Meus rescaldos de eventos BTT

04 outubro 2009

1º Passeio/meia-maratona B.V Arraiolos


Como os meus planos para participação em eventos  de quinze em quinze dias, neste fim-de-semana foi a vez da maratona de Alenquer que se realizou no dia 05, mas como o pessoal da organização de Alenquer foi muito pouco esclarecedor, atencioso e nem sequer disponibilizou informação nem sequer a lista de inscritos, surgiu este evento aqui mesmo ao lado, que me fez alterar alterar os meus planos para este passeio.

Este foi o primeiro passeio organizado pelos B.V de Arraiolos, com apoio do Núcleo Cicloturismo de Arraiolos. Passeio este com todas as semelhanças de uma meia maratona, pois existia dorsal, contagem de tempos, ponto de controle e troféus para os primeiros lugares. 

Desloquei até Arraiolos com mais cinco elementos SDT (João Garcia, José Júlio, Pedro Perdigão, João Catarino e o novo elemento SDT Duarte Picão), mais alguns amigos e representares de outros grupos Estremocenses como a da Rota d’Ossa e os B.V Estremoz.
A partida em direcção a Arraiolos foi mais tarde do que o habitual, pois é mesmo aqui ao lado de Estremoz. 
Á chegada fomos logo levantar o habitual dorsal algo lento e inexperiente neste tipo de eventos, o que é perfeitamente compreensível para a primeira vez e onde no saco vinha como brindes uma t-shirt e papelada sobre o conselho de Arraiolos.


Colocação do frontal e aquecimento pulmonar
A partida e chegada dos participantes fora feita em frente do quartel dos bombeiros um quarto de hora depois da marcada devido a um atraso dos participantes. As 9:15 lá foi dada a partida com cerca de 200 betetistas inscritos para duas distancias. Passeio 25km totalmente guiados pelo pessoal da organização e o  a distancia de 50km esta com contagem de tempos, controles e prémios na chagada, o que sempre cativou mais o pessoal para o espírito de competitividade. 



A polémica começou ao fim de 3km após a partida e a passagem pelas ruas de Arraiolos quando surgiu o controle 0 mesmo há saída do alcatrão. O pessoal fora avisado no briefing que eram obrigados alí a parar e esperar pelos resto dos participantes mais atrasado até ser dada então a partida real.., só que cinco ou seis participantes não o fizeram, seguindo assim em frente e ganhado 2 ou 3 minutos para o resto que parou. 
Polémicas há parte todo o percurso do 50km esteve devidamente bem marcado/assinalado com um sobe e desce (rompe pernas) constante com zonas bastante bonitas, passagem por muitas herdades e gado talvez (com cerca de 70% do percurso seria da 1ª maratona em Abril), com um piso por vezes bastante acidentado e onde o final foi uma subida em estrada de alcatrão com cerca de dois quilómetros até Arraiolos, no final dei um acumulado de cerca de 800m.

Apesar de ter partido com um desvantagem inicial de pelo menos 2 minutos para os 5 participantes que não esperam no controle 0, lentamente fui conseguido recuperar posições e perto dos últimos 4km quando as câmbrias já se estavam apoderar das minhas pernas, avistei dois dos participantes “fugitivos iniciais”, com aproximação do final, arranjei divinamente uma enorme força de vontade/energia tentando esquecer o meu estado de “sofrimento” que já tinha, sendo talvez este o segredo dos meus bons resultados, “e de uma cajadada matei três coelhos”, pois conseguiu passar os dois participantes e ganhar mais alguns segundos ao companheiro que andou quase sempre na minha roda no percurso quase todo.
Há chegada e com 106 participantes a concluírem o percurso dos 50km arrecadei mais um lugar no pódio com a 2º posição e o tempo de 02:02:46. (ver classificação)

Um lindissimo troféu pintado á mão

O almoço fora servido tardiamente no pavilhão multiusos perto das 14.00, onde já quase todos os participantes aguardavam esfomeados a sua abertura, após isso lá veia a parte melhor do passeio que foi porco no espeto muita imperial e um troféu muito suado e original (um telha pintada há mão)




Fica aqui uma palavra de agradecimento aos B.V de Arraiolos, que tudo fizeram e se esforçaram para que todo corresse do melhor e proporcionar mais um excelente dia na prática deste desporto que cada vez move mais pessoas…

20 setembro 2009

IV Maratona BTT do Sacaios (Santiago Maior)

Costuma-se dizer que não há duas sem três e desta foi de vez... 

