existiam e quando existiam eram muito pequenas e de fraca visibilidade. 
Como era de esperar deu origem a que muitos participantes se perdessem, eu não fui excepção á regra. 
Desde o inicio que rolei na frente, nunca perdendo de vista os primeiros cinco lugares, depois do quilometro 20 passei para segundo lugar onde permaneci até ao final, fazendo um enorme esforço contra o vento forte se se sentia, por vezes debaixo de grandes carga de agua em terrenos completamente alagados que mais pareciam pântanos onde os regatos deram origem a ribeiras enormes e com grande caldal. 

Ao quilómetro 40 (inicialmente era para ser de cinquenta quilómetros,á ultima hora  acabou por ser alterado sem menos 10 quilómetros  devido há grande quantidade de água que os ribeiros transportavam), lá estava a chegada, onde o sol começara aparecer bem como alguns espectadores que esperavam os bravos.
Fiz o 2º lugar com tempo de 2h:12m, mais três que o primeiro e menos 6 min que o 3º.  No final o percurso terminaram quarenta e seis participantes, havendo muitas desistências por problemas mecânicos e físicos. 

Após a minha chegada aguardei pela conclusão de mais alguns participantes e fui para a junta de freguesia para lavar o meu “ frigorífico”, antes aproveitei e tive a lavar os sapatos e as pernas, acabando por perdendo a vez na enorme  fila das lavagem da bike se se criou entretando. 
Acabei por ir novamente para local da chegada procurar uma fonte para mais calmamente lavar a minha branquinha que muito o merecia. 

O banho era o que mais se desejava, onde inicialmente eram na junta de freguesia e que foram de água fria, mudando depois para as fracas instalações nas casas de banho do rossio, mas desta vez já de água quente. 


O trio vencedor em dia de alerta vermelho..
O almoço fora servido no salão da junta Freguesia onde a comitiva esteve toda presente a conviver a Vera, o André e o Geadas num bar mesmo ao pé de onde fora feita a chegada. 

Fica o esforço e simpatia sempre presente por parte da organização (do Ricardo mais conhecido por Bob e do Nuno que tive o prazer de conhecer) pela maneira como fomos recebidos e que se esforçaram para que tudo corre-se bem, mas onde a falta de alguns meios, estruturas e bem como a falta de experiência marcaram negativamente esta prova invernal...


11 fevereiro 2010

3º Maratona do Cartaxo

Pelo segundo fim-de-semana consecutivo estive presente a pedalar por solo Ribatejano, com a companhia de mais um elemento SDT, o João Garcia na terceira maratona da Cidade do Cartaxo, organizada pelo Clube de Ciclismo José Maria Nicolau de Almeida e pela Casa do Benfica que doaram uma pequena percentagem da verba das inscrições para uma criança de 19 meses que nasceu prematura e com graves problemas de saúde e que necessita de um tratamento em Cuba. 

Entre perto de trezentos participantes estavam presente o nosso amigo e colega de pedal Nuno Gil. 
Comitiva Estremocense no cartaxo
Esta cidade não só é conhecida pela boa pinga mas também pela terra de grandes ciclistas, alguns deles vencedores da volta a Portugal em bicicleta tais como José Nicolau Almeida, Alfredo Trindade, Francisco Valada e o Marco Chagas. Este último que há semelhança da maratona de Salvaterra também esteve presente como "padrinho" deste evento e participante na meia-maratona, pois apesar dos seus 53 anos, continua a pedalar e a encantar com a sua simplicidade e simpatia. 

A partida foi perto das 6 da matina em direcção ao Cartaxo onde há chegada fomos fazer o levantamento do dorsal, no saco vinha alem da papelada de PUB uma mini garrafa de vinho e uma t-shirt. 

A partida fora feita as nove horas e vinte cinco minutos apenas para as oito senhoras presentes, e cinco minutos mais tarde a partida para os cento e noventa e sete participantes masculinos do percurso de quarenta quilómetros onde eu estava inscrito. 
Comecei logo abrir, mas mesmo assim atrasei-me um pouco para os primeiros lugares, prosseguindo quase sempre no grupo perseguidor..,fui ganhando alguns lugares nas subidas curtas iniciais, mas nunca consegui avistar o primeiro grupo. 
Logo inicialmente a lama foi uma presença constante e que provocou um enorme desgaste de material mas habitual nesta altura do ano. 
O percurso fora composto como subidas/descidas curtas com alguns singles tracks em paisagem diversificadas e muita passagens por povoações. 

Em relação as marcações/sinalizações é de salientar a falta de algumas setas nas mudanças de direcção, bem como a ausência de fitas em alguns locais nomeadamente dentro das localidades, onde por volta do quilometro 19 fez com que o pessoal se engana-se e se perdesse, voltando para traz e onde para mim até me deu jeito, pois ganhei mais um lugares e onde ganhei mais algum animo.