Já á dois anos que andava para ir a esta maratona organizada pela Secção de BTT da ADC Santiago Maior, mais conhecidos pelos Sacaios. O local escolhido para a partida e chegada desta IV maratona foi a Aldeia de Pias onde me acompanhar am mais 5 elementos do SDT (Jorge Silva, Pedro Perdigão, João Marques, Jorge Pereira, Pedro Guerra) com as fotógrafas de serviço, a minha namorada e a Vera a esposa do “Sacarrabos”.

A hora marcada desta vez sem atrasos partirmos em direcção a Santiago Maior foi há 7:00 da matina no nosso ponto de encontro habitual onde no meu carro me acompanhou o casal Silva (vera e o Jorge),e onde mais alguns elementos estremocenses ligados a outros clubes também nos acompanharam na deslocação, sendo eles do CCE e da Biciaventura.

Após o habitual levantamento dos dorsais que trazia como lembrança um cinzeiro em barro, um boné e uma garrafa de vinho. 
Depois fomos nos equipar perto do campo de bola onde seriam os banhos.

Um quarto de hora antes da partida e depois de passarmos pelo controle 0 já estávamos junto da manga onde já se encontravam mais alguns participantes.

A sintonizar o radio com o treinador...
A partida foi pontual, as 9:00 da manha onde os cerca de 120 participantes inscritos teriam dois percursos por onde escolher. A maratona de 70km e a meia maratona de 40km. 
Eu preferi ficar pela meia maratona de 40km onde consigo tirar melhor proveito/rendimento de uma boa classificação, bem como não acabar tão "empenado" e onde todos os elementos SDT também se ficaram.

Os primeiros quilómetros foram muito rápidos onde as medias de velocidade foram bastantes altas com sobe e desce constantes num percurso tipicamente alentejano, pedalei sempre nos 15 primeiros logo atrás do grupo dos primeiros.

Há chegada do primeiro abastecimento cerca dos 20 quilómetros, qual foi o meu espanto quando na passagem pela aldeia dos Marmeleiros estava a minha namorada e a Vera para nos ver dar apoio. Cerca do quilometro 26 e após umas belas descidas começaram a surgir as dificuldades maiores. Dois cumes bastante inclinados, longos e de alguma dureza que fez a diferença ente alguns participantes bem como recuperei mais alguns lugares e  tentei manter até final. 

Mas a um quilometro do final e já com aldeia de Pias há vista “deixando-me” ultrapassar por um participante (pois eu já estava completamente esgotado) muito por culpa do esforço que usei em toda a prova bem como nos últimos 5 quilômetros foram sempre a subir ligeiramente o que me “rompeu” completamente com as pernas e me obrigou a dar o “peido mestre”. Durante todo o percurso esteve devidamente bem marcado/assinalado e com abastecimento conte baste.


Eu tenho dois amores, que nada são iguais..
Á chegada eu desconhecia por completo o meu lugar que terminara em que, e nem sequer sequer perguntei ao pessoal da organização, pois tinha na ideia que estaria nos primeiros 10 e nunca no top 3. Em conversa com a Lúcia enquanto aguardava-nos a chegada dos restantes SDT é que ela comentou o lugar que fiz.
Terminaram 81 atletas a na meia maratona dos 40km, fiz 3º lugar e o tempo de 1h:39m e uma media na casa dos 26km/h. (ver classificação)

Após a chegada dos restantes SDT foi tempo de um merecido banho no campo de futebol de Pias e depois a melhor parte das maratonas, que é o almoço. 
Foi servido debaixo de uma tenda na freguesia da Aldeia da Venda, onde a comitiva estremocense SDT conviveu e tivemos o prazer de conhecer um participante do Algarve de nome Nuno Sequeira e respectiva mulher que estava mesmo ao nosso lado e que marcou esta maratona com uma queda muito aparatosa mesmo na recta da meta, onde chocou de forma bastante violenta e frontal com um carro parado, partindo a sua bike e o para brisas do carro, mas felizmente só algumas escoriações para ele. 
Para ementa do almoço fora uma sopa, frangos assados, salada e bastante imperial, sempre servido há mesa de forma bastante simpática e acolhedora pelas gentes de Santiago Maior.

Entrega dos trofeus
Após o almoço foi o momento mais desejado da tarde com a entrega dos prémios, onde me deram como troféu um prato de barro com o logo tipo dos Sacaios e um bilhete para visitar o monte selvagem. O café foi oferecido num bar na aldeia da venda, após bebido aproveitamos o resto da tarde e fomos passear até Monsaraz.

Mais uma vez o Sobe e Desce Team se fez representar e levar o nossa jersey por outras terras de forma bastante positiva bem como esta maratona da parte da organização e onde agradecemos a sua simpatia e a forma como nos recebeu.

06 setembro 2009

4ª Maratona de Óbidos / 5º Raid Oeste

Após quase dois meses depois da última prova de carácter mais competitivo a vontade de pedalar numa prova era mais que muita e por ironia do destino fez nesta mesma data um ano que obtive o meu frigorífico. Nada melhor do que lhe dar como prenda com umas boas pedaladas por terrenos de Óbidos.

Na comitiva estremocense rumo a Óbitos estava os participante João Garcia que me deu boleia, como acompanhante a sua mulher Fátima e sua filha Joana, o José Júlio que também participou levou sua esposa a Liliana.

A hora da partida em direcção a Óbidos ficou combinada para as 5h:30m da madrugado, pois pela frente tínhamos quase 200km de estrada e há chegada 700 participante confirmados para levantarem o dorsal e se colocarem no melhor ponto da partida. Só que contei com um imprevisto atraso de uma hora por culpa involuntária do J. Júlio que se deixou dormir…

Às 08:15 lá chega-mos finalmente a Óbidos, onde ainda tínhamos o levantamento do dorsal para fazer que era de uma longa fila de pessoal afim do mesmo. Ao fim de vinte minutos lá levantei o dorsal onde no saco habitual de brindes vinha uma garrafa de vinho regional, um pólo alusivo ao evento, um bidon e uma medalha de cerâmica de Óbidos.

Há pressa lá nos equipamos e nos preparamos a fim de nos dirigirmos para o controle 0 onde já se era de esperar a grande quantidade de pessoal, pois a hora da partida estava mesmo em cima e a motivação em baixo por pensar partir para esta prova de muito traz. Felizmente havia muita gente atrasada,  depois de entrar no controle 0 lentamente me foi aproximando o mais que podia da manga da partida, conseguido partir talvez dentro dos primeiros 200 participantes.

SDT 4ever, junto á lagoa
Com as chegadas do pessoal atrasado lá foi dada a partida com um 15 minutos de atraso e logo com uma subida de alcatrão em direcção ao lindo castelo de Óbidos, posteriormente aos 6 quilometros mais uma subida, a mais dura do percurso (pela sua inclinação e extensão), o que veio mesmo a calhar, pois  consegui rapidamente ir ganhando muitos lugares. 
Este prova contava duas distancias, a meia maratona de 40km e a maratona de 80km, mas sendo a falta de preparação e ritmo competitivo fiquei pelos 40 quilómetros  o que já dava para matar o vício e moer as pernas...

Este percurso até há presente data talvez tenha sido um dos que mais me deu prazer pedalar, pela lindíssima paisagem diversificada, single traks, subidas curtas e duras, descidas muito rápidas, passagem mesmo junto há lagoa de Óbidos, a quantidade de areia em certos pontos ajudava a penalizar o pessoal menos habituado. O sol manteve-se escondido atrás das nuvens até as 10:30 dado anteriormente um aspecto de chuva.