Os últimos 15 quilometros acelerai após passar a mudança de percurso pois fiquei sozinho mais um atleta e como não avistava mais ninguém á minha frente ainda cheguei a pensar em estar nos primeiros lugares...,mas no ultimo posto de controle foi avisado que era 15º, onde o mantive ate final com o tempo de 1h:37m. Com um acumulado de 650m. (ver classificação)

Não é todos os dias que nos encontramos um grande homem
Após o almoço servido no mercado pelo pessoal da organização e com direito só a uma bebida,tivemos a companhia do Gil e da sua esposa Sofia. 

Após o almoço eu e o Calimero tivemos há conversa com o Marco Chagas que se mostrou muito receptivo ao nosso convite para participar na 5º Maratona da "Cidade de Estremoz", que tem data marcada para dia 18 de Abril e que conta com a organização conjunta do SDT e do CCE, onde já estão abertas as inscrições no site Houve ainda entrega de prémios, no qual conseguimos trazer o da equipa de mais longe. 

Em resumo foi uma prova bem organizada, só que a nível de marcação poderia ter sido melhor, e fica a nota negativa mais uma vez para a minha prestação por terras ribatejana, já que os primeiros lugares me rodaram longe das minhas últimas prestações.

2ª Maratona BTT Vencer o Cancro

Esta maratona contou com mais de oitocentos participantes, que aderiram em massa a uma causa humanitária e que fizera render com suas inscrições cerca de 1600€ para a União Humanitária dos Doentes com Cancro e que contou com alguns nomes bastantes conhecidos do ciclismo nacional, como por exemplo o Vítor Gamito e o Marco Chagas este ultimo que apadrinhou esta iniciativa. 

Não podia ficar de fora desta maratona e que servir de teste para a preparação física neste inicio de ano após ter engordado mais de três quilos em Dezembro... 
A partida fora feita as 5h:30m da matina e me fiz acompanhar com a minha namorada, o amigo e senhor José Albano que foi visitar o primo que mora em Salvaterra, e mais dois elementos e colegas do SDT, o Pedro Perdigão e o Carlos Bilro. 

Á chegada fora feito o habitual levantamento dos dorsais rapidamente sem confusões e filas, pois também fomos dos primeiros a chegar, onde as ofertas ficaram um pouco a quem das expectativas (um saco da antena 1 que continha um lápis, uns pesos para as borregas, uma t-shirt da sport zone e os habituais folhetos...). 

No controle Anti-Doping
Esta maratona contou com dois percursos, a maratona de sessenta quilómetros, e a meia maratona de quarenta quilómetros ontem estiveram presentes os nossos atletas estremocenses, pois nesta inicio de ano a preparação física não é ainda a melhor. 
A partida fora as 9 horas e 30 minutos em ponto para os trezentos e um participantes da maratona e meia hora mais tarde partiram os quinhentos e cinquenta e cinco participantes que terminaram a meia maratona, percurso este onde eu participei bem como o pessoal do SDT. 

Antes da partida do pessoal da maratona já eu estava há porta do controle zero mais o meu amigo Nuno Sequeira do Algarve, á espera que abrissem o controlo para sermos dos primeiros a ir para a manga da partida, já que a quantidade de participantes era elevada. 

As 10:00 horas e após o habitual briefing e a entrega simbólica do dinheiro angariado nesta prova ao responsável pela U. H. Doentes com Cancro, foi dada a partida, onde eu estava distraído demorando arrancar, perdendo alguns lugares tão preciosos logo ao inicio. 

Logo ao fim dos primeiros quilómetros onde a media de velocidade eram muita já me estavam a fartar/aborrecer do percurso, pois era só estradões sempre muito longos e parecia não ter fim, compostos por mais de 70% de piso de areia e em algumas zonas autênticas praias que se tornou mais difícil tecnicamente. 
paisagem fora monótona e triste e por vezes vinha uma brisa de mau cheiro derivado há enorme quantidade de vacarias que existem naquela zona, as subidas foram escassas e se não se subiu também não se desceu. Como prova disso ficou no final apenas um acumulado de cerca de 150 metros. 

Uma das zonas piores
Os quilómetros finais foram quase todos feitos por alcatrão, há excepção do quilómetro final numa zona muito saturada de lama/barro e que com alguma experiência e manhosice consegui ganhar mais três lugares no imenso lamaçal...

Durante quase todo os quilómetros poucos atletas passeio e me passaram, onde destaco a grande forma do Sequeira que andou quase sempre há minha frente. 