Todas as marcações/sinalizações/placas desta maratona estiveram em grande nível, igual ao do percurso escolhido onde acabei por não utilizar os abastecimentos.
Comitiva Estremocense em Obidos
Ambos os percursos dos 40km e dos 80km se sobrepunha até quase ao final da meia maratona (40km) onde então separava com a subida muito inclinada até ao castelo/chegada e onde os participantes da maratona seguiriam em frente para fazer mais o dobro dos quilómetros até ali feitos.
Na minha chegada e para espanto meu consegui o 15º lugar com o tempo de 1:41:24 e uma media de 23.64km/h, o que me reconfortou e muito, e mais uma vez o meu espírito de sacrifício voltou a dar seus frutos.

Após a chegada dos restantes SDT foi tempo de irmos ao banho e depois aconchegar o estômago, que já estava a dar “horas”. 
Este desta fora servido em cima de um relvado com lonas para fazer sombra em estilo self-service e bastante bom por sinal, so com um pequeno senão que foi alguma demora na bicha. 

O resto da tarde foi aproveitado para distrair, conviver, passear pelas ruas desta maravilhosa e simpática vila de Óbidos.

Fica os meus parabéns ao pessoal da organização, principalmente ao BTTCaldas pela excelente maratona e dia que me proporcionou. Uma maratona a repetir.

31 agosto 2009

"Sobe e Desce Team” já é uma associação...

Devido ao gradual aumento de praticantes de BTT ligados ao “Sobe e Desce Team”, onde actualmente já contamos com 26 associados/praticantes, constatamos com a necessidade de criar a nossa própria associação, a fim de promover, de uma forma autónoma, actividades relacionados com o desporto em geral e mais em particular com o BTT.

Para trás fica uma ligação de quase dois anos à Associação Juvenil de Estremoz (AJES), a qual deu os seus frutos, mas era chegada a hora, na nossa opinião, de cortar o cordão umbilical e começar a caminhar sozinhos. Assim e desde já, gostaría de agradecer a disponibilidade, os apoios e a aceitação que sempre demonstraram e dispensaram, e ao mesmo tempo para dizer que estaremos sempre disponíveis para colaborar nas actividades levadas a cabo por vós.

Assim, no passado dia 19 de Agosto foi criada a “Associação BTTMOZ- SDT”, com sede no Serrado da Martinheira, freguesia de Santa Maria, Estremoz. De realçar que a primeira direcção eleita em assembleia-geral, que decorreu no passado dia 22 de Agosto, foi a seguinte:

Presidente; Carlos Bilro
Vice-presidente; Luís Santana
Secretario; João Garcia
Tesoureiro; Carlos Merino
Vogal; João Marques

A terminar e em nome de todos os elementos da ASSOCIAÇÂO BTTMOZ – SDT, gostaríamos de felicitar a nova direcção, que efectuem um excelente trabalho, no fortalecimento do BTT e no levar bem longe e alto o nome da nossa associação e da nossa cidade. E, ainda, convidar todos aqueles que gostam de praticar uma actividade física, nomeadamente o BTT, para se juntarem a nós, à família do BTT

19 julho 2009

I Raid do Freixo

Este foi o primeiro Raid organizado pelo pessoal do Freixo (aldeia esta que se situa perto da vila do Redondo, mesmo nas encosta da serra d’Ossa) e que foi inserido nas festas da própria freguesia.

Sendo uma localidade aqui muito perto de Estremoz foi um factor apelativo para o grande número estremocenses presentes, sendo do SDT onze elementos e outros outros estremocenses do CCE, G. Velez e S. Coelho da Biciaventura. A Vera Lúcia, a esposa do Sacarrabos e fotógrafa de serviço SDT, já que a minha namorada não pode estar presente por razoes de trabalho.

Alguns dos representantes estremocenses

A manha começou com a reunião do representantes estremocenses um pouco antes das 8h:00m da matina no café do Telheiro, também se juntaram lá mais alguns elementos betetistas da cidade a fim de ir dar o giro domingueiro e habitual até há serra, aproveitando para nos dar algum apoio há nossa passagem pelo percurso do raid, já que supostamente se conhecia o local por onde iria passar o percurso.
Após o agrupamento a comitiva Estremocense  lá seguimos em direcção ao nosso destino, onde o calor já se fazia sentir e nos mostrava que iriam ser um dos maiores inimigos que teríamos de enfrentar no percurso que igualmente se esperava muito duro.
Há chegada, o habitual levantamento do dorsal, onde os cerca de 60 dorsais atribuídos não demoraram muito a serem distribuídos, embora algo confusa e com muita falta de experiência neste tipo de eventos… onde no saco continha uma t-shirt XXL (igual para todos), um chapéu e um prato de barro.

Após algum atraso lá foi dada a partida onde existiam dois percursos 30km e 50km. Qualquer um dos dois se esperava de muita dificuldade, pois há partida já tinha algum conhecimento da zona do percurso escolhido. 
Nos primeiros 8 quilómetros fui sempre na frente do pessoal, servindo de “lebre” para alguns betetistas mais batidos e treinados nestas andanças. Á divisão dos percursos acabei por ser ultrapassado por 2 betetistas começado a pagar a moeda de vir a puxar pelo pessoal... Uns quilómetros mais há frente começou a dureza, com a subida de umas "paredes" super inclinada até ao alto do “Pêro Crespo” a 531m de altitude, onde consegui recuperar uma posição, passando para o segundo lugar e mantendo sempre o primeiro há minha vista. 

Após isto vieram uma serie de sobes e desces onde finalmente acabei por apanhar o primeiro atleta na paragem do 2º abastecimento(que se apresentava muito fraquinho e mal distribuídos, onde agua era o que mais se pedia). 
Até aquele ponto e final a má marcação/sinalização fora uma constantemente  onde a setas eram a cor preta pintadas em cartão castanho, as fitas balizadoras eram muito pequenas e mal distribuídas no percurso.

Os últimos 15 quilómetros seriam bastante mais fáceis e rolantes com o percurso dos 30km novamente em comum até há chegada. Fui ganhando alguma distância para o que me vinham a perseguir e com a Aldeia do Freixo á vista já me cheirava a vitoria, mas ao contornamos a freguesia e a cerca de 1 quilómetros da meta , reentrei no percurso inicial “o da partida”, seguindo assim as setas e fitas novamente do inicio até me aperceber que já por ali tinha passado e que estava enganado, percorrendo assim cerca de mais 6 quilómetros quando voltei para traz juntamente com um outro betetista que estaria na segunda posição e lá chegamos finalmente ao Freixo, onde já teria chegado três ou quatro atletas dos 50km e todos eles se queixavam da péssima marcação, o que me deixou bastante frustrado, pois vi assim o meu esforço não valer de nada. Com as temperaturas altíssimas não perdoaram bem como o duríssima Serra d’Ossa. Classificação final: (nunca chegou existir)


Estava tanto calor que o pessoal estava em tronco nu
Após a chegada aos poucos Sobe e Desce Team, também completamente esgotados com o calor e a má marcação, pelo meio algumas quedas e desistências mas que felizmente não teve danos piores, lá fomos tomar duche de água fria que até soube bastante bem para refrescar, antes do almoço que seria servido no recinto da festa e debaixo de uma chapas, o que implicou um a grande quantidade de jarros de imperial e onde o almoço será frango assado e uma sopa de tomate.


A festa no final foi feita pelo SDT onde no convívio do almoço nos divertimos todos bastante e prolongamos o almoço.