A sinalização/marcação de todo o percurso poderia ter sido melhor, já que muitos participantes acabaram por se enganar. 
Há chegada onde no final o vencedor foi o Vítor Gamito consegui a 20º posição com o tempo de 1h:43m, e onde finalmente as cambrias me deram descanso. 

O resto do meu pessoal SDT também obtiveram uma prestações bastantes positivas ficando entre os cem primeiros em mais de meio milhar de participantes sendo e tendo em conta que este tipo de terreno menos favorável e o grande numero de bttistas presentes. 

Os banhos foram no complexo desportivo e o almoço servido no restaurante razoavelmente bem sem esperas nem filas, servido em camilhas redondas, na base do despacha, sem tempo para grande concretização pelos bttistas presentes, embora eles também fossem poucos o que foram almoçar, talvez devido há proximidade de suas casas. 

Fica a nota positiva para o grande número de participantes betetistas que aderiram a esta causa e a nota negativa para a organização pela fraca verba disponibilizada e doada a esta instituição tendo em conta o que cada participante pagou pela inscrição tirando os dois euros doados não justifica o valor total desta prova.

20 janeiro 2010

Sobe e Desce Team faz o balanço de 2009

O ano de 2009 foi um ano de grande evolução e crescimento para o Sobe e Desce Team, equipa estremocense que se dedica à prática da modalidade BTT, tendo os atletas desta associação participado em mais de cinquenta provas, entre maratonas, passeios e troféus.
Em 2010, e à semelhança do anterior ano, em Maio a associação vai organizar o segundo passeio “Cidade de Estremoz/SDT” e em Julho o passeio nocturno, eventos que têm contado com uma grande adesão dos amantes desta modalidade.
De norte a sul do país “carregamos” o nome da nossa cidade, Estremoz, e, se de início a equipa era composta apenas por treze atletas, actualmente contamos já com cerca de três dezenas.
Todos os atletas se encontram devidamente equipados com as cores do clube, equipamentos que tiveram um custo de cerca de quatro mil euros e que só foi possível com a ajuda de alguns patrocinadores. A eles deixamos o nosso sincero agradecimento.
Porém, os patrocínios têm sido insuficientes e todas as despesas inerentes à participação dos atletas nos eventos têm sido suportadas por estes.
Com o objectivo de nos desvincularmos da Associação Juvenil de Estremoz, que nos recebeu e apoio durante cerca de um ano e meio, e de formarmos uma associação autónoma, no ano passado criámos a associação BTTMOZ–SDT e temos agora a nossa própria sede.
Para além dos eventos e iniciativas que promovemos, recebemos o convite do Clube Ciclomontanha de Estremoz (CCE) e este ano iremos organizar em conjunto com este clube a 5ª maratona BTT ”Cidade de Estremoz”. Esta prova realizar-se-á no próximo dia 18 de Abril e constituirá um grande desafio e, ao mesmo tempo, um reconhecimento do nosso pequeno/grande valor. Esta iniciativa, que em anos anteriores trouxe à nossa cidade centenas de atletas e acompanhantes, visa ser o maior evento desportivo anual da nossa cidade.

Podem acompanhar todos os rescaldos das nossas pedaladas no nosso site em http://www.sobedesceteam.com ou no nosso blog http://sobeedesce-team.blogspot.com.
Para aqueles que pretendem começar a dar umas pedaladas fica a informação que todos os domingos de manhã, por volta das 9h00, o SDT tem ponto de encontro no Rossio Marquês de Pombal, junto ao café “O Telheiro”.

Para o ano que agora entrou, o SDT deseja continuar a levar o nosso nome por este país fora, à semelhança dos anteriores, e espera manter este grupo unido e coeso, onde a amizade e o gosto pelo BTT tem criado esta grande família betetista...

Tudo de bom para o ano 2010 para os nossos amigos, atletas do SDT e leitores deste jornal.
»» Carlos Merino ( jornal Brados do Alentejo)

Cima (esq/dir) - Marco Lourenço, João Catarino, Pedro Guerra, Luís Dias, Daniel Cochicho, Jorge Pereira; José Júlio, Paulo Marques, Ricardo André, André Camões e Acácio Pucarinhas.
Baixo (esq/dir) - André Arvana, Luís Santana, Jorge Silva, Vítor Catambas, João Marques, João Dias, Carlos Merino, Carlos Bilro, José Lopes, Humberto Camões, Gonçalo Lopes e João Garcia.

*Não puderam estar presentes nesta fotografia o Nelson Santos, Duarte Picão, Flávio Cóias, Pedro Ramalho e Pedro Perdigão.


Tudo de bom para o ano 2010 para os nossos amigos e atletas SDT.