10 junho 2009

I Maratona de Monforte

Esta foi a 1ª maratona de Monforte, inserida na Monfor-feira e que teve como organizador o Btt Assumar/Muachos, onde as inscrições decorreram muito lentamente e com poucos inscritos. 
Mas inscritos esse que eram na sua maioridade os chamado na gíria betetista “os PROS” pessoal batido e treinado há cheira do dos prémios, pois o primeiro prémio tinha o valor de 350€ e até ao décimo lugar eram premiados monetariamente. 
Sendo uma maratona aqui mesmo ao lado não hesitei 

Desta vez tive como companheiro participante o José Júlio e a minha namorada como apoiante. 
A partida/chegada seria feita juntou ao local da feira, onde está situada uma ponte romana. 
Há chegada foi o habitual levantamento dos dorsais sem quais queres confusões ou filas, pois os cerca de 80 inscritos também não davam muito trabalho.
No saco do dorsal trazia uma t-shirt alusiva ao evento. Antes da partida fomos nos equipando e organizar o material necessário, observando os ditos “prós”, já que não era preciso grandes presas para procurar um bom lugar de partida pelo reduzido número de pessoal.

Maquina pronta
As 9h:00m lá foram dada a partida para os cerca de 80 participantes numa única distância de 60km. 
Começou logo com uma subida longa com cerca de 3 quilómetros em alcatrão em direcção a Monforte, onde voltávamos a descer até apanhar o terreno de terra batida que sérvio logo para dividir o pessoal em grupos. Tentei sempre acompanhar o grupo da frente cerca de 20 elementos e fui conseguindo com o passar dos primeiros quilómetros comecei lentamente a recuperar umas posições e a me sentir melhor (embora o pior estivesse para vir), já que há dois dias atrás tinha estado em Aguiar e ainda sentia as pernas muito fatigadas. O percurso esteve sempre bem marcado, como muito bonito.

Ao quilometro 15 após ter passado mais dois betetistas, estava a fazer aproximação a mais dois quando surge o momento que me a maratona. Quando um dos atletas (António Sequeira) e por sinal bastante experiente caio sozinho e ficou deitado no chão muito queixoso com dores numa perna o que se pensou logo em partida. Parei de imediato para auxiliar e saber se estava tudo bem, o  Luís Campaniço que seguia a seu lado também parou, só que para variar ninguém tinha telemóvel. Liguei de imediato para um dos números do dorsal a chamar a ambulância, que por acaso não se encontrava muito longe do local da queda tentando lhe indicar o local, inverti a marcha do percurso ao encontro da dita ambulância que não demorou muito. 
Mas com isto tudo fiz o que qualquer bttista deveria ter feito, mas que infelizmente por vezes a busca de um ou dois lugares melhores cega por completo…
Perdi mais de 8 minutos para os primeiros lugares, mais umas posições que tinha ganho até há aquele momento e o principal que foi a motivação de continuar em prova… 


O primeiro a curtar a meta/a desistir
Fiz mais 25 quilómetros na companhia do Luís C. onde recuperamos mais uns lugares e fui sempre a pensar em desistir, pois a minha falta de vontade, motivação e os meus objectivos iniciais teriam desaparecido. Ao quilometro 41 acabei por desistir e vir assim de Vaimonte para Monforte por estrada fazendo mais 11 quilómetros de falhando assim a ultima zona de controlo, onde no final acabei por contabilizar 52km.

Assistir com a companhia da Lúcia á chegada dos primeiros onde foi devorando alguns bolos, fruta e agua que lá se encontravam na chegada. Depois chegou o Caliméro mais a mulher e a filha para assistir a chegada do pessoal estremocense. 

Após a chegada do José Júlio fomos ver do duche e do almoço, que fora servido no pavilhão da onde a ementa era porco no espeto, regado com muita imperial e uma dose de boa disposição, pois apesar da minha primeira desistência em provas por motivos “birra/mural”, mas tristezas não pagam dividas. 
O café, juntamente mais uns imperiais foram bebidas num café onde tivemos a companhia do pessoal de Elvas, onde trocamos algumas ideias e conhecimentos.

Os meus parabéns ao BTT Assumar/Muachos pela excelente maratona que organizou pois os quilómetros que percorri do percurso gostei bastante da sua diversidade paisagística, bem como marcações, assistências, simpatia, quantidade de pessoal a dar apoio num percurso já bastante duro, para que pensa que o Alentejo é plano…